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Política Nacional

Eleições 2022: até quando posso transferir meu título? Veja como fazer

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Veja como mudar o domicílio eleitoral para votar nas eleições de 2022
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Veja como mudar o domicílio eleitoral para votar nas eleições de 2022

Caso você tenha mudado de cidade, estado ou país e deseja votar nas eleições gerais de 2022 , é preciso solicitar a transferência de endereço até o dia 4 de maio. O prazo é válido também para quem mudou de bairro e deseja atualizar o endereço. É necessário que o título esteja regularizado antes de realizar a solicitação.

A solicitação de transferência do domicílio eleitoral pode ser feita sem sair de casa, pela internet, por meio do Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para isso, o eleitor precisa residir há pelo menos três meses no novo local.

Não é possível solicitar a transferência caso já a tenha realizado nos últimos 12 meses. Quem tirou a primeira via do documento há menos de um ano também não está apto a transferir.

Como solicitar

O processo pode ser feito por meio do Autoatendimento do Eleitor, seção do Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reúne, entre outros, todos os serviços do Título Net. O menu fica localizado na página inicial do site, à direita da foto principal, numa tarja laranja.

Para fazer a alteração do endereço, clique no menu “Atendimento ao Eleitor”, primeiro item à esquerda. Aparecerá uma listagem de serviços e basta você escolher “Atualizar endereço”.

Você precisará dos seguintes documentos: comprovante de residência atualizado e documento de identificação oficial com foto e certificado militar — exigência válida apenas para homens de 18 a 45 anos.

Tire uma foto do comprovante de residência e do documento de identificação (frente e verso). Você vai precisar também fazer uma selfie segurando o documento de identificação ao lado do rosto.

No final da próxima tela, clique em “Iniciar seu atendimento a distância”, que fica na parte “Faça seu requerimento”. Em seguida, selecione o estado, confira a lista de documentos necessários e clique em “Próximo”.

Continue preenchendo os dados solicitados na tela que abre em seguida.

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O envio de documentação é a próxima etapa. Selecione o documento que você vai incluir e clique na parte “Selecionar arquivo”. Quando inserir todos os arquivos necessários, finalize o processo, clicando em “Próximo”.

Na próxima tela, adicione as informações do local para onde quer transferir o título de eleitor. Preencha os campos CEP, UF, município, bairro, endereço, número, complemento (se houver), número de telefone (de preferência com WhatsApp) e tempo de habitação no domicílio eleitoral. Feito isso, aperte “Próximo”.

A próxima janela é a de escolha do local de votação. Selecione o preferido e avance.

Depois é só verificar as informações e apertar em “Confirmar”. Anote o número do protocolo para conferir o resultado do pedido de transferência de título eleitoral junto ao TSE e clique em “Finalizar” para terminar o processo.

Concluída a solicitação, é só ficar de olho e acompanhar o requerimento no Portal do TSE.

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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