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Cidade

ECOPONTO: Jardim Tarumã recebe local para descarte gratuito de entulhos

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A partir desta quarta-feira (22) o município disponibilizará um espaço para descarte de entulhos, móveis inutilizáveis e material resultante de podas de árvores. Trata-se do Ecoponto localizado no Jardim Tarumã, na ligação da Avenida Zelino Lorenzetti com o Residencial Bela Vista.

Concebido segundo premissas técnicas, o espaço foi inaugurado nesta segunda-feira (20) e é o primeiro dos quatro que sertão implantados na área urbana da cidade. O próximo a ser liberado para uso será no Jardim Acapulco, ainda este ano. Nestes locais, populares, carroceiros e empresas poderão efetuar gratuitamente o descarte desse tipo de lixo de forma regular.

Espaço estará disponível a partir desta quarta-feira, dia 22. Outros três serão implantados pelo município.

O ecoponto do Tarumã foi uma obra administrada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e estará sob gestão do Serviço Autônomo de Água e Esgoto do município (Samae). A secretaria de Infraestrutura (Sinfra) está inserida na parceria, recolhendo periodicamente o volume depositado no local e fazendo o transporte até o aterro sanitário.

Segundo o Samae, o município convive com sérios problemas em relação a entulhos e os mais diversos resíduos sólidos jogado às margens de estradas, em terrenos baldios e outros locais inadequados. Diante disso, a prefeitura optou pela implantação de ecopontos, um em cada região geodésica da cidade. O ecoponto do Tarumã e os outros três que serão implantados se somarão ao já existente junto à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

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O problema

Terrenos baldios, áreas de reserva, beiras de estradas e até mesmo rotatórias. Tudo é visto como local de poluição e desova de lixo e entulhos por pessoas sem a devida consciência de bem coletivo.

Em Tangará da Serra, os depósitos clandestinos de lixo proliferam no perímetro urbano. Qualquer terreno baldio é convidativo para que ali sejam lançados galhos, sacos de lixo, carcaças de geladeiras e máquinas de lavar, móveis inservíveis, latas de tinta, garrafas pet e todo tipo de material.

Em Tangará da Serra, um dos pontos da cidade que vem servindo de depósito clandestino é o anel viário.

O poder público local considera que a prática de descarte irregular de entulhos representa riscos de doenças e danos à paisagem urbana. Um dos maiores temores é que os lixões clandestinos criam condições favoráveis à proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue e das suas variações, como o zika vírus e a febre chikungunya. Animais peçonhentos e roedores também são atraídos a estes depósitos irregulares.

Em Tangará da Serra, um dos pontos da cidade que vem servindo de depósito clandestino é o anel viário. Há vários pontos de desova às margens da via, em especial nas imediações do entroncamento com a estrada que passa ao lado do Parque de Exposições e fundos da Guaxe Construtora, e também nas proximidades do entroncamento com Estrada Cinco.

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Lei


O município possui legislação que qualifica a infração de descartar lixo e entulhos em locais inadequados. O artigo 59 da Lei Complementar 149/2010 – Código Ambiental do Município -, prevê que “a prática de se jogar lixo, entulhos e outros materiais líquidos e/ou sólidos nos espaços territoriais especialmente protegidos constitui infração e está sujeita (…)” a multas e outras sanções, conforme a gravidade da infração.

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Água

SAMAE declara ausência de agrotóxicos na água de Tangará da Serra

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Em nota de esclarecimento divulgada com data do último dia 24, o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) negou categoricamente a presença de 27 princípios ativos de agrotóxicos na água captada, tratada e distribuída para consumo em Tangará da Serra. Distribuída pela Assessoria, a nota é assinada conjuntamente pelo diretor da autarquia Wesley Lopes Torres, pelo gerente técnico e engenheiro Marcel Berteges e pelo químico Rafael Grigulo.

A manifestação oficial do SAMAE contraria recente publicação em redes sociais do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que afirmou que a água servida à população local estaria contaminada com agrotóxicos. “A água que abastece Tangará da Serra está contaminada com um ‘coquetel’ de 27 agrotóxicos, substâncias que podem causar doenças graves”, diz a publicação do petista, que cita como fonte o site ‘Portal do Alimento’, cujas informações teriam base no próprio Ministério da Saúde.

Segundo o SAMAE, não há qualquer notificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sobre detecção de agrotóxicos da água bruta ou tratada na cidade.

Em contraponto, o SAMAE informa que são realizados semestralmente análises da água considerando 98 parâmetros, entre eles os 27 princípios ativos mencionados pelo deputado do PT. Tais exames, segundo o SAMAE, levam o nome de quatro laboratórios credenciados no país e atestam a inexistência dos elementos tóxicos mencionados por Lúdio. Além destas análises, a autarquia declara que são realizadas outros 150 mil procedimentos avaliativos anuais da água, com periodicidades diária, semanal e mensal.

Nota é assinada pelo diretor do SAMAE, Wesley Lopes Torres, e por dois servidores da área técnica da autarquia.

A autarquia acrescenta que as operações de captação, tratamento e distribuição de água seguem todas as legislações vigentes – entre elas a Portaria de Consolidação/MS 05, de 2017, e a Portaria/MS 2914, de 2011 – e que não há qualquer notificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sobre detecção de agrotóxicos da água bruta ou tratada na cidade.

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Desserviço

O SAMAE classificou a publicação do petista Lúdio Cabral como ‘desserviço’ e ‘terrorismo’ à população, levando a interpretações equivocadas. “Notícias como esta, que causam um desserviço à sociedade (…), causando desinformação e terrorismo junto à população, devem ser prontamente repudiadas”, conclui a nota.


Na sequência, a íntegra da Nota de Esclarecimento do SAMAE:

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Cidade

Pesquisa aponta Rondonópolis como a primeira colocada do Centro-Oeste no ranking da universalização do saneamento

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O Ranking da Universalização do Saneamento 2019, divulgado na segunda-feira (17), pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), apontou Rondonópolis como a primeira colocada do Centro Oeste no quesito cidade de grande porte. Dos 141 municípios mato-grossense, 19 foram avaliados, incluindo grandes, médias e pequenas cidades.

Os dados apontam Rondonópolis como a cidade de porte grande mais bem pontuada do Centro-Oeste, apresentando 488,03 pontos e uma diferença mínima de 12 pontos para a primeira colocada deste quesito. Bem atrás, em segundo lugar, está a cidade de Sinop, com 321,68 pontos. A capital do Mato Grosso aparece distante das primeiras colocadas. Com 200 pontos abaixo de Rondonópolis, ela obteve 287,67. Campo Grande, a capital do Mato Grosso do Sul, também aparece abaixo de Rondonópolis, com 453,16 pontos.

É importante salientar que a administração do serviço de saneamento de Sinop, Cuiabá e Campo Grande foram privatizados e Rondonópolis, por meio do Serviço de Saneamento Ambiental – Sanear, vem mantendo o serviço, administrado pelo poder público, com qualidade e eficiência. Prova disso, é a primeira colocação entre as cidades do Centro Oeste no quesito grande porte.

Nacionalmente, o ranking avaliou 1.868 dos 5.570 municípios e todas as 27 capitais no levantamento que relaciona o saneamento à saúde, fazendo uma correlação entre a pontuação total alcançada pelos municípios e a taxa de internação por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado.

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A edição 2019 do Ranking ABES da Universalização do Saneamento abrange 100% do território nacional, contemplando todos os municípios brasileiros que forneceram ao SNIS – Sistema Nacional de Informações de Saneamento as informações para o cálculo de cada um dos cinco indicadores. O ranking avalia o percentual de pessoas atendidas pelos serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto e de resíduos sólidos, além de aferir o quanto de esgoto recebe tratamento e se os resíduos recebem destinação adequada.

Em Mato Grosso foram avaliadas as cidades de Cuiabá, Rondonópolis, Tangará da Serra, Cáceres, Barra do Garças, Alta Floresta, Pedra Preta, Peixoto de Azevedo, Novo São Joaquim Nova Xavantina, Mirassol D’Oeste, Colíder, Cláudia, Juína, Juara, Alto Araguaia, Ribeirãozinho, Diamantino e Barra do Bugres.


Fonte: AMM

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