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Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

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Divulgação/University of Witchita

Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

Uma pesquisa conduzida pela Universidade do Alabama (ASSURE), Hunstville e a Universidade Estadual do Mississipi, Instituto Nacional de Pesquisa em Aviação da Universidade Estadual de Wichita e vários outros, analisou quais possíveis ferimentos decorrentes de colisões entre pequenos sistemas de aeronaves não tripulados, também popularmente conhecidos por drones, e pessoas.

O Estudo Fase II de Colisão de Terra da Assure, como foi chamado, analisou possíveis ferimentos que as pessoas sofreriam caso drones chocassem contra a cabeça das pessoas, mas não só, os pesquisadores queriam desenvolver uma metodologia de testes de segurança e fazer recomendações à FAA (Administração de Aviação Federal norte-americana) para a elaboração de regras. O presente estudo abrangente é o único baseado em ciências do gênero no mundo.

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Perigos de uma colisão

A Assure descobriu que os drones menores, em geral fabricados com plástico, são flexíveis e bastante possuem muita elasticidade. Segundo o pesquisador da Universidade David Arterburn, ao contrário do senso comum, eles tendem a absorver uma quantidade significativa da energia de impacto. “Um equívoco comum é que todo drone é uma rocha, então quando ele atinge você, vai te machucar como uma rocha; tanto a construção quanto a energia têm um papel na definição do potencial de ferimentos”, desmistificou Arterburn.

No total, foram 512 testes de impacto e simulações utilizando 16 veículos diferentes, incluindo drones populares (Phantom da DJI e o Mavic Pro) e vários objetos e cargas úteis, como baterias e blocos de madeira (em média pesando de 300 gramas a 6 kg). Todos os testes de impacto antropomórfico e simplificado de cabeça e pescoço foram realizados, assim como testes de impacto com substituto cadáver.

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A razão pela qual os vídeos do estudo se parecem com testes de colisões de automóveis é explicado, um dos objetivos da Assure é adaptar a metodologia comprovada ao voo comercial de drones. Em conjunto como as recomendações feitas à FAA, a organização também está buscando padrões globais de segurança.

Os ferimentos mais comuns foram lacerações, cortes e contusões. Arteburn disse que a ciência inexata das concussões impediu uma avaliação mais precisa do risco desse tipo de lesão. Houve apenas um incidente de lesões oculares graves, embora Assure reconheça que as lâminas rotativas em drones quad-copter onipresentes levarão a lesões oculares. Entre suas recomendações para a FAA, estão os protetores de rotor/lâmina para esses drones e o desenvolvimento de procedimentos de mitigação médica.

No geral, os resultados mostram que as fatalidades exigiram um grande impacto. Um tamanho de amostra maior do mundo real pode mudar a equação, mas as indicações são de que a morte acidental por drone deve ser bastante rara. O mais perigoso era ser atingido pelo veículo entre os braços do rotor, com o impacto contundente do corpo do drone causando o dano. Drones tendem a cair quando o controle é perdido e ser atingido por um drone de cabeça para baixo causou mais danos também.

A conclusao é que a orientação é importante, juntamente com a velocidade e o peso, o que ajudará a ilustrar as regras para drones sobrevoando multidões de pessoas – uma necessidade absoluta se a indústria de drones de consumo tiver alguma esperança de crescimento.

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Mudanças no mercado de drones

Não é apenas o público que é curioso sobre a gravidade das colisões entre drones e humanos. Fabricantes de drones também estão bastante interessadas na questão. “As empresas estão realmente respondendo ao fato de que agora têm padrões claros e metodologia para testes que podem levar a mudanças de projeto que podem ser feitas para melhorar a segurança de seus produtos para o público”, explica Arterburn.

Com a popularidade das entregas realizadas por drones em ambientes urbanos e suburbanos, a indústria e as regras que regem esses veículos não tripulados afetarão diretamente às empresas. As informações obtidas no relatório da Assure já afetam diretamente o design de pequenos drones. Até recentemente, velocidade e carga eram os principais ‘ditadores’ do design – agora, a segurança parece estar tomando primazia.

Regulamentos que regem o tipo de cargas, pesos e configurações que os drones de entrega podem carregar parecem muito prováveis. O uso potencial de pára-quedas de drones pode reduzir o risco, mas muito mais testes em condições menos controladas serão necessários.


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Uma das principais descobertas dos testes do estudo foi que as cargas úteis dos drones tendem a ter uma construção mais rígida e mais massa, aumentando o potencial da lesão.

Via: Popular Mechanics

Fonte: IG Tecnologia
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Fim de semana chegou: confira os lançamentos da Netflix desta semana

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Unsplash/freestocks.org

Confira os lançamentos da semana na Netflix


Todas as semanas, a Netflix adiciona novas filmes e séries ao catálogo, oferecendo sempre novas opções de conteúdo para seus assinantes, e é sempre bom saber o que vem por aí no serviço. Por isso, selecionamos as principais estreias desta semana na plataforma de streaming.

Agora, a Netflix traz de volta duas das suas séries mais populares: ” Gracie and Frank ” chega à sexta temporada, enquanto ” Sex Education ” ganha sua segunda leva de episódios.

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Confira abaixo os principais lançamentos de séries, filmes e especiais marcados para os próximos dias na Netflix :

Séries


  • Grace and Frankie – temporada 6 (15/01)
  • Ares – temporada 1 (17/01)
  • Sex Education – temporada 2 (17/01)

Filmes

  • O Limite da Traição (17/01)


Documentários e especiais

  • Leslie Jones: Time Machine (14/01)
  • A Mente do Assassino: Aaron Hernandez (15/01)
  • Mandou Bem – Alemanha (17/01)

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Animes

  • NiNoKuni (16/01)

Infantil

  • Dude, o Cãopanheiro (13/01)
  • Kipo e os Animonstros (14/01)

Fonte: IG Tecnologia
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Robô com inteligência emocional vai ajudar astronautas

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Reprodução/Nasa

Astronautas terão a ajuda de um robô


O Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da  Nasa  e a empresa australiana Akin estão trabalhando no desenvolvimento de uma  IA  com “ inteligência emocional ”, capaz de ajustar suas ações e respostas de acordo com o estado psicológico dos astronautas a bordo de uma espaçonave.

Astronautas tem que estar rigorosamente “em forma”, tanto fisicamente quanto psicologicamente, mas o confinamento por longos períodos em uma espaçonave e a rotina estressante, onde tudo é cronometrado até o último segundo, podem cobrar seu preço.

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A bordo da ISS eles falam constantemente com psicólogos da Nasa na Terra, mas em uma missão de longo prazo para Marte ou outro destino isso pode não ser possível, devido ao atraso nas comunicações. A ideia é que a  IA  seja capaz de antecipar as necessidades de um astronauta, e até mesmo intervir se perceber que sua saúde mental está em risco.

A Akin está usando o projeto Open Source Rover para dar um “corpo” à sua  inteligência artificial . O pequeno robô foi chamado de “Henry, the Helper” (Henry, o ajudante) e já circula pelos corredores do JPL interagindo com funcionários e visitantes.


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Ainda neste ano a empresa espera colocar em operação mais dois robôs: “Eva, the Explorer” (Eva, a exploradora) será uma versão mais avançada de Henry, equipada com sensores capazes de detectar mais nuances na fala e expressões faciais. O outro será “Anna, the Assistant” (Anna, a assistente) e será configurado como um “assistente de laboratório” para auxiliar funcionários do JPL em seu dia-a-dia.

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O objetivo final é desenvolver uma  IA  apelidada de “Fiona, the Future” (Fiona, o Futuro), que poderia ser usada na Gateway, estação espacial da Nasa que será colocada em órbita da Lua como parte do programa Artemis.

Fonte: IG Tecnologia
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