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Em reunião do Conselho de Governo, ministra apresenta ações para a agropecuária

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participa nesta terça-feira (13) da 18ª Reunião do Conselho de Governo, comandada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Palácio da Alvorada. 

Na reunião, a ministra irá apresentar dados da agricultura e pecuária do Brasil, como participação do agronegócio no PIB nacional, destinos das exportações, posição do país no ranking mundial, tecnologias adotadas para aumentar a produtividade e as estratégias do ministério para alavancar a produtividade nacional e também a agropecuária no Nordeste. 

>> Veja aqui a apresentação da ministra na 18ª Reunião do Conselho de Governo

Algumas das informações a serem apresentadas pela ministra mostram que o agronegócio é responsável por 21,14% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. No ano passado, as exportações somaram US$ 102 bilhões, valor recorde. O setor agro gera 18 milhões de empregos, 20% da força de trabalho do país. 

No comércio mundial, o Brasil é o terceiro maior exportador de produtos agrícolas, liderando nas vendas de açúcar, café, suco de laranja, soja, carne bovina e carne de frango. Atualmente, o país responde por 6,9% do mercado global agrícola, porém o desafio é ampliar a participação e diversificar a pauta de produtos, com o aumento do comércio de frutas e lácteos. 

As metas para os próximos anos são a produção com sustentabilidade, governança fundiária no campo, promoção da qualidade dos produtos e desenvolvimento e difusão de tecnologias para incrementar a competitividade. 

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Conselho de Governo

O presidente Jair Bolsonaro reúne os ministros, periodicamente, para avaliar as ações desenvolvidas e discutir as prioridades da agenda do governo federal.


Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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IBGE divulga mapa com novas Indicações Geográficas do Brasil

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (19) versão atualizada do Mapa das Indicações Geográficas do Brasil. O mapa 2019 traz quatro novos produtos e serviços certificados por Indicação de Procedência ou Denominação de Origem.

Os três que receberam selos de Indicação de Procedência foram: derivados de Jabuticaba de Sabará (MG), cacau de Tomé-Açu (PA) e café verde do oeste da Bahia (BA). A banana de Corupá (SC) recebeu o selo de Denominação de Origem. Com a inclusão dos novos produtos, a lista tem 62 Indicações Geográficas certificadas no Brasil até maio de 2019.

A Indicação Geográfica é usada para identificar a origem de produtos ou serviços quando o local se torna conhecido ou quando determinada característica ou qualidade do produto ou serviço se deve a sua origem. Isso permite que os consumidores tenham informações confiáveis sobre a qualidade e a autenticidade daquilo que estão adquirindo. Esse tipo de certificação também valoriza a cultura local e fomenta atividades turísticas.

Outros produtos consagrados em versões anteriores do Mapa são os vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos (RS), o camarão da Costa Negra (CE) e o mel de Ortigueira (PR), que detêm o selo de Denominação de Origem (DO). As rendas de Divina Pastora (SE) e do Cariri (PB), assim como as cachaças de Paraty (RJ), Salinas (MG) e Abaíra (BA), o artesanato em estanho de São João Del-Rei (MG), as opalas e joias artesanais de Pedro II (PI), o mel do Pantanal (MT/MS), a própolis vermelha dos manguezais de Alagoas (CE) e as panelas de barro de Goiabeiras (ES) têm a Identificação de Procedência (IP).

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Distribuídas por todas as regiões brasileiras, as Indicações Geográficas foram definidas pelas próprias associações, sindicatos e cooperativas de produtores locais e estão certificadas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O Selo de Indicação Geográfica do INPI é regulamentado pela Lei da Propriedade Intelectual n.º 9.279 e pode assumir dois modelos: Indicação de Procedência (IP) – artigo 177, e Denominação de Origem (DO) – artigo 178.


Fonte: IBGE

Fonte: MAPA GOV
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Auditoria do Serviço de Registro Genealógico de Animais passa a ser totalmente digital

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Associações de Criadores registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já podem inserir as informações estatísticas, de funcionamento e de recebimento dos procedimentos de auditoria de forma 100% digital. Com a transformação digital do procedimento de Auditoria do Serviço de Registro Genealógico de Animais, o governo federal pretende melhorar a gestão, ter economia de recursos e promover a transparência.  Estima-se que as associações irão economizar quase R$ 300 mil por ano.

A modernização do serviço é mais um resultado da parceria entre os ministérios da Economia e da Agricultura, que foi o primeiro órgão a assinar um plano de integração dos serviços à plataforma gov.br. Entre as principais vantagens da transformação digital, está a possibilidade de redistribuir o processo de análise documental entre as unidades e, assim, agilizar as auditorias diminuindo custos com diárias e deslocamentos pelo ministério.

Após a análise documental, o interessado é informado por correio eletrônico se as informações estão conformes ou se é necessária alguma ação. Por meio do gov.br, os usuários conseguem acompanhar o andamento das auditorias e, ainda, selecionar ser notificado durante todas as etapas do processo.

O secretário de Governo Digital, Luis Felipe Monteiro, destaca que a equipe da Secretaria de Defesa Agropecuária percebeu desde o início o potencial transformador da iniciativa. “É fundamental fazer uma transformação do Estado, tornar acessível tudo que é possível em formato digital, formato que cidadãos e empresas possam ter acesso à informação a qualquer hora, de qualquer lugar”, disse.

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Registro Genealógico

O procedimento de Auditoria do Serviço de Registro Genealógico de Animais faz parte do portfólio das ações institucionais do Mapa, que visa fortalecer uma ferramenta importante para a conservação genética dos animais, para a promoção de melhorias da produtividade animal e de robustos incrementos na agropecuária brasileira como um todo.

O serviço de registro genealógico animal é feito hoje por 45 associações registradas no Mapa. Existem mais de 300 mil cabeças registradas – do total de 230 milhões presentes no Brasil. O trabalho tem se mostrado de grande importância para o controle genético dos rebanhos e para o aumento da produtividade nos últimos anos.

O registro genealógico permite que os produtores cruzem indivíduos mais resistentes no campo, com maiores índices de produtividade ou que possam gerar maior número de descendentes em um menor intervalo de tempo, por exemplo.

“Essas ações são realizadas pelo Departamento de Saúde Animal e se mostram peças fundamentais da chamada “pecuária de precisão”, adotada pelos produtores brasileiros para incrementar os seus índices produtivos”, explica o auditor fiscal federal agropecuário da Secretaria de Defesa Agropecuária, Romero Teixeira.

A “pecuária de precisão” incorpora sistemas que são capazes de armazenar e controlar um grande número de informações colhidas no campo e transformá-las em um banco de dados que possibilita prever as necessidades de um rebanho, ou até de políticas públicas. Também auxilia na tomada de decisões de forma mais acurada e sustentável, tudo isso partindo das informações fidedignas e auditadas de genealogia e dos índices zootécnicos dos animais registrados ou controlados.

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Em 2018, o Mapa realizou mais de 40 auditorias, nas associações de criadores registradas, com uma equipe de 11 auditores fiscais federais agropecuários, distribuídos em dez estados. 


Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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