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Saúde

Em Manaus, familiares relatam dificuldades por transferência de pacientes

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Ministério da Saúde/Divulgação

Em Manaus, familiares relatam dificuldades por transferência de pacientes

Familiares de pacientes com Covid-19 transferidos do Amazonas para outros estados relatam desinformação por parte dos órgãos governamentais e apreensão diante da possibilidade de ficarem longe dos seus parentes. O Amazonas vive, segundo o governo do estado, a pior crise sanitária de todos os tempos por conta do aumento no número de casos do novo coronavírus e a falta de oxigênio hospitalar para atender aos pacientes.

A transferência de pacientes com Covid-19 do Amazonas para sete estados e o Distrito Federal foi organizada às pressas e anunciada na semana passada pelo Ministério da Saúde como uma forma de diminuir o caos nos hospitais da capital amazonense.

Os primeiros voos operados pela Força Aérea Brasileira (FAB) começaram a sair da cidade na sexta-feira. A medida visa abrir leitos para novos pacientes e aliviar a pressão sobre o sistema de saúde do estado, mas a forma como ela vem sendo conduzida causou revolta entre familiares de alguns doentes.

Eles relatam que receberam informações desencontradas do governo estadual sobre o destino dos seus parentes ao longo de toda a sexta-feira.

“Disseram que meu tio ia pra São Luís, mas não confirmaram. Agora, estão dizendo que vai pra Teresina. A gente nem comprou passagem porque não sabemos ao certo para onde eles vão levar o meu tio”, afirmou o motorista Elias Alves, 22. Preocupado, ele disse que não a família só poderá enviar um integrante para acompanhar o tio.

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“Eles falaram que só iam mandar o meu tio que está doente. Não tem previsão de recurso para custear os acompanhantes. É muito difícil pra gente”, disse.

Silvani Damasceno, 44, está em situação semelhante. Seu cunhado estava na lista de pacientes que transferidos na sexta-feira. O problema é que informaram à sua família que ele iria para Teresina, o que levou seus familiares a quase comprarem uma passagem para o lugar errado, porque depois informaram que seu cunhado seria transferido, de fato, para São Luís.

“A informação está desencontrada. Não deram a informação pra gente correta. A gente quase comprou passagem errada. Ficamos até meia-noite sem informação nenhuma. Agora, estamos esperando ele viajar, de verdade, pra gente tomar uma decisão”, afirmou.

Procurado, o Ministério da Saúde, que está coordenando a operação de transferência dos pacientes, não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Amazonas (SES-AM), disse que, por conta do risco de contaminação, familiares de pacientes com Covid-19 não poderão acompanhar os seus parentes. O governo não respondeu se fará o custeio de despesas dos acompanhantes dos pacientes transferidos.

A SES-AM negou mudança nos destinos dos pacientes. “A SES-AM também informa que não houve mudança nos destinos definidos para receber os pacientes”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Laboratório faz pedido de uso emergencial da Covaxin no Brasil

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Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech
Divulgação/Bharat Biotech

Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech

O laboratório Precisa Medicamentos enviou nesta segunda-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a documentação para fazer o pedido de uso emergencial da Covaxin , vacina desenvolvida pela farmacêutica indiana Bharat Biotech .

“A Precisa Medicamentos apresentou à Anvisa a documentação para o pedido de liberação para uso emergencial da vacina Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, de quem a Precisa é representante e distribuidora exclusiva no país”, diz a nota do laboratório.

Ainda segundo o documento, “estudos de fase 3 mostram que a vacina é 81% eficaz, e os anticorpos induzidos pela aplicação podem neutralizar cepas variantes”.

Em fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou a assinatura de contrato com a Precisa Medicamentos para a entrega de 20 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 entre março e maio. A confirmação do uso do imunizante do Brasil, porém, só poderá ocorrer a partir da autorização da Anvisa.

Por meio de nota, a agência afirmou que vai se reunir nesta terça-feira (9) com representantes do laboratório responsável pela Covaxin para tratar da submissão prévia.

De acordo com a Anvisa, ainda não houve pedido de uso emergencial da Covaxin no Brasil e por isso não há prazo em andamento para a análise desta vacina. A reunião de submissão prévia está prevista no Guia de Uso Emergencial. Ela é feita antes do pedido de uso emergencial de vacinas e serve para avaliar se já há dados suficientes para que o laboratório faço o pedido de uso emergencial.

Fonte: IG SAÚDE

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“Vacina israelense também está na mira”, diz Bolsonaro sobre possível acordo

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O presidente disse que
Reprodução/CNN Brasil

O presidente disse que “a vacina israelense também está na mira”

No fim da tarde desta segunda-feira (08), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que está fazendo acordos com  Israel e que “a vacina israelense também está na mira”, em conversa com a imprensa, em frente ao Palácio do Planalto.

“A questão das vacinas, nós levamos uma pessoa [a Israel ] do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações para tratar dessas vacinas nossas com eles. Eu falei que da minha parte, eu não quero reserva de nada lá, nós estamos preocupados em ter a patente de algo tão vital para a humanidade. Trocar informações, passar o que for possível para eles, receber também… E a vacina israelense também está em nossa mira, talvez viemos a fazer um acordo com eles também”, disse o presidente.

Na ocasião, Bolsonaro disse que a Coronavac, vacina da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, também está avançada, mas que a parceria com Israel seria benéfica em caso de variação das cepas da Covid-19 .

“A nossa [vacina] também está um pouco avançada, está na segunda fase ainda, mas está um pouco avançada. Com esse acordo com Israel, com essa parceria, podemos agilizar também a vacina brasileira, que seria, no meu entender e no entender do pessoal da ciência e tecnologia, muito bom, porque no caso de variação de cepas, nós podemos alterar a vacina aqui no Brasil mesmo”, completou Bolsonaro.

Em conversa com a imprensa, o presidente também celebrou o avanço das negociações com a farmacêutica Pfizer e disse que conseguiu antecipar a vinda dos imunizantes.

Fonte: IG SAÚDE

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