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Carros e Motos

Era uma vez no México. Com a linha Touring 2019 da Harley-Davidson

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A Harley-Davidson Road Glide Special em Izamal, a cidade amarela
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A Harley-Davidson Road Glide Special em Izamal, a cidade amarela

Se ainda existe alguém que considere a Harley-Davidson uma marca essencialmente tradicional, pode rever os seus conceitos. Sim, a tradição de sua longa história jamais estará ausente de qualquer de seus modelos, mas a empresa norte-americana de forma alguma se encontra repousada sobre todas as glórias que já alcançou no passado.

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A prova disso é a sua quase total renovação a cada ano, sempre com novidades, seja com novos motores, novos equipamento e, principalmente, novos modelos de motocicletas. Você conhece de cor todas as 23 motocicletas que compõem o line-up da Harley-Davidson
para 2019? Não é fácil decorar todas elas.

Há algumas semanas mostrei aqui três motocicletas totalmente novas das famílias Sportster e Softail, prometendo uma sessão especial com as novas Touring, só que em uma viagem pela península de Yucatán, no México. E aqui está o relato dessa aventura pelas terras maias, que inclui a visita a alguns pontos de extrema importância histórica. Mas vamos às motocicletas.


A Harley-Davidson Ultra Limited, circulando na cidade de Mérida
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A Harley-Davidson Ultra Limited, circulando na cidade de Mérida

Para percorrer os quase 300 km de boas estradas asfaltadas que ligam as cidades de Mérida, Progreso, Dzilam de Bravo, Dzidzantún e Izamal, estavam à disposição dos 30 jornalistas brasileiros e latino-americanos toda a linha Touring da Harley-Davidson
, equipadas com o novo motor Milwaukee-Eight 114 de 1.868 cm3 de cilindrada. Dessa forma, alternei o percurso com a Street Glide Special, a Road Glide Special, a Road Glide Ultra e a Ultra Limited, todas elas equipadas com o novo sistema de informação e lazer Boom! Box GTS, que agora é compatível com Apple CarPlay.

Esse sistema reúne as informações de navegação, GPS e músicas em uma tela de TFT de 6 polegadas, informações essas que podem ser acessadas por toque, mesmo com luvas grossas, pelos controles nos punhos do guidão ou mesmo por voz. É claro que o que eu mais curti foram as músicas, ouvidas sem medo de incomodar alguém naquela imensidão com uma potência sonora de 25 Watt por canal. Nas Ultra são quatro alto-falantes e nas Special são dois alto-falantes.

Bem, cheguei sim, a incomodar alguém, com o volume das minhas músicas: o jornalista que vinha na moto de trás me disse depois que era possível ouvir nitidamente o som vindo da minha motocicleta. Acredita nisso?

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A família Touring ainda conta com as duas versões da Road King,
a Special 114, que já mostrei aqui há cerca de um mês (rodei com ela no Brasil), e a Classic 107, a única da família que manteve para 2019 o motor de 1.745 cm3 de cilindrada.

Saí de Mérida com a Harley-Davidson Street Glide Special
, uma bagger que tem dois alforjes laterais rígidos e estendidos, que encobrem parcialmente os escapamentos pretos, e a carenagem fixada ao guidão, com dois alto-falantes e farol único redondo. O estilo é o seu forte, o que explica o parabrisa mínimo e o guidão compacto preto.

Pé na estrada com a nova Harley-Davidson


A Harley-Davidson Street Glide Special a caminho da cidade de Progreso
Divulgação

A Harley-Davidson Street Glide Special a caminho da cidade de Progreso

O caminho é uma auto-estrada larga e de bom asfalto, fazendo chegarmos rapidamente à cidade litorânea de Progreso. Trata-se de uma cidade pequena e muito acolhedora, com as praias banhadas pelo Golfo do México. Prosseguindo até Dzilam de Bravo, desta vez o caminho era bastante peculiar, com a estradinha estreita cercada de água pelos dois lados, já que estávamos sobre uma faixa de terra entre o golfo e um canal natural.

Em Dzilam, troquei a Street pela Road Glide Special, praticamente a mesma bagger só que com uma enorme carenagem fixa, dois alto-falantes e parabrisa baixo. Também tem alforjes estendidos e escapamentos pretos.

A estrada, já entrando para o interior da península em direção a Dzindantún, era mais recortada, passando por dentro de vários povoados bem típicos da região.

Deixei a Road Glide Special na interessante cidade de Izamal, conhecida como “a cidade amarela” por ter todas as suas construções dessa cor. Com uma arquitetura bem mais peculiar, Izamal mostra com intensidade os resquícios da civilização maia, ainda presente no local. Durante o almoço, uma trupe local mostrava na dança as comemorações pelo Dia de los Muertos, o equivalente para nós ao dia de Finados.

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De Izamal até o destino final, que fechou o percurso novamente em Mérida, a estrada de asfalto bem novo foi percorrida à noite, em uma viagem extremamente sossegada. É claro que os três faróis da Ultra Limited, a motocicleta com a qual encerrei o dia, me deram uma dose extra de tranquilidade.

A Harley-Davidson Ultra Limited
tem carenagem móvel do tipo batwing, fixada ao guidão, com dois alto-falantes mais dois no tour-pak traseiro. Os dois alforjes laterais são um pouco menores do que os das Special e deixam mais à mostra os escapamentos cromados.

Ao fim do dia, deixamos as motocicletas de volta à concessionária Península, em Mérida, onde rolou uma festa bastante animada.


A Harley-Davidson Road Glide Ultra e seu parabrisa elevado
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A Harley-Davidson Road Glide Ultra e seu parabrisa elevado

No dia seguinte, a viagem prosseguiu até as ruínas da cidade de Chichém Itzá, o sítio arqueológico mais visitado do México. A pirâmide principal é o Templo de Kukulkán, que todas as noites se torna o centro de um incrível espetáculo visual. Chichén Itzá foi eleito uma das Novas Sete maravilhas do Mundo.

A minha companheira nesse dia foi a Harley-Davidson Road Glide Ultra, que é uma fusão da Road Glide Special, de quem toma a carenagem fixa e os dois faróis retangulares, só que com parabrisa alto, e a Ultra Limited, de quem toma o tour-pak com mais dois alto-falantes e os alforjes menores mostrando os escapamentos cromados.

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Para quem curte a família Touring carenada, essas quatro motocicletas podem deixar um candidato a harlista em um grande nível de indecisão. Quem sabe o preço de cada uma o ajude a escolher: a Harley-Davidson
Street Glide Special custa R$ 95.400, a Road Glide Special custa R$ 97.900, a Road Glide Ultra custa R$ 101.900 e a Ultra Limited custa R$ 102.900.

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F-150 Lightning será a primeira picape elétrica Pace Car da Nascar

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F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana
Divulgação/Ford

F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana

A Ford anunciou nesta quarta-feira que o Pace car da etapa da Nascar em Martinsville será um carro  elétrico. A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da montadora de Detroit a comandar uma prova da categoria.

Fazendo oposição ao motor V8 de 5.8L que equipa os modelos da Nascar e geram entre 550 e 670 cv, dependendo da configuração, a F-150 Lightning possui dois motores elétricos que combinam para 563 cv e 107 kgfm de torque, e o Vice Presidente de veículos elétricos da marca, Darren Palmer, espera que os torcedores da Ford fiquem impressionados com a picape:

“Mal podemos esperar aos nossos fãs do que a F-150 Lightning é capaz. Fazendo 0 a 100 km/h em 5 segundos, acredito que vamos chamar alguma atenção na pista.”

A versão elétrica da F-150 vem sendo um grande sucesso para a montadora, tendo sido realizados quase duzentos mil pedidos de reserva desde que o modelo foi revelado, em maio de 2021. A montadora até revelou que irá aumentar a produção da F-150 Lightning de 40 mil unidades por ano para 150 mil até o meio de 2023.

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“A resposta dos consumidores à picape Lightning foi tão positiva que decidimos trazer o modelo para um evento da Nascar. Sabemos que quem estará presente adora caminhonetes e estamos confiantes que vão gostar ainda mais quando assistirem a F-150 Lightning liderando o pelotão”, disse Jeannee Kirkaldy  Gerente de Marketing de competições da Ford Performance .

A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da Ford a servir como Pace Car em uma prova da Nascar. O primeiro foi o Focus EV, de 141cv que comandou a etapa de Richmond, em abril de 2012, mais recentemente o Mustang Mach-E comandou a prova de Talladega no ano passado.

A etapa de Martinsville da Nascar Cup Serie s acontecerá no sábado (9) às 20h30 e será transmitida para o Brasil no canal Bandsports na TV fechada.

Fonte: IG CARROS

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Conheça os padrões de conectores para carregar um carro elétrico

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento
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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento

Ao dirigir um carro elétrico, o motorista sempre ficará atento à autonomia do veículo e à localização dos eletropostos pelo trajeto já que achá-los pode não ser tarefa tão simples, ainda mais com pouca autonomia no carro. Mas além dessas preocupações, ao chegar aos pontos de carregamento surge mais uma: O conector do posto é compatível com meu carro?

Antes de apresentar os tipos de plugues disponíveis, é necessário entender primeiro o tipo de corrente elétrica que cada estação de recarga fornece. Correntes elétricas são o movimento de elétrons através de um material condutor, que se movem a fim de equilibrar a diferença de potencial elétrico entre as extremidades.

Existem dois tipos de correntes elétricas: Correntes alternadas e correntes contínuas . Basicamente, o que define o tipo de corrente é a movimentação das partículas, na corrente contínua os elétrons se movem apenas em um sentido, enquanto na corrente alternada, o movimento é variável.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos
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Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos

Existem os carregadores AC e DC (Corrente Alternada e Corrente Contínua, em inglês). O tipo mais comum é o AC, de corrente alternada. Esse tipo de corrente é mais fácil de ser transportado pela rede elétrica, por isso é o utilizado nas residências e na maioria dos eletropostos.

Ao conectar um carregador AC no seu carro elétrico o tempo de recarga será longo, pois a corrente alternada é convertida em corrente contínua dentro do próprio carro, que é o tipo utilizado pelas baterias.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos , e ao ser conectado no veículo a energia vai diretamente para as baterias, reduzindo assim o tempo gasto para recarregar o veículo.

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos, cada continente tem um formato. Sobre cada um deles, a reportagem de iG Carros conversou com Tiago Garcia, youtuber e dono do canal “Meu Carro Elétrico”.

1 – J1772 e CCS1

O Padrão J1772 é regulamentado pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e busca simplificar os conectores de carregamento  de elétricos. Esse padrão é utilizado na América do Norte e Japão. A partir deste modelo nasceu o padrão CCS1 de carregamento em corrente contínua (DC), ambos são muito similares, mas o padrão para recarga rápida possui dois conectores extras, específicos para a corrente contínua.

2 – CHAdeMO

Apesar do padrão de recarga em corrente alternada japonês ser o mesmo do norte-americano, o sistema de carga rápida é diferente. O modelo é fabricado desde 2009 e foi pioneiro na eletrificação dos modelos japoneses, é utilizado somente no mercado asiático e alguns veículos como os modelos da Tesla que são importados vem com o adaptador.

3 – Mennekes e CCS2

O padrão europeu é o mais comum de ser encontrado no Brasil , já que muitos veículos elétricos disponíveis aqui são importados do Velho Continente. O padrão tem esse nome devido à empresa que o fabrica. Assim como no modelo norte-americano , a entrada de carregamento rápido é apenas uma adaptação da entrada comum, o que facilita na hora de realizar a recarga rápida.

4 – GB/T

O maior mercado de carros elétricos do mundo tem seu próprio padrão de carregamento. Além da China o padrão GB/T é utilizado também na Índia. É o modelo encontrado nos carros elétricos vendidos pela JAC no Brasil, mas a marca disponibiliza o adaptador que converte o europeu dos eletropostos para o chinês encontrado no veículo. Mas vale atenção: apesar de ter o mesmo nome para as versões de corrente contínua e alternada, os encaixes não são os mesmos.

5 – Tesla

O último padrão disponível é o desenvolvido pela fabricante estadunidense Tesla. O modelo da empresa de Elon Musk não diferencia corrente alternada de corrente contínua, o que fará a diferença da velocidade é o ponto de recarga. Os modelos da Tesla disponíveis no Brasil podem enfrentar dificuldades ao utilizar os postos de carga, por serem importados independentemente, o padrão encontrado no carro será o do país de origem do carro.

No Brasil o padrão mais comum é o mesmo utilizado na Europa, tanto para recargas de corrente alternada quanto de corrente contínua. Um padrão global de carregadores elétricos poderia facilitar a vida das montadoras que importam seus veículos elétricos ao redor do mundo e também dos compradores, que não precisariam ter mais dúvidas.

Fonte: IG CARROS

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