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Economia

Em Tangará da Serra, Atacadão inaugura 9ª unidade em Mato Grosso

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A nona unidade do Atacadão em Mato Grosso foi inaugurada nesta quinta-feira (14), em Tangará da Serra. A inauguração da maior empresa atacadista do estado levou uma multidão às novas instalações, edificadas numa área total de 52,4 mil metros quadrados, ás margens da Avenida da Paz, quase entroncamento com Avenida Tancredo de Almeida Neves, saída para Cuiabá.

Com a loja de Tangará da Serra, a rede atinge a marca de 169 unidades de autosserviço no Brasil, distribuídas por todos os estados, sendo nove delas no estado do Mato Grosso, onde a rede também opera um atacado de entrega.

Inauguração atraiu multidão de consumidores logo nas primeiras horas desta quarta-feira

Segundo informações levantadas junto à empresa e ao poder público local, a nova loja conta com 12,6 mil metros quadrados de área construída, mais 15 mil m² entre estacionamento e pátio, já gerando 250 empregos diretos e outros 200 indiretos.

A construção do complexo representou investimentos que superaram a marca dos R$ 50 milhões, com as obras gerando 250 empregos diretos num período recorde de 120 dias.

Entrega

O ato inaugural foi precedido, na noite anterior, com a entrega das obras civis do empreendimento, durante jantar na Morimoto Eventos oferecido pela empreiteira responsável, EMHA Incorporações. A ocasião contou com as presenças do diretor-presidente da EMHA, Ramiro Azambuja, e do diretor de Expansão do Atacadão, Carlos Alberto Monteiro de Barros.

Carlos Alberto Monteiro de Barros, diretor de Expansão do Atacadão

Entre as autoridades públicas presentes no jantar figuraram o vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta, o deputado estadual João de Matos, o prefeito Fábio Junqueira, além de vereadores, secretários municipais e representantes da sociedade civil organizada.

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Já na manhã desta quinta, a inauguração contou com breve ato de corte da fita inaugural e abertura das portas do estabelecimento para acesso do público consumidor. O horário de atendimento será de segunda a sábado das 07hs às 22hs, e aos domingos das 08hs às 18hs.

Vice-governador do Estado, Otaviano Pivetta, prestigiou a inauguração

Reflexo

Dos 13,6 mil m² de área coberta, 5.600 m² são destinados à área de vendas, com 26 check-outs, cafeteria e amplo estacionamento com 382 vagas, sendo 137 delas cobertas e 40 posições para motos. Preparada para atender donos de bares, pizzarias, mercadinhos e consumidores finais, a loja oferece mais de 10.000 opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente.

Nova unidade conta com 13,6 mil m² de área construída, sendo 5,6 mil m² destinados à área de vendas

Nas áreas de mercearia, bebidas, cuidados pessoais, artigos de limpeza, frios e laticínios, a rede coloca à disposição dos clientes uma ampla variedade de marcas, incluindo líderes de mercado, produtos regionais e alternativas de baixo custo. No setor de hortifrúti, os clientes encontram também uma seleção de alimentos frescos e de qualidade. Há, ainda, produtos para casa, carro, animais de estimação e itens para festa.

Conforme já publicado pelo Bem Notícias, a unidade atacadista será um marco no segmento comercial da cidade, com queda e quebra de preços em virtude da concorrência e do oferecimento de produtos em escala.

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Segundo especialistas, a atuação da empresa forçará uma mudança de comportamento do mercado varejista, que terá de operar com preços ainda mais competitivos, beneficiando diretamente o consumidor de Tangará da Serra e região anexa.

Na sequência, mais fotos da inauguração do Atacadão em Tangará da Serra.

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MPT pede R$ 5 milhões em danos morais para famílias das vítimas de Brumadinho

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Segundo cálculos do MPT, entre as 305 vítimas da tragédia de Brumadinho, cerca de 270 eram funcionárias da Vale
Ricardo Stuckert/Fotos Públicas
Segundo cálculos do MPT, entre as 305 vítimas da tragédia de Brumadinho, cerca de 270 eram funcionárias da Vale

Em ação civil pública comunada com uma ação civil coletiva, o MPT (Ministério Público do Trabalho) de Minas Gerais pediu que a Vale indenize em R$ 5 milhões as famílias de trabalhadores da mineradora que morreram na tragédia de Brumadinho. O órgão também exige que a empresa pague pensões – baseadas na média salarial das vítimas – aos familiares atingidos. 

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Segundo cálculos do MPT, entre as 305 vítimas (214 mortos e 91 desaparecidos), cerca de 270 eram funcionárias contratadas ou terceirizadas pela Vale
. A indenização de R$ 5 milhões se refere aos danos morais causados pela tragédia, enquanto a pensão é um ressarcimento pelos danos materiais.

A indenização vale para núcleos familiares de até cinco pessoas; acima desse limite, a Vale deverá acrescentar R$ 1 milhão para cada membro adicional. A pensão, por sua vez, corresponde à média do salário do funcionário vitimado (somando remuneração integral, adicionais, 13º, férias e média de horas-extras) até a data em que completaria 78 anos, idade estipulada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A proposta do MPT ainda prevê pagamento de multa de 40% sobre o FGTS
(Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) da vítima. O pedido é baseado no fato de que a morte aconteceu durante o horário de trabalho, em situação causada pelo empregador.

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Para os trabalhadores que sobreviveram, o órgão exige a garantia do emprego por três anos, além de assistência médica e psicológica para eles e suas famílias. Um acordo inicial entre a Vale e o MPT assegurou o emprego desses funcionários até 31 de dezembro de 2019.

Acima do esperado


Por danos materiais, a Vale quer oferecer 80% do valor do salário mensal do funcionário até a data em que faria 75 anos
Reprodução/Facebook
Por danos materiais, a Vale quer oferecer 80% do valor do salário mensal do funcionário até a data em que faria 75 anos

Os valores foram baseados em um documento de 2015 da própria Vale, que calculava a indenização para casos como o de Brumadinho
em US$ 2,6 milhões (cerca de R$ 10 milhões). As exigências do MPT, porém, estão bem acima do que a mineradora vinha estipulando, com indenizações por danos morais de R$ 300 mil para cônjuge e para cada filho, de R$ 150 mil para pai e mãe e de R$ 20 mil para cada neto.

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Quanto aos ressarcimentos por danos materiais, a Vale
quer oferecer 80% do valor do salário mensal líquido do funcionário até a data em que completaria 75 anos, três abaixo do que estipula o IBGE. Em caso de pagamento antecipado do valor integral da pensão, a mineradora pede que sejam descontados 6% ao ano.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Por apoio à Previdência, Guedes deve defender verba do pré-sal para estados

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Por pressão de governadores, Paulo Guedes deve defender o repasse de recursos do pré-sal a estados e municípios
Alan Santos/Presidência da República
Por pressão de governadores, Paulo Guedes deve defender o repasse de recursos do pré-sal a estados e municípios

Em reunião com Paulo Guedes, um grupo de governadores pressionou e o ministro aceitou submeter o apoio à reforma da Previdência à tramitação do projeto de lei (PL) da chamada cessão onerosa. Com o PL, a União estaria autorizada a distribuir os recursos obtidos com o leilão de áreas do pré-sal para estados e municípios.

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Desde sempre, Guedes argumentava que a partilha da verba do pré-sal
deveria ocorrer apenas após a aprovação da reforma da Previdência. Os governadores, porém, disseram que, sem o gesto do Governo Federal, não haveria clima político para mudar as regras do sistema de aposentadorias. Por isso, ao final da reunião, o ministro concordou que as duas propostas tramitassem juntas no Congresso Nacional.

A distribuição dos recursos provenientes do leilão de áreas do pré-sal é protagonista de uma disputa antiga entre União e estados. A primeira, assim como o TCU
(Tribunal de Contas da União), entendem que a verba pertence ao Governo Federal; os governadores, em contrapartida, se baseiam na Constituição para defender que parte do dinheiro deve ser compartilhado com os entes federados.

Declarações anteriores


No último dia 15, em seminário, Guedes revelou que o governo já estuda mudar a distribuição dos recursos do pré-sal
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
No último dia 15, em seminário, Guedes revelou que o governo já estuda mudar a distribuição dos recursos do pré-sal

No último dia 15, durante um seminário na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro
, Guedes revelou que o governo estuda mudar a distribuição dos recursos advindos da exploração do pré-sal
. Hoje, 70% dessas riquezas ficam com a União e o restante é destinado para os estados e municípios. A ideia é inverter essas proporções, reservando apenas 30% ao Governo Federal e 70% aos entes federados. 

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O governo estima que a exploração do pré-sal possa gerar de US$ 500 bilhões a US$ 1 trilhão aos cofres públicos nos próximos 15 anos. Aumentar os repasses aos estados e municípios, então, seria um respiro – ou uma espécide de “balão de oxigênio”, como disse o ministro – aos governadores dos estados que passam por crises fiscais, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Norte, por exemplo.

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“Qual prefeito não vai apoiar esta medida, qual deputado não gostaria de aprovar isso? Esse é o pacto federativo. Acho difícil encontrar quem seja contra isso”, avaliou Guedes. Além disso, para o governo, a proposta de descentralizar os recursos da União para estados e municípios também viabilizaria a aprovação da  reforma da Previdência
, considerada fundamental para o ajuste das contas públicas, no Congresso. 

Fonte: IG Economia
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