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Mato Grosso

Ex-aluna da ETE de Rondonópolis é aprovada em concurso público

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A ex-aluna do curso técnico em Enfermagem da Escola Técnica de Rondonópolis, Juliane de Melo, 20, passou em 3° lugar para atendente de Pronto Atendimento no concurso público da Prefeitura Municipal de Alto Garças.

Foi no ano de 2016 que ela escolheu iniciar um curso técnico que pudesse lhe oferecer a base necessária para alcançar sua meta. À época, optou pelo curso de Recursos Humanos, mas, depois viu que não era aquilo que queria e foi fazer o curso técnico em Enfermagem.

A rotina da jovem durante todo o ano de 2017 se resumiu aos estudos. De manhã era na Escola Estadual Pindorama, onde cursava o Ensino Médio e à tarde, fazia o curso na Escola Técnica. De noite ainda trabalhava como atendente em um Food Park. “Fazia todos os dias isso, com a diferença que no final de semana tinha que ajudar a minha mãe em casa”.

Ela conta que, durante o período dos estudos, passou por renúncias e muitos altos e baixos. “Tiveram instantes em que pensei em desistir, mas sempre pensava nos motivos que me fizeram começar. Assim, sempre conseguia dar um gás a mais nos estudos e proporcionar a motivação que precisava a cada dia”.

No final de novembro de 2017, ela se formou como técnica em Enfermagem. Em janeiro de 2018, passou no processo seletivo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e começou a trabalhar como técnica de Enfermagem.

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A ex-aluna ressalta que o estudo não deve ser visto como um sofrimento e, sim, como uma porta para novos mundos. “A formula é a persistência. O estudo é um processo individual, mas é por meio dele que vêm as conquistas. Acredite em você e não permita alguém lhe dizer que você não é capaz”, conclui.

Juliane explica que teve muito ajuda na escola, da professora Julianne Caju. “Ela me auxiliou muito, me orientou como eu deveria estudar e que eu deveria fazer o que gostava. Foi aí que decidi fazer o técnico em Enfermagem. Agradeço muito a ela que foi uma grande incentivadora. Claro que tive ajuda de outros professores da escola, mas ela virou minha amiga e me ajudou do início ao fim”, relembrou.

De acordo com a diretora da Escola Técnica, Neiva Col, o compromisso com o trabalho faz a diferença. “Nosso compromisso é com a educação de qualidade. Não deixamos as dificuldades interferirem no nosso projeto de ensino. Incentivamos, auxiliamos e damos suporte para que nossos alunos se sintam motivados a estudar e serem vitoriosos naquilo que se propuseram a fazer”, revela a diretora.

“Nossa ex-aluna nos enche de orgulho e nos motiva a continuar trabalhando por uma educação de mais qualidade, com professores valorizados e qualificados, além de projetos e programas voltados para a profissionalização. Estamos muito felizes”, acrescenta Neiva.

A professora Julianne Caju relata que a ex-aluna, Juliane Melo, é muito dedicada, focada e tem muita vontade de fazer e acontecer. Ela conseguiu aproveitar ‘com muita maestria’, segundo ela, as oportunidades de estudar em uma escola pública, qualificar-se e colocar em prática todas as competências e habilidades desenvolvidas nos anos dos cursos técnicos que ela fez na Escola Técnica Estadual de Rondonópolis.


Para a professora Julianne Caju, conquistas como essas trazem uma sensação de dever cumprido. “Sinto-me extremamente feliz e orgulhosa dos meus alunos, da minha instituição e do meu trabalho. É diante de conquistas como essas que percebemos que todo amor, zelo e empenho que dedicamos ao nosso papel de educar, não foi em vão”, avalia a professora.

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Fonte: GOV MT
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Barra do Bugres

Família de Barra do Bugres procura jovem que desapareceu em Cuiabá

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O jovem Talisson de 18 anos, está desaparecido a cerca de dois meses depois de sair de casa no Bairro Jardim Ala, em Várzea Grande.

Foto: Reprodução / TVCA

Segundo informações da família, o rapaz teria se mudado de Barra do Bugres para Cuiabá, motivado por oportunidade de trabalho. Talisson é pintor. Durante entrevista ao MTTV desta quarta-feira (21) a mãe do jovem, disse que o filho teria comunicado a namorada sobre sair com um grupo de amigos, e não voltou mais. “Fui a delegacia, fui a hospital e nada. Eu estou desesperada, quero meu filho, quero saber do meu filho vivo ou morto”, declara a mãe.


Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil investiga o caso. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Talisson, deve entrar em contato pelo telefone 197, da PJC.

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Ação Social

Mãe de adolescente que teve 60% do corpo queimado em fogão improvisado pede ajuda para arrumar emprego

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O adolescente, Carlos Eduardo V. da Silva de 15 anos, que teve cerca de 60% do corpo queimado em um acidente doméstico no início do mês de julho, ao tentar acender um fogão improvisado, recebeu alta médica na última terça-feira (14) e se recupera em casa, no Bairro Vila Esmeralda em Tangará da Serra.

O adolescente teria se queimado enquanto tentava ascender a chama do fogareiro. Foto: TVCA

No dia 09 de junho, Carlos Eduardo e o irmão tentavam ascender o fogareiro com álcool, quando houve uma explosão e ele acabou atingido pelas chamas. Sofreu lesões nas pernas, abdômen e no braço direito. Por 40 dias permaneceu internado no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), ala do Pronto-Socorro de Cuiabá. A equipe médica constatou queimaduras de 1º grau, com vermelhidão da pele e de 2º grau em algumas regiões específicas, com formação de bolhas, e o adolescente foi submetido a duas cirurgias de enxerto na perna.

Eduardo passou por duas cirurgias de enxerto de pele na perna.

Apesar de já ter superado a pior parte do tratamento, outra preocupação entristece a família de Eduardo; os gastos com os materiais de cuidados especiais e higiene pessoal  como lenços umedecidos, sabonetes antibactericidas, e ainda, malhas compressivas para queimaduras, que são meias pós cirurgia específicas para tratamento de queimaduras. Os produtos são caros e os pais de Eduardo não conseguem cobrir as despesas. Estão desempregados e a única fonte de renda é o benefício do Bolsa Família de R$200.

Na quitinete de três cômodos, moram cinco pessoas. Durante a recuperação de Eduardo,  muita gente ajudou doando mantimentos e móveis à família. Agora, o que a mãe de Eduardo deseja é conseguir emprego para ela, o filho mais velho, de 18 anos e o marido. “Nós precisamos trabalhar. Eu, meu marido e meu filho temos saúde e força de vontade para trabalhar só precisamos de oportunidade. Qualquer emprego que aparecer será muito importante pra nós. Agradecemos de coração todas as doações, o povo ajudou bastante a nossa família, e agora, nós precisamos com urgência é de trabalhar”, suplica Rosineide Vieira da Silva.


Em vez de doações, família pede emprego para poder arcar com as despesas do tratamento de Eduardo.

Caso alguém possa oferecer oportunidade de trabalho à família, entre em contato pelo Fone: (65)9.93489235, ou diretamente no endereço: Rua 16, nº 511 – W, Bairro Vila Esmeralda, Tangará da Serra.

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