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Política Nacional

Eleições: como as candidatas à primeira-dama estão participando

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Michelle e Bolsonaro
Carolina Antunes/PR

Michelle e Bolsonaro

Apesar da corrida eleitoral começar oficialmente apenas em agosto, pré-candidatos à Presidência da República já estão colocando seus blocos na rua. Além de atos políticos, eventos públicos e inserções na TV, os principais presidenciáveis também vêm apostando no engajamento de suas respectivas esposas nas pré-campanha tendo em vista principalmente atrair o eleitorado feminino.

A atual primeira dama, Michelle Bolsonaro, deve começar em breve uma série de agendas políticas voltadas para promover o presidente Jair Bolsonaro (PL) e se manter no posto. Segundo publicou a colunista do GLOBO Malu Gaspar, a coordenação de campanha do chefe do executivo venceu sua resistência inicial e o convenceu a permitir que Michelle participe de forma mais ativa do esforço em busca da reeleição.

Um dos primeiros compromissos de Michelle é acompanhar a divulgação do “Brasil para elas”, programa de empreendedorismo voltado para mulheres de baixa renda. Bolsonaro tem grande rejeição no eleitorado feminino e a presença de sua esposa na campanha é vista como estratégica para melhorar seu diálogo com essa parcela da população. A ideia é que Michelle viaje pelo Brasil acompanhando a agenda de eventos do governo relacionados às mulheres.

Noiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a socióloga Rosângela da Silva, a Janja, também vem ganhando cada vez mais espaço na campanha petista. Na semana passada, ela apareceu na propaganda partidária do PT veiculada na televisão que teve como mote a participação de mulheres na política e nos governos petistas.

Filiada ao PT desde os anos 80, Janja tem acompanhado Lula em grande parte das agendas do ex-presidente. Durante a viagem do petista pelo Rio de Janeiro nos últimos dias, ela esteve em encontros do presidente com artistas e políticos. Blindada por seguranças, a socióloga evitou contato com a imprensa quando foi abordada.

No ato político ocorrido em Niterói durante o evento de comemoração do aniversário de cem anos do PCdoB, que reuniu algumas das principais lideranças de esquerda do país, Janja sentou ao lado do ex-presidente na primeira fileira. Durante seu discurso para a militância, Lula pediu para a noiva levantar em alguns momentos, ergueu seu braço e destacou a importância de sua presença ao seu lado.

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Tentando furar a polarização entre Bolsonaro e Lula, as esposas de Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (Podemos) também vêm exercendo o papel de cabo eleitoral dos maridos. Talvez a mais atuante das candidatas à primeira dama atualmente, Giselle Bezerra produz materiais de pré-campanha e aparece quase diariamente em fotos e vídeos do ex-governador do Ceará.

Produtora de TV, Bezerra divide com o presidenciável do PDT a apresentação da live semanal batizada de “Ciro Games”, onde eles comentam notícias sobre política, economia e fazem entrevistas, numa linguagem voltada para as redes socias e o público jovem. Ciro também busca melhorar sua imagem entre o eleitorado feminino. O pedetista luta contra a pecha de machista por declarações feitas no passado, como em 2002, quando ele disse que a função na campanha de sua então mulher, Patrícia Pillar, era dormir com ele.

Já Rosângela Moro, esposa do ex-juiz e ex-ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro (PL), vem sendo cotada para disputar uma vaga de deputada federal por São Paulo. O Podemos, partido de Sergio Moro, vem incentivando a ideia e aposta que ela pode ser a “puxadora de votos no estado na eleição para a Câmara.

Nesta semana, em um evento com apoiadores de Moro num clube no Rio de Janeiro, Rosângela discursou no palanque do marido, segundo publicou o “Poder360”. Ela exaltou as manifestações contra a corrupção ocorridas no passado, mas cobrou empenho da base do ex-juiz.

“Vocês, alguns anos atrás, lotaram essas ruas do Rio de Janeiro (…) mostrávamos a nossa indignação com tudo que estava acontecendo no nosso país”, disse Rosângela, segundo o portal, completando: “Hoje a pergunta que eu me faço é, a nossa indignação morreu? O que acontece que aquela indignação não está mais presente nos dias de hoje?”

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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