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Saúde

Emagrecedor proibido pela Anvisa é vendido nas redes sociais em Tangará da Serra

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Com anúncios milagrosos de emagrecimento, inibidores de apetite são vendidos pelas redes sociais, em Tangará da Serra.

Em uma busca na internet, nossa equipe encontrou pelo menos dois grupos no Facebook, com postagens de divulgação e venda de remédios para emagrecer, fórmulas de uso restrito e encontrados facilmente em rede social.

O uso indiscriminado destes produtos, gera sérios riscos à saúde, alerta a nutricionista, Juliana Deijane. “Entendemos o desejo da perda de peso rápido é comum que a pessoa, procure alternativas para uma solução breve, no entanto, esses fitoterápicos muitas vezes não são naturais, possuem componentes mais agressivos, e dependendo do paciente, pode provocar arritmia, taquicardia e outras reações adversas com risco de morte”, alerta a nutricionista.

Em junho do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicou a proibição de três suplementos; Hemofolic, 4g-folic, X-life. Um dos produtos que encontramos à venda na cidade é o “X-life”. Segundo a Anvisa, além de não possuir registro, o produto apresenta informação divergente em sua rotulagem, sem a indicação da empresa fabricante na embalagem.

A Anvisa determinou ainda, a apreensão e inutilização de todos os produtos disponíveis no mercado, bem como a interrupção da divulgação em qualquer meio de comunicação.

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Saúde

Universitários do Rio criam prótese para amputados de membro superior

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Criado pelo estudante Robinson Simões Júnior, do sexto período de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF), o projeto da Rede Acadêmica de Cibernética e Humanidades (Reach) está a um passo de desenvolver próteses de baixo custo para amputados de membros superiores.
 
O coordenador do projeto, professor Ricardo Carrano, disse que as próteses usadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são importadas, geralmente da Alemanha, e custam R$ 6 mil. Ele estimou que a Reach tem condições de reduzir o preço das próteses para menos de R$ 1 mil.

Marcela Tuller, mestre em engenharia de telecomunicações, e Artur Neves, estudante de medicina

Pesquisa poderá criar próteses de baixo custo para amputados de membros superiores. Preço cairia de R$ 5 mil para R$ 900  (Projeto Reach/Divulgação)

Isso permitirá ao SUS custear a prótese dos pacientes. “A meta é pegar a tecnologia existente, tentar substituí-la por componentes e métodos de produção mais baratos, mantendo os requisitos de qualidade, mas com um valor que possa ser bancado pelo SUS para que o amputado tenha a prótese de graça”, argumentou.
 
A Reach envolve alunos dos cursos de Medicina, Computação, Engenharia e Telecomunicações da UFF e completará dois anos em junho próximo.

Segundo Simões Filho, feita à mão, uma prótese custa cerca de R$ 5 mil. No projeto da UFF, ainda que em nível de protótipo, a mão sai por R$ 900 a R$ 1 mil. “A gente acha que, se produzir em maior escala, consegue baixar esse preço ainda mais”, afirmou.

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Tecnologia nacional

O objeto inicial são pessoas amputadas das mãos ou nascidas sem membros superiores. Numa etapa posterior, o projeto pretende desenvolver próteses também para membros inferiores.

Os testes até o momento são feitos em dois alunos com agenesia (atrofia de um órgão ou tecido por parada do desenvolvimento na fase embrionária).
 
Um sensor do tipo utilizado em eletrocardiogramas é colocado em cima do músculo da pessoa, na região que tiver o tecido mais preservado.

Os estudantes conseguem detectar a contração do músculo e trabalham esse sinal para que ele seja entendido pela máquina, disse Robinson.
 
Os sinais são captados e amplificados através de eletrodos e enviados a um microprocessador, responsável pelo controle dos movimentos da mão.

O processo usa inteligência artificial e consegue atingir uma precisão de 90%.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC
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Saúde

Bolsonaro destaca uso de helicóptero no serviço a índios no Amazonas

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Ao divulgar no Twitter postagem do Palácio do Planalto sobre o emprego de um helicóptero no reforço ao atendimento médico em distrito indígena de Parintins, no Amazonas, o presidente Jair Bolsonaro disse hoje (16) que o objetivo é levar condições para que os índios possam se sentir brasileiros.

“Reintegrar os índios à sociedade levando até a estes condições para que possam se sentir brasileiros e não apenas serem tratados como massa de manobra e divisão do povo para contemplar planos de poder. Temos o povo mais miscigenado do mundo e somos todos iguais!”, escreveu na rede social.

Um helicóptero como este vai auxiliar os serviços de assistência a cerca de 17 mil indígenas

Um helicóptero como este vai auxiliar os serviços de assistência a cerca de 17 mil indígenas – Divulgação/Ministério da Saúde

O Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Parintins, no Amazonas, e mais seis municípios do interior do estado e do Pará passarão a ter um helicóptero para atendimento aos pacientes. Os serviços da unidade beneficiam cerca de 17 mil pessoas distribuídas, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), em três terras indígenas: a Andirá-Marau, onde vivem os Sateré-Mawé; a Nhamundá-Mapuera, povoada pelos Hixkaryana, Katuenayana, Katxuyana e Waiwai; e a Kaxuyana/Tunayna, que leva o nome dos dois povos que a habitam.

O helicóptero será usado em atividades de vacinação, deslocamento das equipes multidisciplinares de saúde indígena, entrega de equipamentos e insumos médicos e odontológicos. A aeronave poderá ser empregada ainda no acompanhamento de obras ligadas à unidade gestora, uma das 34 operantes no país, conforme dados do Ministério da Saúde.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC
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