conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Política Nacional

Escândalo no MEC: Senado pede que CGU forneça dados sobre investigação

Publicado


source
Ministro da CGU, Wagner Rosário, precisará dar informações sobre investigações no MEC
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 30.03.2022

Ministro da CGU, Wagner Rosário, precisará dar informações sobre investigações no MEC

A Comissão de Educação do Senado aprovou requerimento para que o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner do Rosário, envie informações sobre as investigações a respeito da atuação de pastores lobistas no Ministério da Educação (MEC).

O requerimento foi feito pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), que afirmou que o objetivo do é colher dados sobre os indícios apurados pela CGU a respeito do tema. Na segunda-feira, o  ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi exonerado de seu cargo após denúncias a respeito da atuação dos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura para facilitar o acesso de prefeitos a recursos do MEC.

Rodrigues solicitou que Wagner do Rosário forneça todo o processo de investigação com as documentações relacionadas à apuração dos fatos, como relatórios produzidos pela CGU e as conclusões do órgão.

A expectativa da Comissão era de que o ex-ministro comparecesse à sessão nesta quinta-feira, o que, até o momento, não ocorreu. Na noite de quarta-feira, o MEC enviou um ofício ao Senado informando que Ribeiro não compareceria . No entanto, o presidente da Comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI), considerou o documento sem efeito pelo fato de Ribeiro não ser mais ministro da pasta de modo que não poderia ser representado pela pasta. Assim, o MEC enviou novo ofício pedindo ao senador que desconsiderasse a comunicação.

Abertura de CPI

Antes do início da sessão, o senador Marcelo Castro afirmou que a ausência de Ribeiro seria uma provocação ao Senado para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

“Se o ex-ministro não vier, o presidente do FNDE, os pastores, e os prefeitos não vierem, é quase um convite a uma CPI, porque o Senado vai se sentir provocado, isso via estimular essa reação do Senado”, disse.

No twitter, Castro voltou a falar sobre o tema:

Leia Também

“Considero uma descortesia e um desrespeito do ex-ministro, Milton Ribeiro, não comparecer à Comissão de Educação, nesta quinta-feira (31). O caminho está aberto para a instalação da CPI do MEC. O Senado não irá se conformar com essa ausência do ex-ministro. As graves denúncias de corrupção no Ministério da Educação precisam ser esclarecidas e a Comissão de Educação tem a responsabilidade e o dever de investigar esse escândalo.”

Convite a prefeitos

Os senadores também aprovaram convite para que oito prefeitos compareçam à Comissão para falar a respeito das denúncias de pedido de propina por pastores para facilitar o acesso a recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Foram convidados os prefeitos Calvet Filho, de Rosário (MA); Gilberto Braga, Luís Domingues (MA); José Manoel de Souza, de Boa Esperança do Sul (SP); Nilson Caffer, de Guarani do Oeste (SP); Reinaldo Vilela, de Três Corações (MG); Helder Aragão, de Anajatuba (MA); Junior Garimpeiro, de Centro Novo (MA); Marlene Miranda, de Bom Lugar (MA).

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.


Comentários Facebook

Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

Publicado

por


source
Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

Leia Também

A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.

Continue lendo

Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

Publicado

por


source
Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

Leia Também

Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana