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Em Abu Dhabi, ministra conhece fábrica de processados e fazenda de frutas e legumes

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Na última etapa da viagem ao Oriente Médio, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) visitou neste sábado (21) a fábrica de alimentos processados da BRF em Abu Dhabi e uma fazenda produtora de frutas e legumes. 

Na fábrica da BRF, a ministra foi recebida pelo vice-presidente Jurídico, de Compliance e Relações Institucionais, Bruno Ferla. A fábrica está localizada na zona industrial de Kizad, a 15 quilômetros do Khalifa Port e produz atualmente 81 mil toneladas ao ano. Cerca de 90% da matéria prima da fábrica é oriunda do Brasil, sendo que 100% da carne de frango utilizada é brasileira, além de parte da carne bovina usada na fabricação de hamburguer. 

Na fazenda Al Adla Farm, a ministra conheceu plantações de tomates, banana, berinjela, pepino, manga e milho. A produção é feita apenas com controle biológico de pragas e as estufas são irrigadas por gotejamento, com água dessalinizada. As estufas são  climatizadas com paredes umedecidas e ventiladores. 

“É muito interessante para nós, que temos água em abundância e terra fértil, ver como eles conseguem produzir no deserto,  em condições críticas”, disse a ministra.

Tereza Cristina e a delegação brasileira está no Oriente Médio desde o dia 11 de setembro. Na região, foi anunciada a abertura do mercado do Egito para produtos lácteos brasileiros, da Arábia Saudita para castanhas e derivados de ovos e do Kuwait para mel. Amanhã (22), a ministra participa de seminário sobre oportunidades de negócios no Brasil na Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, em Dubai.  A viagem se encerra na próxima segunda-feira (23).

Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: MAPA GOV
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Ministra defende a realização simultânea das reformas tributária e administrativa

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu nesta quarta-feira (19) que as reformas tributária e administrativa sejam realizadas de forma conjunta a fim de simplificar e desburocratizar o sistema tributário brasileiro. “´É importante que as reformas tributária e administrativa caminhem juntas, pois uma tem reflexo na outra”, afirmou durante abertura do seminário “Tributação no Agro: aspectos da competitividade”, promovido pela Secretaria de Política Agrícola do ministério.

Tereza Cristina destacou que o governo, nos últimos meses, já adotou medidas importantes, como a reforma da Previdência e a Medida Provisória da Liberdade Econômica, que têm gerado resultados positivos para a economia do país. “Vencemos a primeira etapa, a Previdência, mas não resolve”, ao lembrar que a redução estimada com as mudanças na Previdência é de R$ 1 trilhão ao longo dos próximos dez anos. Valor semelhante, segundo ela, deve também ser obtido com as baixas taxas de juros que estão em vigor e que começam a “estancar a sangria” de dinheiro. “Recursos que o governo começa a ter para investir”.

São passos que, segundo ela, estão fortalecendo a confiança dos investidores estrangeiros no país. “Esse é o maior legado. Enquanto o mundo desaquece, o Brasil vem crescendo devagar, mas de forma sustentável”, disse para mais de 70 convidados, entre lideranças do setor, parlamentares e representantes de instituições.

Durante o evento, a ministra falou que é importante o setor de agronegócios definir propostas consistentes, sem amadorismo e que possam contribuir com o projeto maior de reforma tributária do sistema brasileiro. O seminário, segundo ela, representa um passo nesta jornada, pois é resultado do levantamento de temas prioritários recolhidos durante reuniões das câmaras setoriais, realizadas pelo Ministério da Agricultura durante o ano de 2019. Participam das câmaras representantes do governo, sociedade civil e do setor privado.

Tereza Cristina comentou também sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5.553) que questiona a concessão de benefícios fiscais para os defensivos agrícolas e será analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela fez uma comparação ao perguntar se uma pessoa tomaria um remédio, em maior quantidade, somente porque ficou mais barato. Ou deixaria de tomar, se o remédio ficou mais caro. No caso, do agronegócio, o aumento da carga tributária – caso a decisão do Supremo seja a favor da suspensão – provocará um impacto na ponta, onde está o consumidor, pois poderá resultar em aumento do custo da cesta básica.

Informações à imprensa

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Fonte: MAPA GOV
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ARROZ/CEPEA: Com baixa liquidez, preços do casca caem no RS

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Cepea, 19/02/2020 – Orizicultores consultados pelo Cepea estiveram voltados aos trabalhos de campo em detrimento às negociações de arroz remanescente da safra anterior, uma vez que a disponibilidade é quase nula. Além disso, a efetivação de novas negociações esteve lenta, devido ao comprometimento de caminhões com a safra de soja (considerando as transações interestaduais de arroz em casca). Pontualmente, já foram registradas ofertas de arroz da temporada 2019/20. No entanto, com volume pequenos, as negociações foram praticadas a preços ligeiramente mais competitivos que os da temporada anterior. O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros (média ponderada), caiu 2,3% entre 11 e 18 de fevereiro, indo para R$ 49,95/sc de 50 kg no dia 18. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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