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Economia

Europa vai investigar relação entre Kinder Ovo e salmonella

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Europa vai investigar relação entre Kinder Ovo e salmonella
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Europa vai investigar relação entre Kinder Ovo e salmonella

A Agência de Saúde da União Europeia informou nesta quarta-feira (6) que vai investigar a possível ligação entre um surto de salmonella em crianças e a ingestão do chocolate Kinder Ovo, um principais produtos da empresa Ferrero.

Na segunda-feira,  o Reino Unido anunciou o recall do item após mais de 50 casos de intoxicação serem relatados. Desde então, diagnósticos suspeitos já foram registrados na França, Irlanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Holanda, Suécia e Noruega. Até o momento, 134 casos confirmados ou prováveis de salmonella foram identificados. O Brasil não foi afetado.

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A menos de duas semanas para a Páscoa, o número de casos em solo britânico já aumentou para 63 e outros cinco países decidiram recolher o Kinder Ovo das prateleiras. São eles: Bélgica, França, Alemanha, Irlanda e Luxemburgo.

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Produto do Brasil não foi afetado

Procurada, a Ferrero afirmou que o Brasil não está envolvido no recall. Os produtos Kinder comercializados no país são produzidos na América do Sul e não na Europa. A empresa confirmou em nota que, em outros países, está cooperando com as autoridades de alimentos sobre uma possível ligação com casos relacionados à salmonella.

“Embora nenhum de nossos produtos Kinder lançados no mercado tenha testado positivo para salmonella e não tenhamos recebido reclamações de consumidores, estamos levando o caso extremamente a sério. A segurança alimentar e o atendimento ao consumidor são nossas prioridades e lamentamos esta situação”, informa o comunidado.

Os infectados são, em sua maioria, criança menores de 10 anos. Os sintomas da salmonella incluem diarreia, cólicas estomacais, náuseas, vômitos e febre. Apesar de a maioria dos casos ser leve, pode haver complicações que resultam em internação hospitalar, sobretudo nos mais jovens, cujo sistema imunológico é mais vulnerável.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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