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Nacional

Evangélicos vão orar em monte e mais de 50 são mordidos por morcegos em SP

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Morcegos atacam mais de 50 pessoas arrow-options
Reprodução/Trond Larsen
Morcegos atacam


A coordenadoria de Vigilância em Saúde ( Covisa ) divulgou que casos de mordidas de morcegos aumentou 700% em 2018 no bairro de Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo. 

O aumento é em comparação ao mesmo período de 2018. Segundo o órgão, ano passado sete pessoas foram atendidas por mordidas do animal na Unidade de Vigilância em Saúde (UVIS). Em 2019 o número saltou para 56 apenas no bairro. 

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 Os ataques ocorreram em sua maior parte na área de Proteção Ambiental ( APA ) do Iguatemi. Lá, habitat natural dos morcegos, evangélicos sobem para orar. 

Ainda segundo com informações da Covisa repassadas ao G1, na capital paulista o número de incidentes aumentou.  Enquanto que 2018 foram registrados 106  ataques dos animais, até agosto de 2019 já foram registradas 164 ocorrências desse tipo, incluindo as 56 de C idade Tiradentes .


Os animais podem transmitir doenças, principalmente o vírus da raiva . Os efeitos da mordidam perpassam náuseas, alterações de comportamento – confusão mental, desorientação, agressividade, alucinações. Mas também podem ter espasmos ao sentir água ou vento – hidrofobia, mal-estar geral, dor de garganta e aumento da temperatura. 

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Procurador assume que trabalhava para Joesley enquanto estava na PGR

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IstoÉ

Ex-procurador Marcello Miller foi ouvido na CPMI da JBS no Congresso arrow-options
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 29.11.17
Ex-procurador Marcello Miller foi ouvido na CPMI da JBS no Congresso


Novas mensagens trocadas entre o ex-procurador Marcello Miller e o ex-coordenador da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR), Sergio Bruno, reforçam a tese de que a instituição, então sob comando de Rodrigo Janot, tinha conhecimento sobre os passos de Miller no escândalo J&F. O mais novo indício contra o ex-PGR vem de um depoimento do próprio Miller ao Supremo Tribunal Federal (STF), no qual entregou informações até então omitidas: em uma conversa com Bruno, Miller deixou claro que trabalhava, enquanto advogado, para os irmãos Joesley e Wesley Batista, ao mesmo tempo em que atuava como procurador na equipe de Janot.

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Miller ainda pediu um conselho: “Vocês (da coordenação da Lava Jato na PGR) estão em paz com a perspectiva de eu participar da leniência aqui no Brasil?” – em referência ao acordo de leniência entre os irmãos Joesley e Wesley Batista e o Ministério Público Federal. Em resposta, Bruno afirmou: “Quanto à sua participação, vou dar minha opinião — não falo pelo grupo, muito menos pelo Janot –, mas eu, no seu lugar, tentaria atuar nos bastidores”. Bruno ainda o alertou: “Quando isso estourar, vão lançar teorias da conspiração, dizendo que você atuou dos dois lados”. A conspiração, na verdade, nunca houve. O que houve foram fatos, agora irrefutáveis, de que Janot sabia que seu ex-braço direito operava para os dois lados ao mesmo tempo.

Má-fé

De acordo com a acusação do MPF, Miller, com a ajuda da advogada Esther Flesch, então sócia do escritório Trench Rossi Watanabe, teria aceitado R$ 700 mil para orientar os executivos da JBS a celebrar um acordo de confidencialidade com a PGR. Na delação premiada, os irmãos Batista revelaram ao STF que, em abril de 2017, o então assessor de Michel Temer, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, teria recebido R$ 500 mil de Ricardo Saud, executivo da J&F, em nome dos donos da empresa.

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O ex-presidente também teria sido conivente com a compra de silêncio de Eduardo Cunha por parte dos Batistas. É daí que saiu a fatídica frase: “Tem que manter isso daí, viu?” da boca de Temer. A bomba estremeceu a base do Palácio do Planalto a ponto de inviabilizar a aprovação da Reforma da Previdência naquele ano. A delação levou o presidente e seu projeto por água abaixo. A mesma delação, que teria recebido ajuda de Marcello Miller para ser concluída, seria de conhecimento integral de Rodrigo Janot. Na época, o MPF afirmou que Miller era a pessoa certa para orientar a interlocução entre os irmãos da JBS e os integrantes da PGR .


A ex-PGR Raquel Dodge solicitou ao STF a rescisão dos acordos de delação e leniência por “omissão e má-fé” dos delatores, em setembro de 2017. Dois anos depois, o relator do caso na Corte, Edson Fachin, ainda não se pronunciou sobre o pedido. Na última semana, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu Habeas Corpus a Marcello Miller e sua sócia Esther Flesch e trancou a ação penal por “inépcia da denúncia”. Realmente, o Brasil não é um país para amadores e a história acabou fazendo justiça aos fatos: Janot sempre foi um farsante.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Mulher é degolada na frente do filho de 2 anos no Piauí; suspeito foi preso

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Laysse da Silva Carvalho arrow-options
Reprodução/Facebook
Laysse da Silva Carvalho foi morta a facadas na madrugada de sexta-feira (20); o suspeito foi preso pela Polícia Militar

Uma mulher, identificada como Laysse da Silva Carvalho, 29, foi morta com cortes profundos na garganta em Nazária, Piauí. Segundo informações da Polícia Militar local, o corpo da vítima foi encontrado dentro de casa, despido, ao lado do filho dela, que tem dois anos de idade. O crime teria ocorrido na madrugada de sexta-feira (20). 

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Laysse, que trabalhava como doméstica, morava apenas com a criança. Os familiares da vítima informaram aos policiais que encontraram o corpo da mulher após a patroa dela estranhar sua ausência no trabalho. A patroa, então, entrou em contato com a irmã da vítima.


Um homem identificado como Thalisson Francisco Araújo foi preso na tarde sexta-feira como o principal suspeito do crime . A PM informou que ele estava com o celular da vítima e foi visto por vizinhos na rua da casa dela. Ele não é o pai do filho de Laysse e não teria envolvimento amoroso com ela. O homem tem uma passagem pela polícia pelo crime de estupro.

Fonte: IG Nacional
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