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Economia

Equipe econômica do governo Bolsonaro está praticamente fechada

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Há pouco mais de um mês para a posse de Bolsonaro, equipe econômica de seu governo está praticamente fechada
Wilson Dias/Agência Brasil – 7.11.2018

Há pouco mais de um mês para a posse de Bolsonaro, equipe econômica de seu governo está praticamente fechada

Faltando pouco mais de um mês para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, a equipe econômica de seu futuro governo está praticamente fechada. Para completar a lista de nomes que comandarão a economia do País, faltam apenas os anúncios oficiais de dois cargos. A gestão Bolsonaro assume o governo no dia 1º de janeiro de 2019.

Leia também: Empresas brasileiras mostram otimismo após eleição de Bolsonaro, aponta Markit 

Além de passar pela aprovação do futuro presidente, todos os nomes que irão compor a equipe econômica
de Bolsonaro
também passaram pelo economista Paulo Guedes. Guedes ficará com o comando do “superministério” da Economia (uma pasta que vai englobar Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio Exterior) e está ao lado do presidente eleito desde o início do período eleitoral.

A equipe conta com os economistas Roberto Campos Neto, que irá presidir o Banco Central (BC); Joaquim Levy, que vai presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Roberto Castello Branco, que assumirá o comando da Petrobras e Mansueto Almeida, que ficará à frente da Secretaria do Tesouro Nacional.

O futuro presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto
, é atualmente executivo do Banco Santander e substituirá Ilan Goldfajn no cargo. Ao assumir, Campos Neto terá a missão de levar adiante o projeto de independência do BC
defendido por Paulo Guedes
, que deseja que o mandato da instituição financeira não coincida com o do Presidente da República.

Para assumir o BC, Campos Neto será sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e deverá ter seu nome aprovado tanto pelo colegiado quanto pelo plenário da Casa.

Joaquim Levy, que foi ministro da Fazenda no segundo mandato do governo de Dilma Rousseff e secretário do Tesouro durante a primeira gestão de Lula, vai deixar o cargo de presidente do Banco Mundial (BM) para assumir a chefia do BNDES
. A promessa, durante a sua gestão, é de que ele realize um ajuste fiscal para conter os gastos públicos do banco de fomento. Bolsonaro já afirmou que retirará o sigilo das operações feitas pelo BNDES
.

Já o comando da Petrobras por Roberto Castello Branco foi confirmado nesta segunda-feira
(19) por Guedes, logo depois da confirmação de Castello Branco. Quem também aceitou o convite foi Mansueto Almeida, que irá permanecer na presidência da Secretaria do Tesouro Nacional, cargo que exerce desde abril deste ano.

Apenas dois cargos da equipe econômica de Bolsonaro ainda não estão decididos


Ivan Monteiro pode integrar a equipe econômica de Bolsonaro
iG São Paulo

Ivan Monteiro pode integrar a equipe econômica de Bolsonaro

Entre os cargos que ainda não tem nomes confirmados, estão as presidências da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Entretanto, de acordo com informações divulgadas hoje (19) pelo jornal O Estado de S. Paulo, Ivan Monteiro, que atualmente está na direção da petroleira, pode assumir o comando do Banco do Brasil
.

Depois de não expressar vontade em permanecer na presidência da estatal alegando desgaste e a finalização da reestruturação financeira da empresa, Monteiro deve entrar na presidência do Banco do Brasil em 2019.

Caso o convite seja aceito por Monteiro, a equipe econômica
de Bolsonaro cogita dois nomes para a presidência da Caixa Econômica Federal: Rubem Novaes, ex-diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e professor da FGV, ou Pedro Guimarães, sócio do Banco Brasil Plural.

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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