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Política Nacional

Eduardo e Carlos Bolsonaro criticam decisão do STF: “pobre dos brasileiros”

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Rafael Carvalho/Governo de Transição/Divulgação
Filhos do presidente se manifestaram nas redes sociais após votação no STF

Momentos após a conclusão da votação que derrubou a  prisão em segunda instância no Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida na noite desta quinta-feira (7), o vereador Carlos Bolsonaro e seu irmão Eduardo, líder do PSL na Câmara, utilizaram as redes sociais para lamentar a mudança de postura dos ministros sobre a questão.

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“Milhares de presos serão soltos e atordoarão a todos que independente de escolha política, gerará reflexos sociais e econômicos seríssimos internos e externos, para quem está aí ou quem virá. Contudo, o legal é lacrar! Pobre deste povo!”, disse Carlos Bolsonaro.

Antes, ele já havia compartilhado uma publicação do perfil oficial do PSOL, que celebrava o resultado da sessão e ressaltava que a Constituição e a Democracia prevaleceram.

Mais sucinto, Eduardo escreveu apenas uma frase, mas com o mesmo teor da publicação do irmão, lembrando também sobre a questão do porte e poss de armas no Brasil: “Soltam bandidos e desarmam o cidadão. Pobre do brasileiro…”.

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O Supremo Tribunal Federal ( STF ) julgou procedentes, por 6 votos a 5 três, Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) que pediam que réus possam permanecer em liberdade até que se esgotem todas as possibilidades de recursos em graus superiores de jurisprudência. O resultado se deu após o voto do presidente da Corte, Dias Toffoli, desempatar o placar.


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Fonte: IG Política
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Mônica Bergamo fala para Augusto Nunes parar de usar crianças para fazer ataques

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Fotos do Mônica Bergamo e Augusto Nunes uma ao lado da outra em montagem arrow-options
Reprodução
Colunista da Folha e jornalista da JovemPan trocaram farpas no Twitter

A colunista Mônica Bergamo , da Folha de S. Paulo , rebateu o jornalista Augusto Nunes da Jovem  an após ele ter criticado uma notícia dela sobre as visitas do ex-presidente Lula a seus parentes que faleceram durante o período em que ele cumpriu pena na superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Nunes acusou a colunista de ser “porta-voz” do petista.

Logo em seguida, Mônica retuitou a publicação de Augusto Nunes e pediu para que ele parasse de “usar crianças e mortos para atingir quem você não gosta”. “Não percebe que isso é asqueroso?”, completou a colunista da Folha .

Na última polêmica envolvendo Augusto Nunes, ele agrediu o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil . Os dois participavam do programa Pânico , da rádio Jovem Pan, que era também transmitido ao vivo em vídeo pelo internet quando Greenwald chamou Augusto Nunes de covarde por usar os filhos dele, que ele adotou junto com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), para atingi-lo.

Augusto Nunes, então, tentou golpeá-lo. Glenn se protegeu e os dois levantaram, quando Nunes o acertou. A briga logo foi separada e o programa cortado.


Assista ao momento da discussão:

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Fonte: IG Política
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Julgamento do STF arrisca caso Queiroz, mas não livra filhos de Bolsonaro

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Reprodução/Instagram
Queiroz e Flávio Bolsonaro

O julgamento sobre compartilhamento de dados de órgãos de controle a ser realizado no Supremo Tribunal Federal (STF) na nesta quarta-feira (20) pode colocar em xeque o caso Queiroz, uma das maiores polêmicas envolvendo a família Bolsonaro .

Apesar disso, a decisão sobre a suspensão de investigações que envolvam relatórios com dados bancários detalhados sem autorização judicial não atua diretamente em alguns dos casos envolvendo Flávio, Carlos e o próprio Queiroz .

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, as suspeitas que pairam sobre Queiroz e Flávio Bolsonaro também são analisadas por meio de apuração cível. O vereador Carlos Bolsonaro também é alvo de uma apuração criminal e outra cível por causa de casos de funcionários laranja no gabinete dele na Câmara.

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A suspensão dos inquéritos foi determinada por Toffolli com justificativa na lei complementar 15/2001, que pontua que os dados trocados entre instituições financeiras e Receita Federal identifiquem apenas titulares de contas e movimentação mensal financeira.

A identificação feita nos relatórios de instrução da investigação a pedido da Promotoria do Rio de Janeiro detalhava dados como agência bancária, horários de saques e depósitos e quantidades de depósitos feitas entre junho e julho de 2017.

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Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão de Fabrício Queiroz entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. O MP apura se havia a prática de “rachadinha” no gabinete de Flávio, ou seja, quando parte dos funcionários são obrigados a devolver parte dos salários.

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Fonte: IG Política
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