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Então é Natal: a partir de R$ 967, compare Motorola G8 Play, G8 Plus e One Macro

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Dimítria Coutinho

Veja o que achamos de cada um dos três smartphones


No final de outubro, a Motorola lançou três novos smartphones , o Moto G8 Play , o Moto G8 Plus e o One Macro .

Com a justificativa de que cada dispositivo atende um público diferente, a fabricante deixa muita gente na dúvida na hora de escolher, já que os três são celulares intermediários e com preços nem tão diferentes assim.

Atualmente, os preços oficiais do G8 Play, One Macro e G8 Plus são, respectivamente, R$967,12, R$1231,12 e R$1495,12. 

Testei os três smartphones e, no review abaixo, te conto com sinceridade tudo o que achei de cada um deles, assim como as principais diferenças entre os três modelos.

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Dimítria Coutinho

Testamos os três smartphones

Design e tela

Os três smartphones têm designs quase idênticos – causando até confusão. Na parte da frente, todos têm tela na proporção 19:9 com o notch centralizado no topo.

Motorola One Macro e Moto G8 Play têm tela de 6,2 polegadas, enquanto o Moto G8 Plus tem 6,3 polegadas. 

Na parte traseira, o conjunto de câmeras fica alinhado na vertical do lado esquerdo em todos os três dispositivos.

O sensor de impressão digital fica na parte central superior, em uma ótima localização. A altura é suficiente para o indicador alcançar sem precisar fazer nenhum malabarismo, e a distância da câmera é boa – não passei o dedo nas lentes nenhuma vez procurando o sensor, o que costuma acontecer em alguns outros celulares. 

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Falando na parte traseira, a Motorola inovou nas cores dos smartphones . Cada um deles tem duas opções de cores, e os dispositivos que eu testei eram nos tons Vermelho Magenta , no Moto G8 Play, Azul Safira , no Moto G8 Plus, e Azul Espacial , no One Macro.

Todas as cores são bem bonitas, e aí é questão de gosto – minha preferida foi o Azul Espacial. Eu só reclamaria um pouco do degradê em todos os três tons, que acabou ficando bem marcado no terço inferior do celular. 

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Dimítria Coutinho

A Motorola inovou nas cores dos smartphones


A respeito da tela, Moto G8 Play e One Macro tem tela HD+, enquanto G8 Plus tem tela Full HD+, todas com tecnologia Max Vision . Na prática, não dá para notar muita diferença.

A resolução é boa nos três smartphones, e a do G8 Plus fica um pouquinho melhor nos vídeos mais detalhados e jogos . Mas a diferença não é grande o suficiente para dar muita atenção a esse tópico na hora de escolher entre um dos três modelos. 

Software e hardware

Quando o assunto são as especificações técnicas dos três aparelhos, eles têm algumas diferenças. Veja a lista dos principais detalhes dos três celulares:

Moto G8 Play

  • Processador Helio P70M – Octa-core – 2GHz
  • 2 GB de memória RAM e 32GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

Moto G8 Plus

  • Processador Snapdragon 665 – Octa-core – Quad-core 2.0 GHz + Quad-core 1.8 GHz
  • 4GB de memória RAM e 64GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

Motorola One Macro

  • Processador Helio P70M – Octa-core – 2GHz
  • 4Gb de memória RAM e 64GB de armazenamento
  • Android Pie 9.0
  • 4.000 mAh de bateria

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Analisando friamente, teríamos uma escala de “melhor” para “pior” da seguinte forma: Moto G8 Plus, One Macro e Moto G8 Play . Mas, na prática, como os três celulares se comportam?

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A verdade é que se você tiver um uso moderado, o que é esperado de um consumidor de celulares intermediários como esses, qualquer um dos três dá conta.

Se você for o tipo de pessoa que exige mais do processamento e do armazenamento, aí nenhum dos três deve ser a opção ideal. 

Durante os testes, os três celulares desempenharam bem, sem nenhum travamento.

Mas é claro que, ao longo do tempo, os 2GB de RAM e os 32GB de armazenamento do G8 Play ou o processador do G8 Play ou do One Macro podem deixar a desejar se você for um usuário que exige um pouco mais do celular. 

Por falar em exigir mais do celular, testei games “pesados” , com bons gráficos, nos três modelos e confesso que nenhum dos três decepcionou.

Primeiro, testei o jogo Dead Trigger 2 , que tem gráficos complexos mas que é um pouco menos dinâmico. Os três smartphones rodaram o jogo muito bem, sem travar nenhuma vez. 

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Depois, testei o Asphalt 9 , que também tem gráficos complexos, mas já é um jogo mais dinâmico, de corrida.

Nesse caso, os três smartphones apresentaram pequenas travadas em alguns momentos, mas nada que tenha comprometido o andamento do jogo.

Mas é importante pontuar que durante os testes os celulares não estavam com muitos aplicativos baixados e nem com muitos arquivos comprometendo a memória. Com o uso mais contínuo do dispositivo, esse tipo de falha nos jogos tende a ser mais recorrente. 

A respeito do software , os três smartphones vêm com Android 9 Pie , e a interface é aquela já conhecida da Motorola : com pouco trabalho em cima do Android puro, se tornando bastante limpa e intuitiva de mexer.

Não tenho o que reclamar das baterias de 4.000 mAh, que duram o dia todo. 

Câmera

A câmera de um smartphone costuma ser o recurso queridinho dos brasileiros, e esses lançamentos da Motorola prometeram trazer lentes interessantes.

Como foi isso na prática? Primeiro, vamos destacar quais são as lentes presentes em cada um dos celulares:

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Moto G8 Play

  • Câmera frontal de 8MP
  • Câmeras traseiras: 
  • Principal de 13MP e f/2
  • Lente de 117º ultra-wide de 8MP e f/2.2
  • Sensor de profundidade de 2MP e f/2.2

Moto G8 Plus

  • Câmera frontal de 25MP e f/2
  • Câmeras traseiras:
  • Principal de 48MP e f/1.7
  • Sensor de profundidade de 5MP
  • Câmera de ação com f/2.2
  • Sensor de foco automático a laser

Motorola One Macro

  • Câmera frontal de 8MP
  • Câmeras traseiras:
  • Principal de 13MP
  • Câmera macro de 2MP
  • Sensor de profundidade de 2MP
  • Sensor de foco automático a laser

Recursos especiais

Primeiro, vamos falar sobre os recursos especiais que cada um dos smartphones têm. No caso do Moto G8 Play, o destaque é a câmera ultra-wide , que faz fotos com o campo de visão mais aberto.

Confesso que esse recurso é um dos meus preferidos nas câmeras, então estava empolgada. Mas a lente decepciona um pouco. 

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Dependendo do ambiente, a abertura de campo causa uma distorção nas laterais da fotografia , como se o ambiente estivesse arredondado – isso não acontece em outros modelos de celular com esse recurso, por exemplo.

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E jamais tire fotos do chão com essa lente, a não ser que queira que sua perna pareça ter dois metros. Brincadeiras e críticas à parte, se o enquadramento for certo, como em uma paisagem, o recurso funciona bem e cumpre seu papel. 

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Dimítria Coutinho

A sala ficou com o canto um pouco arredondado e as pernas ficaram gigantes


No caso do Moto G8 Plus, o destaque é o recurso Night Vision que, em palavras simples, torna fotos feitas à noite mais claras. Eu gostei bastante do resultado.

Para paisagens, pode ser que a imagem fique clara demais, mas o efeito final é bem legal. O destaque mesmo é para fotos de pessoas tiradas em ambientes escuros. Nesse caso, as imagens ficam com a claridade ideal, sem ficar com aquele branco exagerado do flash. Aprovado. 

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À esquerda, foto com modo normal. À direita, com recurso Night Vision


Já o destaque do Motorola One Macro, como o próprio nome diz, é a lente macro, que consegue focar em objetos bem próximos . Para fazer o teste, fiz duas fotos do meu brinco a partir da mesma distância, uma com a câmera normal e a outra com a câmera macro.

O resultado é ótimo. A lente macro consegue focar bem em objetos próximos e entrega imagens com riqueza de detalhes. 

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À esquerda, foto com a lente normal. À direita, foto com a lente macro.


Outros recursos especiais são o foco a laser no Moto G8 e no One Macro e os sensores de profundidade nos três celulares.

O foco a laser dá, sim, uma diferença em relação ao G8 Play, que não tem o recurso. Mas, dependendo do objeto e da iluminação, o foco a laser não funciona muito bem. Eu diria que ele é bom, mas não excelente.

Já os sensores de profundidade funcionam bem para as fotos em modo retrato , desfocando o fundo.

As imagens entregues pelo One Macro e pelo G8 Play são bem parecidas, e o desfoque do G8 Plus é um pouco melhor, inclusive com mais opções de níveis de desfoque no momento de fazer a fotografia. Mas os três estão aprovados nesse quesito.

Os recursos de time-lapse e câmera lenta também funcionam bem em todos os celulares testados. 

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Comparando as três câmeras

Na câmera traseira, as fotos feitas com o Moto G8 Plus são indiscutivelmente melhores que as dos outros dois celulares.

A nitidez é maior e o celular capta as cores e iluminação de forma mais fiel à realidade. Vale comentar que as fotos do G8 Play ficam um pouco forçadas na nitidez.

Quando você abre a câmera, parece que a foto vai sair toda pixelada e sem qualidade.

Depois de clicar, o software do celular processa a foto e dá uma bela arrumada nela, mas em alguns casos a nitidez fica exagerada, como se a foto tivesse embelezada demais. 

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Dimítria Coutinho

Comparação da câmera principal traseira dos três celulares


Na câmera frontal, os três smartphones entregam boas selfies , mas há diferenças de cores e iluminação.

Eu diria que isso vai do gosto de cada um, mas minha câmera de selfie preferida foi a do One Macro, que fica com a definição melhor que a do G8 Play mas não fica tão “embelezada” quando a selfie do G8 Plus. 

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Dimítria Coutinho

Comparação das câmeras frontais dos três celulares


Veredicto final

Para quem quer um celular intermediário , eu recomendaria qualquer um desses três com facilidade.

Ficou claro que o Moto G8 Plus desempenhou melhor em diversos aspectos, mas ele também é o dono do preço mais salgado entre os três, então a escolha também depende do bolso de cada um. 

Não só do bolso, mas também do gosto: desde as especificações técnicas, que devem ser olhadas com carinho de acordo com o quanto seu uso exige do celular, até os recursos de câmera, que dependem da preferência de cada usuário.

Fonte: IG Tecnologia
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Índia se torna 2º maior mercado de smartphones do mundo, superando EUA

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Olhar Digital

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Mercado de smartphones tem reviravolta


A Índia ultrapassou os Estados Unidos no ranking de maior mercado de smartphones do mundo . Agora, o país ocupa o segundo lugar lugar, atrás somente da China , que segue líder no setor. 

Segundo um estudo realizado pela Counterpoint Research, o país recebeu 158 milhões de smartphones em 2019, um aumento de 7% comparada à pesquisa feita no ano anterior. 

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O relatório também destaca a participação fundamental da China no mercado indiano de celulares. Cerca de 72% dos 158 milhões de smartphones foram fabricados por marcas chinesas, como Xiaomi , Oppo e Realme

Sozinha, a Xiaomi é fabricante de 28% dos smartphones na Índia , e o país já representa o principal mercado de atuação da empresa.

Entre outras gigantes do setor, a Apple registrou aumento no número de aparelhos alocados na Índia . A Samsung , por outro lado, viu seu desempenho cair 5% em relação ao levantamento anterior.

Fonte: IG Tecnologia
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Coronavírus ameaça crescimento da produção de iPhones em 2020

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Reprodução

Apple planejava lançar cinco modelos diferentes de iPhone durante 2020

A Apple pode interromper seus planos de aumentar a produção do iPhone em 10%, na primeira metade deste ano, devido ao avanço do surto de coronavírus por toda a China , informou nesta terça-feira (28) o jornal “Nikkei Asian Review”.

iPhone de baixo custo pode ter produção iniciada em fevereiro

De acordo com a publicação, a empresa pediu a seus fornecedores, muitos dos quais têm unidades de fabricação na China, que fabricassem até 80 milhões de iPhones na primeira metade deste ano. 

Seriam cerca de 65 milhões de seus antigos modelos e até 15 milhões de unidades de um novo modelo de preço reduzido que planeja apresentar em março, segundo o Nikkei, que obteve informações de pessoas familizarizadas com os planos da companhia americana.

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No entanto, devido ao avanço do coronavírus, a produção em série, que deveria comelar na terceira semana de fevereiro, pode atrasar.

Praticamente todos os iPhones do mundo são fabricados na China, principalmente pela Hon Hai Precision Industry, controlada pela Foxconn, na chamada Cidade do iPhone, em Zhengzhou, e pela Pegatron, em uma unidade de montagem nos arredores de Xangai.

Cada um desses locais fica a mais de 500 quilômetros de Wuhan, no centro da China, o epicentro do surto viral , mas essa distância não os imuniza contra seus efeitos.

“Não consigo imaginar um cenário em que a cadeia de suprimentos não seja afetada”, disse Patrick Moorhead, analista veterano do setor da Moor Insights & Strategy, em entrevista à Bloomberg.

“Se houver um grande problema de matérias-prima, fabricação, montagem, teste e remessa, haverá uma interrupção “, acrescentou.

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A Apple, com sede em Cupertino, na Califórnia, que registrou mais de US$ 142 bilhões em vendas de iPhone no ano fiscal de 2019, lançou versões de smartphones mais baratos para atrair compradores e conter o declínio nas vendas de sua principal categoria de produtos.

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A fabricante do iPhone está prestes a relatar os resultados do primeiro trimestre após o fechamento dos mercados nesta terça-feira.

Procurada pela Reuters, a Apple não respondeu a um pedido para comentar as informações publicadas pelo Nikkei.

Até o momento, o surto do vírus causou a morte de mais de 100 pessoas e infectado mais de 4.500 na China.

Na segunda-feira, as ações da Apple fecharam com queda de quase 3%, a US$ 308,95, com o temor do coronavírus arrastando os valores das gigantes de tecnologia e fabricantes de chips americanas.

No ano passado, os papéis da Apple registraram alta de cerca de 86%.

Bolsas asiáticas registram perdas

A rápida disseminação do coronavírus continua afetando os mercados globais.

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Na Ásia, a Bolsa de Tóquio encerrou a sessão desta terça-feira (28) com queda de 0,55%, com o índice Nikkei perdendo 127,80 pontos, a 23.215,71 unidades, nível mais baixo de fechamento desde 8 de janeiro.

O coronavírus levou autoridades japonesas a adotarem medidas mais drásticas para conter o surto.

Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 3,09%, a 2.176 pontos, enquanto que o Straits Times, da Bolsa de Cingapura, registrou uma desvalorização de 1,1%, somando 3.181 pontos.

As bolsas de Xangai e Shenzhen permaneciam fechadas , assim como as de Taiwan e Hong Kong.

As bolsas europeias operavam sem uma direção única, após as fortes quedas registradas na véspera.

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O Índice DAX, da bolsa de Frankfurt recuava 0,08%, a 13.194,18 pontos, enquanto o CAC 40, da bolsa de Paris, avançava 0,13%, somando 5.870,43 pontos.

Na Bolsa de Milão, o índice FTSE MIB subia 0,70%, aos 23.578,95 pontos, enquanto o Ibex, da Bolsa de Madri, avançava 0,32%, atingindo os 9.396,60 pontos. Na Bolsa de Londres , o FTSE 100 registrava alta de 0,21%, somando 7.427,97 pontos.

Petróleo cai pelo sexto dia

Os futuros do petróleo caminham para o sexto dia de perdas , com o Brent abaixo de US$ 60 o barril, tendo tocado na segunda-feira mínima de três meses, a US$ 58,50, com o vírus disparando uma venda global de ativos considerados de maior risco.

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 Já o petróleo WTI dos EUA caiu 31 centavos, ou 0,58%, para $ 52,83 por barril. Na sessão anterior, o contrato caiu para o início de outubro, no mínimo, US$ 52,13 por barril. Ambos estão a caminho de fechar o pior mês desde maio.

Nesta terça-feira, a Opep anunciou que pretende prorrogar seus atuais cortes na produção de petróleo ao menos até junho.


A decisão veio com a possibilidade de reduções adicionais na oferta caso a demanda por petróleo na China seja significativamente impactada pela disseminação do novo coronavírus, disseram fontes no grupo de produtores.

A Arábia Saudita, que na prática é a líder da Opep, juntou-se a outros produtores como os Emirados Árabes, a Argélia e o Omã na segunda-feira (27), buscando acalmar os nervos do mercado ao pedir cautela contra projeções mais pessimistas sobre os impactos do vírus.

Mas membros da Opep também começaram a avaliar suas opções e intensificaram discussões internas sobre como responder melhor à derrocada dos preços , disseram as fontes.

Fonte: IG Tecnologia
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