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Engenheiros agrônomos são autorizados a definir misturas em tanque

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Defesa Agrícola

Engenheiros agrônomos são autorizados a definir misturas em tanque

Rodada de palestras da Aprosoja trata de tema com a pesquisadora Mary Bettega


24/10/2018

Na agricultura, vários produtos são usados para otimizar os processos. A mistura em tanque é realizada pelos produtores rurais e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) vem realizando palestras informativas em seus Núcleos com Mary Bettega, empresária e pesquisadora em Tecnologia de Aplicação.

Em novembro, as palestras serão em Rondonópolis (05), Primavera do Leste (06), Jaciara (07) e Cláudia (09), sempre às 7h, no Sindicato Rural.

Desde o dia 11 de outubro, os engenheiros agrônomos estão autorizados a definir essa mistura em tanque. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Conselho Federal e Engenharia e Agronomia (Confea) assinaram acordo que atribui a este profissional a responsabilidade pelo receituário de aplicação de agrotóxicos. De acordo com o Mapa, até então, o receituário reproduzia somente o que era previsto nas bulas emitidos pelo fabricante.

O ministro Blairo Maggi disse, à época, que “empoderamos os engenheiros agrônomos, que também passam a definir as misturas que podem ser feitas desses produtos. Essa era uma demanda antiga dos profissionais”.

Já o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luís Rangel, afirmou que os produtores rurais não ficarão mais escravos da recomendação das indústrias. “Hoje, a receita já pode ser incrementada pelo conhecimento técnico, pelas referências bibliográficas e cientificas disponíveis no mercado, na bibliografia acadêmica. E o engenheiro agrônomo tem mais um pouco de liberdade para fazer recomendações, do jeito que é necessário para o controle fitossanitário”, disse.

É importante que um profissional seja o responsável técnico porque existem riscos de eventual mistura criar incompatibilidade química no tanque de pulverização, precipitando uma substância, entupindo bico, criando fitotoxidade, dependendo da cultura, da forma como é aplicado.

 

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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