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Economia

Está desempregado? Saiba otimizar seu tempo e preparar a volta por cima

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Ser útil ou desenvolver alguma atividade de que gostamos é importante para perceber que temos um lugar no mundo. Unir essas duas motivações é valioso. Este texto não tem o objetivo de lhe ensinar a buscar uma recolocação, fugir do desemprego , mas gostaria de propor uma reflexão sobre o seu tempo livre.

Eu também já estive desempregado , com contas chegando e sentindo-me um “lixo”. A impressão é de que, nessas horas, todo mundo que você ajudou ou quebrou aquele galho simplesmente some. Os processos seletivos parecem que nunca são de verdade e só você que nunca recebe um feedback nessas entrevistas. Se você está desempregado, eu sei bem como você se sente.


Ser útil ou desenvolver alguma atividade de que gostamos é importante para perceber que temos um lugar no mundo
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Ser útil ou desenvolver alguma atividade de que gostamos é importante para perceber que temos um lugar no mundo

Como mudar o mercado não está sob o nosso controle, vamos pensar em algumas atitudes para ocupar a cabeça e dar sentido ao seu cotidiano. O fato é que, enquanto você trabalhava, sua vida tinha uma rotina. Assim, sugiro que você monte uma nova rotina enquanto essa fase está passando. Não podemos esquecer que esta situação é passageira.

Como saber?

Vamos pensar em sua vida dividida em áreas: física, emocional, espiritual e intelectual. Agora vamos refletir sobre cada uma delas:

Do ponto de vista físico, ficar em casa todos os dias assistindo televisão jogado no sofá e comendo sem parar, não vai ajudar o seu corpo e sua mente a ficarem mais ativos.

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Como você já sabe, o exercício físico é necessário para manter-nos ativos. Existem inúmeros exercícios que você pode fazer gratuitamente e o mais fácil deles é caminhar. Crie a rotina de acordar todos os dias no mesmo horário e caminhar ou correr ao menos uma hora por dia, pois seu corpo precisa continuar em movimento. Se tiver um parque ou calçadão perto da sua casa, aproveite.

Existem também algumas aulas de atividades físicas que são oferecidas pelas prefeituras, associações e que podem acontecer no seu bairro. Por que não montar um grupo para caminhada ou corrida em sua vizinhança?


Indisposição joga contra você.  Exercício físico é necessário para manter-nos ativos
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Indisposição joga contra você. Exercício físico é necessário para manter-nos ativos

Sabe aquela dieta que você sempre deu uma bela desculpa pela falta de tempo? Pois é, aproveite esse momento para colocar sua alimentação em dia. Se ainda lhe sobrou o plano de saúde, utilize-o como uma oportunidade para fazer um check up ou realizar aquela cirurgia que você adiava. Tem um parente ou amigo em um lugar que tenha praia, campo ou fazenda? Quem sabe não é uma boa entrar um pouco em contato com a natureza, colocar seus pés na terra e tomar aquele banho de chuva que há anos você só tem visto em filmes?

Sob o aspecto emocional, em primeiro lugar, é importante tirar da sua cabeça a crença de que você é incompetente ou não é bom o suficiente. Somente ao aceitar você mesmo e reconhecer todo seu potencial, você irá demonstrar segurança numa entrevista futura.

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Uma técnica que gosto de realizar, ao menos uma vez ao ano, é limpar tudo que não serve mais na minha casa. Separe um momento para retirar das profundezas do seu guarda-roupa tudo aquilo que não presta, que não lhe faz mais sentido. Doe para quem precisa e abra espaço para o novo.

Venda aqueles objetos que não façam mais parte do seu lar. Remexa suas fotos, cartas e objetos que não pertençam mais a esse momento de sua vida. Mude os móveis de lugar.

Visite aqueles amigos que há muito tempo você não tem nem ideia de como estão. Caso o plano de saúde ainda esteja em vigor, quem sabe fazer uma terapia ou acupuntura para aliviar o estresse.

Não tem plano? Muitas faculdades têm clínicas/escolas gratuitas. Existem cursos de massagem ou estética em instituições sérias que precisam de pacientes voluntários para treinamento, sempre acompanhados de um supervisor. É só experimentar.

Bem, no próximo texto vamos falar de filtros em redes sociais e de espiritualidade. Siga conosco em Sua Carreira no Divã .

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Infraero “vai acabar”, diz futuro ministro de Bolsonaro a jornal

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

“[A Infraero] vai acabar”, disse Tarcísio Gomes de Freitas, futuro ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro

O governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL) quer conceder todos os aeroportos do Brasil à iniciativa privada e acabar, num prazo de aproximadamente três anos, com a Infraero, estatal que hoje administra essa rede. A declaração, concedida ao jornal O Estado de S. Paulo , é do futuro ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

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“[A Infraero ] vai acabar”, disse Freitas, que já foi diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. A única dúvida, segundo o ministro, é se a estatal será privatizada como uma empresa de administração de aeroportos ou se, ao final do processo, será extinta.

A Infraero vem enfrentado problemas financeiros desde o início do programa de concessões de aeroportos, no governo de Dilma Rousseff (PT). Desde então, terminais de grande movimento, como o de Brasília, Guarulhos (SP) e Galeão (RJ), deixaram de fazer parte da base de aeroportos administrados pela empresa brasileira.

A estatal chegou a entrar como sócia em diversas dessas concessões , mas isso, num primeiro momento, acabou aprofundando seu problemas de caixa. De acordo com o futuro ministro de Bolsonaro, essas participações também serão vendidas no próximo governo.

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Com o processo de privatização da Infraero, parte dos funcionários da estatal continuarão vinculados a ela, mas serão transferidos a uma nova empresa de controle aéreo. O restante já integra um programa de demissão voluntária , que está sendo bancado com os recursos obtidos a partir das concessões.

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Segundo Freitas, cerca de mil funcionários estão sendo demitidos da empresa brasileira anualmente. No início do programa de concessões, a Infraero tinha 12 mil empregados; hoje, são apenas 9 mil.

Comando da Infraero


Tarcísio Gomes de Freitas confirmou que o brigadeiro Hélio Paes de Barros será o novo presidente da Infraero
José Cruz/Agência Brasil

Tarcísio Gomes de Freitas confirmou que o brigadeiro Hélio Paes de Barros será o novo presidente da Infraero

O novo ministro também confirmou ao Estadão que o brigadeiro Hélio Paes de Barros será presidente da estatal e negou que a indicação tenha sido imposta pelos militares que cercam a administração do presidente eleito. “Foi escolha minha, não teve pressão nenhuma”, declarou Freitas.

O ministro de Bolsonaro acrescentou que Barros, que hoje é de diretor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), “é um grande nome, que tem profundo conhecimento na área”, e que foi escolhido por estar alinhado aos planos do governo eleito para acelerar as privatizações.

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O programa de concessões será reforçado por Martha Seillier, atual chefe da assessoria especial da Casa Civil da Presidência, que será diretora da Infraero . A economista, que já atuou na área de formulação de políticas para a aviação civil no Ministério da Defesa, foi diretora de regulação e concorrência da Secretaria de Aviação Civil.

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Economia

Afastar Brasil de China e árabes pode prejudicar agronegócio, diz ministro

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Segundo o ministro da Agricultura, a manutenção dos mercados chinês e árabe é essencial para o agronegócio brasileiro
Antonio Cruz/Agência Brasil

Segundo o ministro da Agricultura, a manutenção dos mercados chinês e árabe é essencial para o agronegócio brasileiro

Para o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, um possível distanciamento de China e dos países árabes pode prejudicar o agronegócio brasileiro. A afirmação foi feita durante uma coletiva de imprensa convocada por Maggi na manhã desta sexta-feira (14), onde o ministro fez um balanço de sua gestão à frente da pasta.

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A declaração de Maggi em defesa do agronegócio brasileiro é motivada por opiniões expressas por Jair Bolsonaro (PSL). Assim que foi eleito presidente, Bolsonaro criticou o avanço da China em negócios dentro do País e assinalou a pretensão de transferir a embaixada brasileira em Tel Aviv, Israel, para Jerusalém. A iniciativa é interpretada, pelos países árabes, como uma provocação .

Segundo o ministro da Agricultura, a manutenção dos mercados chinês e árabe é essencial para o setor agropecuário. Para se ter uma ideia, quase metade de todas as exportações de frango do Brasil são destinadas ao Oriente Médio. “Nós não temos essa questão geopolítica. Você perder isso [exportações para os árabes] significa problemas para as nossas empresas”, explicou Maggi.

O ministro ainda revelou que, em conversas recentes com a futura ministra de sua pasta, Tereza Cristina , comentou sobre a importância de manter as visitas internacionais e as negociações para abrir novas portas para os produtos brasileiros. De acordo com dados divulgados por Maggi, o Brasil conseguiu inserir 78 de seus produtos em 30 países diferentes nos últimos dois anos e meio.

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“[Meu conselho é] abrir novos mercados e manter os que nós temos. [Manter] Uma presença permanente na China”, disse o ministro. “Eu fiz seis viagens à China nesse período que estou aqui. Ir à China conversar é muito importante. Chineses, árabes, essa turma gosta muito que você esteja presente, conversar olho no olho”, completou.

China, a estrela do agronegócio


Com 26,3% de participação, a China continuou sendo o principal destino das exportações brasileiras em novembro
Divulgação/Ministério da Agricultura

Com 26,3% de participação, a China continuou sendo o principal destino das exportações brasileiras em novembro

A China continuou sendo o principal destino das exportações brasileiras em novembro deste ano, com participação de 26,3% do total. A fatia representa mais que o dobro do segundo colocado no ranking, os Estados Unidos (EUA), com um percentual de 11,9%. Os dados são do Índice do Comércio Exterior (Icomex), da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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De acordo com a FGV, as exportações para a China cresceram 97,6% (em valor), na comparação com novembro do ano passado. Os principais responsáveis por esse crescimento foram a soja, que respondeu por 45% do aumento, e o petróleo bruto (não refinado), com 32% desse crescimento.

O aumento é resultado da guerra comercial entre a China e os Estados Unidos , que faz os chineses buscarem outros fornecedores de produtos como a soja. Esse crescimento, no entanto, é possivelmente temporário e não compensará uma piora nas condições do mercado mundial, caso haja um acirramento do protecionismo.

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Ainda segundo a FGV, as exportações totais brasileiras cresceram 25,4% em valor no período. Descartando-se o efeito da mudança do Repetro, regime aduaneiro especial de exportação e de importação de bens relacionados ao petróleo, as exportações cresceram 15,6%.

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Em 2018, segundo anunciou o ministro da Agricultura durante a entrevista coletiva, as exportações do agronegócio devem bater recordes. “Será a primeira vez que o agronegócio vai ultrapassar a barreira dos US$ 100 bilhões. Já exportamos US$ 99 bilhões em 2013, mas nunca US$ 100 bilhões”, celebrou Maggi.

*Com informções da Agência Brasil

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