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Ex-apresentadora de telejornal desafia traficante com seu programa antidrogas

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A ex- apresentadora Fernanda Alves conversou com a coluna sobre um programa antidrogas que ela mesma fundou, o “S.O.S. Dependentes Químicos”. Fabio Assunção , aliás, é um seguidor da página da coluna no Instagram.

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Divulgação/Beto Riginik

Fernanda Alves

Na entrevista a seguir, Fernanda conta que não tem medo de traficantes e quer acabar com todos eles. Ela também afirma já ter invadido favelas duas vezes para resgatar viciados. Esta colunista recomenda a leitura:

1- Por que escolheu a causa dos dependentes químicos?

Porque fui codependente de alguns ex-namorados na adolescência, onde eu sempre participava desse mundo das drogas, mas nunca me droguei. Não entendia tamanho cuidado que tinha com eles, até que fui numa “casa espiritual” e me disseram que eu já fui uma dependente química em outras vidas. 

2- Então pra você ficou claro que esse altruísmo vem de ter passado por isso de alguma forma? Você acredita nisso?

Exatamente isso. É inexplicável essa minha força em cuidar e estudar tanto o assunto. Não vejo outra explicação, acredito e muito no espiritismo.

 3- Você declarou recentemente, na sua página do Instagram, que não tem medo de traficante e pretende acabar com todos eles. De que forma pretende?

Eu declarei, porque de fato não tenho medo mesmo. Óbvio que não vacilo. Meu carro é blindado, eu não coloco a localização de onde estou em redes sociais no momento exato, apenas quando vou embora, não faço muita exposição dos meus familiares, todo cuidado é pouco com tanta violência que estamos enfrentando, mas me sinto protegida por Deus ao extremo, eu encaro todos eles, como já fiz.

Pretendo acabar com o tráfico frisando o cuidado com o usuário muito mais que com o tráfico (desenvolvi a campanha “Sem usuário, Sem tráfico”), buscando junto ao governo clínicas decentes com profissionais adequados para o sucesso de um tratamento, pois os programas de governo que temos não suprem tamanha demanda, muito menos eficácia. Falamos de mais de oito milhões de dependentes químicos no Brasil.

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 4- Já encarou traficante, me conta isso?

Sim! Invadi favela duas vezes para resgatar um dependente químico, subi morro e no laboratório que fiz por dois anos com clínicas especializadas, psiquiatras, psicoterapeutas, achei que deveria entender  a “Cidade da Cracolândia”, onde fui de madrugada analisar o movimento dela. Vi tudo o que possa imaginar, sem filtro, sem medo, apenas observando escondida.

 5- Se escondeu aonde?

Ah, se eu te contar, eles me descobrem. Risos

6- Por que foi a garota propaganda da campanha “Faça sexo, não use cocaína” que idealizou, as fotos eram bem sensuais?  O que pretendia passar ao leitor e usuários?

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Divulgação/Beto Riginik

Fernanda Alves

Fui a garota propaganda, porque quero gritar a causa mesmo, ter a ‘patente’, não teria fundamento outra modelo.  Sensualizar uma campanha nesse teor, faz com que o leitor tenha mais curiosidade, pois a palavra ‘drogas’ passa batido, é cansativa, há preconceitos da sociedade, já uma mulher posando de lingerie e a palavra ‘sexo’, causa mais impacto, o leitor acaba se interessando e automaticamente se informando, propósito da campanha.

Chamar atenção do usuário para que desperte uma busca ao tratamento, é válida em minha opinião qualquer forma de exibição, já que o uso da cocaína causa isquemia, e com isso, o usuário acaba broxando. Sexo é saudável, cocaína não!

 7- Qual o próximo passo em seu programa antidrogas?

Em fundei o programa “S.O.S Dependentes Químicos”, justamente para passar informação à sociedade que é pobre demais com essa questão. Escrevi um formato de um programa de TV também, para ver se alguém tem a ousadia em veicular, pois não temos um meio de comunicação que informe.

Escrevo relatos para o jornal Estadão na coluna do repórter político Fausto Macedo, onde conto o dia a dia de um dependente químico. Tem alguns relatos que choro todas as vezes que leio. É uma vida obscura, triste, vazia demais.

Tenho feito reuniões com secretários de governo e tem sido muito positivas. O trabalho é constante, o estudo idem. Eu participo de congressos para me aprimorar cada vez mais com profissionais da área, desenvolvo campanhas, projetos, ideias em como melhorar a vida desses doentes e de seus familiares, sempre visando o bem estar também da população de um modo geral. 

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Estou me preparando agora para dar palestras gratuitas em escolas, acredito que a informação mais técnica e de uma pessoa que vivenciou isso tudo, como é o meu caso, faz com que eu sensibilize os adolescentes, pois é onde tudo começa   

Fonte: IG Gente
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Rapper Pop Smoke morre baleado  em casa durante assalto nos EUA

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O rapper Pop Smoke, de 20 anos, foi morto a tiros após ter sua casa invadida na manhã desta quarta-feira em Los Angeles, nos Estados Unidos. Segundo o veículo TMZ , o artista estava em sua residência, em Hollywood Hills, quando dois homens encapuzados invadiram o local e dispararam contra o cantor . Ele foi socorrido e levado a um hospital mas não resistiu aos ferimentos.  

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Reprodução/Instagram

Pop Smoke era um artista em ascensão no Hip Hop


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Bashar Barakah Jackson era considerado uma revelação em ascensão do Hip Hop. Nascido no Brooklyn, Pop Smoke fez sucesso no ano passado com a música “Welcome to the party” que pode ser conferida no vídeo abaixo.  

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Em sua breve carreira, Pop Smoke trabalhou com rappers das paradas de sucesso norte-americanas como Nicki Minaj e Travis Scott. A amiga Nicki Minaj ficou surpreendida e comovida com o acontecimento. Nas redes sociais homenageou Pop Smoke e escreveu: “A Bíblia nos diz que a inveja é tão cruel quanto a sepultura. Inacreditável. Descanse em paz, Pop”.  



Fonte: IG Gente
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Luto: José Mojica Martins, o Zé do Caixão, morre aos 83 anos

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José Mojica Marins , mais conhecido como Zé do Caixão, seu principal personagem, morreu nesta quarta-feira (19), aos 83 anos. Considerado o grande ícone do cinema de terror no país, ele foi ator e diretor de filmes clássicos da década de 1960, como “À Meia-Noite Levarei Sua Alma” e “Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver”. 

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Divulgação

Zé do Caixão


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De acordo com depoimento da filha do artista, Liz, à Folha de S. Paulo , Zé do Caixão morreu por complicações de uma broncopneumonia. Ele estava internado no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo. Há cinco anos ele já estava afastado do cinema por causa de problemas de saúde, sobretudo cardíacos.

Fonte: IG Gente
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