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Estão disponíveis as agromensais de outubro/18

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Açúcar: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 5,21% em outubro, fechando a R$ 65,89/saca de 50 kg no dia 31. A média mensal foi de R$ 64,37/saca de 50 kg, 6,06% superior à de setembro (R$ 60,69/saca de 50 kg) e 17,81% acima da média de outubro/17 (R$ 54,64/saca de 50 kg), em termos nominais. Com esse resultado, em outubro, a média de preços foi a mais elevada da temporada 2018/19. O Indicador de Açúcar Cristal ESALQ/BVMF – Santos subiu 4,4% em outubro, fechando a R$ 66,21/saca de 50 kg no dia 31. A média mensal deste Indicador foi de R$ 64,85/saca de 50 kg, 4,61% superior à de setembro/18 (R$ 61,99/saca de 50 kg) e 17,80% acima da média de outubro/17 (R$ 55,05/saca de 50 kg), também em termos nominais. Leia mais.

 

Algodão: Os preços do algodão em pluma seguiram em queda em outubro, pressionados pela retração de compradores, especialmente de indústrias, e pela maior presença de vendedores no spot em boa parte do mês. No acumulado do mês (entre 28 de setembro e 31 de outubro), o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou expressivos 7,67%, sendo a baixa mais intensa desde julho/14 (quando caiu fortes 11%). A média de outubro, de 3,0750/lp, ficou 3,82% inferior à de setembro/18, mas 16,7% acima da de outubro/17 (valores atualizados pelo IGP-DI de outubro/18). Leia mais.

 

Boi: Mesmo com as exportações de carne bovina em ritmo intenso – e, consequentemente, ajudando a limitar a oferta doméstica –, os preços do boi gordo encerraram outubro em queda, após terem subido por três meses consecutivos. A pressão veio da maior oferta de animais de confinamento e também da menor demanda por parte de frigoríficos, que receberam lotes de boi já contratados anteriormente. Somando a isso, a demanda interna por carne bovina seguiu arrefecida, o que esteve atrelado à lenta recuperação da economia brasileira. Leia mais.

 

Café: Após três meses em queda, as cotações internas do café arábica voltaram a avançar em outubro, impulsionadas pela elevação externa da variedade. A média do Indicador CEPEA/ESALQ do arábica foi de R$ 441,23/saca de 60 kg, forte avanço de 6,2% em relação à de setembro. Em comparação com o mesmo período do ano passado, entretanto, os preços ainda estão 10,2% menores (valores deflacionados pelo IGP-DI de set/18). Leia mais.

 

Etanol: A proximidade do término da moagem de cana em algumas usinas do estado de São Paulo e as vendas aquecidas do etanol hidratado nos postos sustentaram os preços ao produtor paulista em outubro. A média do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado das semanas cheias de outubro foi de R$ 1,7854/litro, alta de 5,93% na comparação com a média das semanas cheias de setembro (R$ 1,6855 /litro). Quanto ao etanol anidro, a média das semanas cheias em outubro fechou a R$ 1,9664/litro, alta de 7,58% frente a do mês anterior (R$ 1,8279/litro) – ambos considerando apenas o mercado spot de São Paulo. Leia mais.

 

Frango: Em outubro, as cotações da carne de frango estiveram em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo agentes, a menor oferta de animais para abate tem sustentado os preços da carne em patamares superiores aos observados nos meses anteriores. Quanto ao frango inteiro negociado na Grande São Paulo, a valorização foi de 4% para o produto congelado e de 4,6% para o resfriado entre setembro e outubro, com médias de R$ 4,29/kg e R$ 4,25/kg, respectivamente. Em Erechim (RS), o preço do frango congelado subiu 2,5% no mesmo comparativo, com média de R$ 4,60/kg, enquanto o resfriado foi comercializado a R$ 4,70/kg, também 2,5% superior ao observado em setembro. Leia mais.

 

Milho: Os preços do milho registraram queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea em outubro. A baixa demanda prevaleceu na maior parte do mês, uma vez que a maioria dos compradores se mostra abastecida em médio prazo. Além disso, o bom andamento da safra de verão tem feito com que compradores tenham expectativas de preços mais baixos nos próximos meses. Leia mais.

 

Ovinos: Em outubro, os preços do cordeiro vivo e da carcaça tiveram comportamento heterogêneo dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Mato Grosso registrou a elevação mais expressiva no preço do animal, de 15%, passando de R$ 6,50/kg em setembro para R$ 7,50/kg em outubro. No Rio Grande do Sul e Paraná, os preços mantiveram-se estáveis no mesmo período. Por outro lado, no Ceará, o cordeiro vivo se desvalorizou 9% entre setembro e outubro. Leia mais.

 

Trigo: Em outubro, os preços de trigo recuaram, devido à fraca demanda pelo grão nacional, por causa dos estoques mais alongados de moinhos e indústrias. Nesse cenário baixista, vendedores seguiram retraídos. Assim, entre 28 de setembro e 31 de outubro, os preços do trigo em grão no mercado balcão (recebido pelo produtor) no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná fecharam com quedas de 9,6%, 3,2% e 2%, respectivamente. No mercado disponível (negociações entre as empresas), as cotações no Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Paraná caíram 17%, 13,3%, 9,1%, 8,1% e 4,6%, na mesma ordem. Leia mais.

 

Soja: O período eleitoral brasileiro resultou em forte oscilação cambial em outubro. O valor médio da moeda norte-americana foi de R$ 3,761 no mês, 8,4% inferior ao de setembro e o menor desde maio deste ano. Esse cenário pressionou a paridade de exportação e, consequentemente, reduziu o ritmo de negócios externos envolvendo a soja em grão e também as vendas antecipadas da safra que está sendo semeada (2018/19). Vale ressaltar, no entanto, que a comercialização da temporada 2018/19 já estava adiantada e o interesse de venda do produto remanescente da safra 2017/18 é baixo. Leia mais.

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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