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Esquema faz cobranças ilegais por sepultamentos em cemitérios de SP

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Lápides em um cemitério
Brais Seara Fernandez/EyeEm/Getty Images

Lápides em um cemitério

Um novo esquema de cobrança de propina dentro do Serviço Funerário de São Paulo  foi descoberto e envolve as chamadas clínicas de tanatopraxia, responsáveis por preparar os corpos antes do sepultamento . As informações são da Rádio Bandeirantes .

O procedimento consiste em postergar a decomposição do corpo por determinado tempo e, segundo o portal, deveria ser utilizado somente em casos excepcionais. No entanto, no esquema, que conta com a participação dos motoristas das funerárias , é apresentado às famílias como “obrigatório”.

De acordo com a apuração do portal, o motorista do Serviço Funerário aborda a família ainda no hospital e ele define o preço final que será cobrado “dependendo da cara do freguês”. Quanto maior o preço “do serviço”, melhor para os motoristas, uma vez que, pelo acordo ilegal feito com as clínicas, eles ficam com cerca de 50% do dinheiro arrecadado.

Duas clínicas que foram denunciadas pela Rádio Bandeirantes já estão sendo investigadas pela Prefeitura de São Paulo.

Outro esquema

Na semana passada, o jornal também denunciou outra ação ilegal de cobrança de propina, dessa vez comandada por sepultadores e pela administração do Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste.

Segundo as reportagem, as famílias eram abordadas durante os enterros e obrigadas a pagar até R$ 350 aos funcionários responsáveis pelos sepultamentos. Quatro funcionários do Serviço Funerários foram demitidos e um processo de apuração foi aberto dentro da Controladoria Geral do Município de São Paulo para apurar o caso

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Polícia Federal faz operação de combate à exploração sexual infantil

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Polícia Federal faz operação de combate à exploração sexual infantil
Agência Brasil

Polícia Federal faz operação de combate à exploração sexual infantil

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Lobos II, que desarticulou um grupo que divulgava material de abuso sexual infantil no Brasil e em outras partes do mundo. O material criminoso era disponibilizado na darkweb e acessado por mais de 1.8 milhão de usuários. O anúncio foi feito nesta sexta-feira.

Segundo a PF, a ação criminosa consistia em  produzir e compartilhar imagens, fotos e comentários sobre abuso sexual de crianças e adolescentes, além de alimentar a demanda por esse tipo de material. A PF declarou que a ação tem  grande relevância no combate a esse tipo de crime.

Agora a polícia cumpre 104 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão preventiva, distribuídos em 20 estados e no Distrito Federal.

A PF informou que a operação foi iniciada em 2016 e estabeleceu parcerias com forças policiais de diversos países com o objetivo de identificar quem estava por trás da divulgação do material. A polícia declarou também que o grupo se dividia em arregimentadores, administradores, moderadores, provedores de suporte de hospedagem, produtores de material, disseminadores de imagens, dentre outros.

De acordo com a PF, “a união internacional de esforços permitiu a identificação de um indivíduo brasileiro que utilizava a deepweb para hospedar e gerenciar cinco dos maiores sites de abuso sexual infantil de toda a rede mundial de computadores”.

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Na darkweb, os sites e fóruns eram divididos por temática com imagens e vídeos de abuso sexual de crianças de 0 a 5 anos, abuso sexual com tortura, abuso sexual de meninos e abuso sexual de meninas. Os sites eram utilizados por mais de 1.8 milhão de usuários em todo o mundo para postar, adquirir e retransmitir materiais relacionados à violência sexual contra crianças e adolescentes.

A Operação Lobos II é uma continuidade da Operação Lobos, que conseguiu identificar e prender o principal responsável pelos sites voltados para o abuso sexual de crianças e adolescentes. Segundo a PF, na época o esforço investigativo não foi objeto de divulgação com o objetivo de viabilizar prisões de produtores e consumidores desse tipo de material criminoso e o resgate de crianças vítimas em todo o mundo.

Além disso, a polícia declarou que seguir em sigilo “permitiu a identificação e localização de dezenas de indivíduos no Brasil envolvidos com a produção e divulgação de material envolvendo abusos sexuais contra crianças e adolescentes”.

Os crimes investigados na Operação Lobos II são a venda, produção, disseminação e armazenamento de Pornografia Infantil e estupro de vulnerável, sem prejuízo de outros que possam surgir com a continuidade das investigações.

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Zeca Borges, criador e coordenador do Disque-Denúncia, morre aos 77 anos no Rio

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Morreu na madrugada desta sexta-feira, aos 77 anos, o criador do Disque Denúncia, Zeca Borges
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Morreu na madrugada desta sexta-feira, aos 77 anos, o criador do Disque Denúncia, Zeca Borges

Morreu na madrugada desta sexta-feira, aos 77 anos, o criador do Disque Denúncia, Zeca Borges, como informou o jornalista Lauro Jardim. Zeca teve um infarto na noite de quinta-feira, foi levado para um hospital na Zona Sul do Rio, mas não resistiu.

No Twitter, o perfil oficial do Disque Denúncia Rio, lamentou a morte de seu fundador: “O Rio perde o gaúcho mais carioca e apaixonado por essa cidade. E nós, perdemos um grande líder e amigo. Zeca, seu legado jamais será esquecido. Continuaremos firmes na missão que nos foi dada” .

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O governador Cláudio Castro também lamentou a morte de Zeca Borges. “O Rio de Janeiro perdeu um dos maiores defensores da paz e da justiça em nosso estado. Zeca Borges criou e coordenou o Disque-Denúncia, uma das mais poderosas ferramentas à disposição da sociedade, que ajudou a prender mais de 20 mil criminosos. Expresso minha gratidão pelo trabalho fundamental e pelo legado que Zeca nos deixou e minha profunda solidariedade à família e aos amigos” , disse em nota à imprensa.

O Disque-Denúncia foi criado em 1995 para receber ligações anônimas sobre atividades criminosas e auxiliar as autoridades policiais. Em 26 anos, recebeu mais de 2,7 milhões de telefonemas que ajudaram a prender 22 mil criminosos. O projeto se expandiu para outros estados e também para a Argentina e o Chile.

Entre os criminosos que foram localizados a partir de denúncias do programa estão os traficantes Nem da Rocinha, preso em 2011, e Elias Maluco, preso em 2002 pelo assassinato do jornalista Tim Lopes.

O recorde diário de denúncias recebidas foi registrado em 26 de novembro de 2011, quando policiais ocuparam o Complexo do Alemão. Foram 1.136 informações obtidas pelo serviço naquele dia.

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