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Mato Grosso

Estado repassa R$ 1,2 milhões para custeio de UTI em Tangará da Serra

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O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), repassou aos Fundos Municipais de Saúde o valor total de R$ 5.865.838,24, destinado ao custeio de leitos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Efetivado nesta sexta-feira (2), o repasse faz referência à competência de abril de 2019.

Dividido entre cinco municípios mato-grossenses, o valor foi destinado a Cuiabá (R$ 3.219.159,24), Várzea Grande (R$ 396.704,00), Tangará da Serra (R$ 1.258.075,00), Juína (R$ 388.700,00) e Lucas do Rio Verde (R$ 603.200,00).

Na capital, o recurso deve ser repassado ao Hospital Infantil e Maternidade Feminina, ao Hospital de Câncer, ao Pronto Socorro Municipal, ao Hospital Geral Universitário, ao Hospital Santa Helena e ao Hospital Júlio Muller. Em Várzea Grande, o repasse é integralmente destinado ao Pronto Socorro Municipal.

Parte do montante ainda é concedido à Sociedade Juinense de Diagnóstico, de Juína, ao Hospital das Clínicas e ao Hospital Santa Ângela, de Tangará da Serra, e ao Hospital São Lucas, de Lucas do Rio Verde.

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A secretaria adjunta de Aquisições e Finanças da SES-MT esclareceu que os recursos já foram transferidos pela Secretaria de Estado e repassados aos Fundos Municipais de Saúde, que efetivam os pagamentos por serviços executados pelas unidades hospitalares.

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Outros repasses

Nesta semana, a SES-MT também efetivou o repasse total de R$ 1.377.642,66 aos Fundos Municipais de Cuiabá e Rondonópolis. O recurso é proveniente da 12ª parcela do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef) e destinado ao custeio de ações emergenciais na área da Saúde.

Conforme consta no DOE, foi repassado o valor de R$ 1.046.051,25 para a capital do estado, que deve destinar a verba ao Hospital do Câncer de Mato Grosso, ao Hospital Geral Universitário, ao Hospital Santa Helena e ao Instituto Lions da Visão.

A gestão municipal de Rondonópolis receberá o montante de R$ 331.591,41, que deve ser transferido integralmente ao Hospital Santa Casa do município.


Os investimentos têm como objetivo a melhoria e a eficácia do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso.

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Mato Grosso

MTI celebra termo com a Sefaz para criação de célula de manutenção do Fiplan

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A Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação e Comunicação (MTI) e a Secretaria de Fazenda (Sefaz) vão celebrar um Termo de Cooperação destinado à implantação de uma célula de manutenção da atual versão do Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Fiplan) e para desenvolvimento de um novo sistema.

A resolução nº 008 do Conselho de Administração da MTI que autoriza a diretoria executiva a firmar tal cooperação está publicada no Diário Oficial que circula nesta segunda-feira (19.08). O termo, no entanto, deve ser assinado nos próximos dias.

O Fiplan foi desenvolvido pelos analistas técnicos da MTI em 2007 e a aplicação foi considerada uma solução computacional inédita no Brasil –  e vem sendo mantido por duas equipes de analistas: na MTI e os profissionais cedidos à Sefaz.

De acordo com o diretor-presidente interino da MTI, Kleber Geraldino, com a assinatura da cooperação haverá somente uma equipe responsável pelo projeto, que vai se concentrar na sede da secretaria. A intenção, segundo Kleber, é assegurar maior agilidade na troca de informações entre as áreas de negócio e de tecnologia da informação – em relação aos módulos contábil, financeiro e orçamentário do Fiplan.

“O projeto vai ficar sob a gestão e gerenciamento da MTI. Somos os gestores de tudo o que for corporativo. Haverá o remanejamento de alguns analistas e ficou acordado que isso deva ocorrer em setembro. A intenção é que nesse núcleo consigamos ter o aperfeiçoamento e desenvolvimento de soluções eficientes e integradoras, de forma mais ágil”, disse.

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Kleber reforçou ainda que toda a parte tecnológica do Fiplan continua sob responsabilidade dos analistas da MTI.  Desse modo, os profissionais serão os responsáveis por contribuir tecnicamente em todas as decisões a serem tomadas relativas às melhorias e modernização à construção de um novo sistema.


O Fiplan integra em um único sistema, ações de planejamento, replanejamento, orçamento, contabilidade, programação, reprogramação, reprogramação financeira, execução da despesa, execução da receita e prestação de contas do Governo do Estado.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Licitação do Anel Viário de Rondonópolis atinge economia de R$ 1,736 milhão

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A ENPA Engenharia e Parceria Eirelli apresentou o menor valor entre as quatro empresas habilitadas que disputam licitação para executar as obras de revitalização do Anel Viário de Rondonópolis (a 217 km de Cuiabá). O montante de R$ 6,133 milhões, proposto pela construtora representa uma economia de 20% em relação ao custo de R$ 7,683 milhões previsto para obra em edital, chegando a um deságio de R$ 1.736.326,95. Além da habilitação técnica, o menor preço é principal requisito na escolha da construtora que irá tocar os serviços.

 Os envelopes contendo as propostas de preços apresentadas pelas participantes do certame foram abertos em sessão pública realizada na sexta-feira (16.08), na sede da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra). O resultado da sessão consta da terceira ata do processo licitatório publicada no site da secretaria nesta segunda-feira (19.08) e está disponível no menu “Editais e Licitação”, na capa do portal.

Segundo a presidente da Comissão Permanente de Licitação da Sinfra, Adriana Silveira Henrique, as propostas começaram a ser analisadas internamente pela comissão ainda durante a sessão e continuarão nesta segunda-feira (19.08). Nesta etapa, são avaliadas pela CPL as planilhas orçamentárias, dentre outros documentos técnicos, que também serão conferidos e classificados. O aviso de resultado será publicado no Diário Oficial.

Na sequência de menor preço estão na disputa: ENPA Engenharia e Parceria Eirelli (R$ 5.947.424,54); Fratello Engenharia Ltda (R$ 6.133.206,56); Construtora Agrienge Ltda (R$ 6.748.289,69); e Construtora AMIL Ltda (R$ 6.907.604,51).

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As construtoras Tripolo Ltda e Geosolo Engenharia Planejamento e Consultoria Ltda foram inabilitadas durante a primeira fase da licitação. A Geosolo chegou a protocolar recurso quanto à classificação na etapa de Habilitação, mas os argumentos não foram acatados pela Comissão Permanente de Licitação da Sinfra.

Após o julgamento das planilhas de preços e respeitados todos os prazos recursais e legais, a Comissão Permanente de Licitação emitirá um relatório de condução do certame e encaminhará os autos ao secretário da Sinfra, Marcelo de Oliveira, que após análise procederá a homologação e adjudicação do objeto da empresa vencedora.

O secretário adjunto de Obras Rodoviárias da Sinfra, Nilton de Britto, que esteve presente na sessão pública para abertura das propostas de preço, pediu que a construtora vencedora do certame, após a assinatura do contrato, inicie de forma rápida a mobilização para o início das obras.

“É uma solicitação do secretário Marcelo de Oliveira que os serviços comessem o mais breve possível, pois a revitalização do Anel Viário de Rondonópolis é uma prioridade por ter uma grande demanda da população de toda a região Sul do Estado”, destacou

Obra

A empresa vencedora da licitação deve executar a obra de recuperação de 16 quilômetros das rodovias MT-483 e MT-270, nos entroncamentos da BR-163, margeando a cidade de Rondonópolis. De acordo com o edital de licitação, os serviços previstos no projeto devem ser realizados no prazo de oito meses (240 dias), com vigência de contrato projetada para 330 dias.


A ata da fase de Proposta de Preço e o resultado da análise das propostas poderão ser obtidos no site: www. sinfra.mt.gov.br, acessando o menu “Editais e Licitações”, na capa do sítio.

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Fonte: GOV MT
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