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Mato Grosso

Escola de Saúde Pública investe na qualificação de agentes indígenas de saúde e de saneamento

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), órgão ligado à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), concluiu a primeira formação deste ano, de docentes e supervisores que serão responsáveis por qualificar Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e de Saneamento (Aisan) na modalidade de educação permanente em etapas presenciais de curso, seguidas de supervisão em área, com 40 horas por aula.

Essa capacitação pedagógica contou com a participação de 45 candidatos a docente e, além disso, houve a participação dos pontos focais dos distritos e diretores. A oficina foi conduzida pelos coordenadores pedagógicos da Escola de Saúde Publica e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Conforme informou a diretora da ESP-MT, Silvia Aparecida Tomaz, a continuidade da formação de docentes e supervisores ocorrerá no Curso de Aperfeiçoamento na Modalidade à Distância, com carga horária de 180 horas.

“A capacitação tem como alicerce as premissas de relação educativa, que se dá entre sujeitos adultos, autônomos e passa pelo seu contexto sociocultural de vida. A apropriação de conteúdos é progressiva, sucessiva e crítica, e na realidade do trabalho, como princípio educativo organizador da ação pedagógica”, pontuou.

Objetivos da Oficina

A oficina executada pela ESP-MT tem como objetivo o desenvolvimento da formação pedagógica de docentes e supervisores para qualificação dos AIS e AISAN; a discussão da formação de AIS e AISAN em contexto intercultural; a apresentação do cotidiano de trabalho e das ações de saúde como espaços de ensinar e aprender; a execução da formação pedagógica dos profissionais das diversas áreas do conhecimento inseridos no processo ensino-aprendizagem – reafirmando, desta forma, a importância da ética, da humanização, da cidadania e da capacidade de reflexão-ação sobre problemas existentes, além de formular estratégias pedagógicas para o planejamento das aulas.

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Mato Grosso

Mais da metade das áreas das propriedades rurais é preservada em Mato Grosso

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Em Mato Grosso, dados do Observatório do Desenvolvimento, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec MT), apontam que 51,4% do total da área das propriedades rurais são áreas de preservação da vegetação nativa. Os números foram extraídos do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar).

O estado tem também uma das maiores reduções de desmatamento no Bioma Amazônia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 2004 foram desmatados 11.814 km² e, em 2019 esse número reduziu 86%, passando para 1.702 km². Esse número está abaixo do limite estabelecido pelo Acordo de Pais, que é de 1.788 km².

A média da redução do desmatamento no Bioma Amazônia foi de 64% entre 2004 e 2019. Deste modo, Mato Grosso teve uma redução 34,4% superior à média nacional.

“Principal produtor e exportador do agronegócio do Brasil, Mato Grosso também é o que mais preserva seu ambiente dentro das propriedades rurais. Estamos consolidados como o maior Estado produtor de grãos e bovinos do País e, agora, demonstramos que a sustentabilidade é premissa essencial para seu desenvolvimento”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico.

Mato Grosso é o maior produtor de grãos do Brasil. Em julho, a safra para 2020 estava estimada em 70,2 milhões de toneladas, representando 28,4% da safra brasileira. Somente a soja mato-grossense representa 10,3% da produção global da oleaginosa.

Também é o estado que possui a maior área percentual de Sistema de Plantio Direto (SPD) – 83,52% de sua área plantada, à frente de Paraná e Rio Grande do Sul. O SPD incrementou em 55% o teor de carbono nos primeiros cinco centímetros de profundidade do solo e em 20% o estoque de carbono na camada até 40 centímetros de produtividades, segundo a Embrapa.

“Essa taxa de aumento do carbono no solo é quase cinco vezes maior que a meta mundial apresentada durante a 21ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima (COP21)”, diz Sérgio Leal, coordenador do Observatório do Desenvolvimento.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Preso é encontrado morto dentro de um tambor de água em cadeia no interior

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Por volta das 3h20 desta terça-feira (04.08), um policial penal da Cadeia Pública de Cáceres (200 km de Cuiabá) estava trabalhando na guarita e viu pelas câmeras de monitoramento vários recuperandos acenando para a câmera. Ele acionou os demais policiais penais e se dirigiram até a cela, onde ficam os evangélicos.

Os policiais penais entraram na cela e encontraram o corpo de Marcos Jerônimo Lino, de 41 anos, de cabeça para baixo dentro de um tambor de 200 litros, no banheiro da cela, aparentando ser suicídio.

A presença dos tambores é comum nas unidades penais, porque há horário para ligar e desligar água. Os recuperandos armazenam água nos tambores para limpeza da ala e a higiene pessoal.

Os servidores isolaram o local e comunicaram à Polícia Judiciária Civil, que vai apurar o caso. A direção da unidade já avisou a família do recuperando sobre a morte. O corpo aguarda a liberação no IML.

Fonte: GOV MT

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