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É de graça! aprenda a cuidar de suas economias na internet sem gastar dinheiro

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Veja como aprender a cuidar do seu dinheiro de graça na internet


Para muitas pessoas, cuidar do próprio dinheiro pode parecer um bicho de sete cabeças , fazendo não sobrar quase nada no final do mês. Era justamente isso que acontecia com o empresário Rogerio Moraes, de 34 anos.

Ele conta que, no passado, gastava muito dinheiro sem necessidade, e não tinha muito controle sobre suas finanças . Há cerca de nove anos, Rogerio começou a aprender a cuidar do próprio dinheiro, e se orgulha em dizer que, de lá para cá, passou de devedor para investidor

Além de mudar sua vida, ele conta que aprender a cuidar de suas finanças mudou também a vida de sua família: hoje, ele já ensina o que sabe para os filhos de 8 e 12 anos. Tudo o que o empresário aprendeu sobre educação financeira veio da internet , sobretudo de canais no YouTube . “Não paguei por nenhum curso, foi tudo gratuito”, conta.

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Os YouTubers do dinheiro

Como Rogerio, milhões de outras pessoas têm aprendido a cuidar do dinheiro na internet. As opções são muitas mas, dentre as mais populares, estão os canais no YouTube . Através da plataforma, é possível aprender desde as noções mais básicas para cuidar do dinheiro, até os assuntos mais aprofundados sobre o mercado financeiro

Com mais de 4 milhões de inscritos, um dos canais mais assistidos é o Me Poupe! , da jornalista Nathalia Arcuri. Conhecidos por tratarem de temas financeiros com uma linguagem simples , os vídeos se tornaram os preferidos para quem está começando a aprender sobre o assunto.

A autônoma Rebecca Jean Boyle, de 28 anos, conta que o Me Poupe! foi um dos maiores responsáveis para que ela aprendesse a cuidar do próprio dinheiro. 

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Filha de um acionista da bolsa , investimento sempre foi um tema presente dentro de casa, mas Rebecca confessa que foi só com o YouTube que passou, de fato, a aprender sobre o assunto.

“Comecei a aprender no YouTube mesmo, pois eu não entendia nem os básicos de educação financeira, e conforme fui descobrindo e aprofundando no assunto, comecei a conversar com meu pai e pedir conselhos”, conta. Hoje, Rebecca investe na bolsa de valores e segue acompanhando YouTubers que falam sobre o assunto. 

O YouTube também foi a porta de entrada para que a assistente de vendas Jessika Aline, de 29 anos, aprendesse a cuidar do próprio dinheiro. Ela conta que não tinha o costume de guardar dinheiro para emergências e, hoje, já tem uma quantia considerável aplicada. “Me reeduquei de tal maneira que nem acredito”, afirma. 

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Além do Me Poupe!, muitos outros canais do YouTube ensinam a cuidar das finanças. Dentre eles, estão O Primo Rico , Gustavo Cerbasi , Quero Ficar Rico , EconoMirna , André Bona , e muitos outros.

Sandra Blanco, consultora de investimentos da Órama, diz que há muitas boas opções disponíveis no Youtube para quem quer começar a organizar as finanças.

Para quem já está um pouco mais avançado e quer começar a investir, porém, ela aconselha um cuidado dobrado. “Nesse caso, eu realmente acho que precisa seguir e acompanhar pessoas que são especializadas e qualificadas para isso”, afirma. 

Cuidando do dinheiro na palma da mão

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Muitos aplicativos ajudam a poupar dinheiro


Além dos canais no YouTube, outra forma boa e gratuita de aprender a cuidar do dinheiro é através de aplicativos . Eles podem ser uma forma eficiente, sobretudo, para organizar as receitas e as despesas, mantendo todos os gastos em ordem. 

Dois aplicativos bastante populares são o Minhas Economias ( Android e iOS ) e o Toshl Finanças ( Android e iOS ).

Em ambos, é possível acrescentar todas as despesas e separá-las por categorias, o que pode ser um bom primeiro passo para entender os seus gastos. Os aplicativos geram gráficos completos sobre os principais lugares para onde o dinheiro está indo, ajudando o usuário a economizar

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No Minhas Economias, ainda dá para estipular metas. Se o usuário coloca no app , por exemplo, que quer ir à Alemanha daqui a dois anos e que, para isso, precisa de uma determinada quantia de dinheiro, o software se encarrega de fazer a conta da economia mensal necessária, e sempre lembra o usuário de poupar. 

Outra opção de aplicativo é o Organizze ( Android e iOS ). Além das funções presentes nos outros dois apps, este também possui uma aba mais voltada à educação financeira .

Por lá, é possível encontrar artigos e e-books interessantes sobre o assunto, a partir dos quais o usuário pode aprender ainda mais a cuidar do próprio dinheiro


Sites e blogs para aprender a cuidar do dinheiro

Além dos YouTubers e dos aplicativos , há também alguns sites e blogs que dão dicas de como cuidar melhor do seu dinheiro.

Algumas grandes corretoras de investimentos têm blogs próprios e, neles, é possível encontrar boas dicas para começar a se organizar. Alguns deles são o blog da Rico , da XP e da Órama .  

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Além desses, muitos outros blogs também falam sobre assuntos relacionados a finanças e investimentos. Alguns deles são o Clube do Valor , Dinheirama , Quero Ficar RicoClube dos Poupadores e Professor Elisson de Andrade .

Aprender a organizar o próprio dinheiro é muito importante , e a internet tem opções muito ricas e diversas para aprender sobre isso. Porém, vale a pena sempre ter um olhar crítico sobre as informações e lembrar que não existe dinheiro fácil. Por isso, confira como não cair em dicas erradas na internet.

Fonte: IG Tecnologia
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Mesmo sem horário de verão, relógio de celulares atrasam neste domingo

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Mesmo com a extinção do horário de verão por meio de decreto assinado por Jair Bolsonaro no ano de 2019, alguns celulares do sistema Android atualizaram automaticamente e “voltaram” uma hora no tempo na madrugada deste domingo (16).


Problema semelhante ao relatado nas redes sociais neste domingo ocorreu no período em que começava o horário de verão, geralmente na terceira semana de outubro, com aparelhos também do sistema operacional Android. Na ocasião, alguns celulares adiantaram uma hora automaticamente.

Leia também: Guerra no streaming: qual serviço assinar diante de tantas opções?

A extinção do horário de verão, instituído de forma definitiva em parte do Brasil desde 2008, foi determinada por meio de decreto presidencial. Para desfazer as mudanças nos celulares , o usuário deve ir até as configurações do aparelho e desativar a data e hora automática.

Fonte: IG Tecnologia
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Guerra no streaming: qual serviço assinar diante de tantas opções?

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A Netflix já deixou de ser a única opção no mercado brasileiro

Netflix é o nome que vem à cabeça de três quartos dos brasileiros quando o assunto é streaming de vídeo. Mas, além da dona do tu-dum, diversas outras plataformas já estão disponíveis no mercado brasileiro. 

HBO Go, Amazon Prime Video, Apple TV+, Globoplay, YouTube Premium e Telecine Play são algumas das possibilidades mais conhecidas. E diante de tantas opções, decidir qual serviço de streaming assinar pode ser bastante difícil, principalmente porque todos eles possuem conteúdos exclusivos, sejam eles licenciados ou próprios. 

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De acordo com uma pesquisa feita pelo Opinion Box em agosto passado, o principal fator que influencia na escolha da plataforma é o preço, apontado por 60% dos entrevistados. 57% deles também disseram que catálogos com seus filmes e séries preferidos é um motivo crucial na decisão, e 38% disseram levar em consideração as atualizações e novidades nas plataformas. 


A guerra do conteúdo exclusivo

O conteúdo influencia muito na hora de escolher qual serviço de streaming assinar, e as empresas sabem bem disso. Por isso, elas têm apostado cada vez mais em conteúdos originais que, portanto, só estarão disponíveis em seus próprios catálogos. 

A estratégia é boa para fidelizar os clientes. Se você quer assistir a La Casa de Papel , por exemplo, a única opção que não envolve pirataria é assinar a Netflix . Mas a jogada não é feita pensando só no consumidor final, mas também na independência em relação a grandes estúdios. 

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“É uma boa estratégia, porque as empresas não ficam tão reféns de grandes estúdios e de licenciamentos. Assim, a empresa consegue ter o controle total”, afirma Alan Oliveira, mestre em assessoria de administração que pesquisou o comportamento de usuários da Netflix no Brasil e em Portugal. 

Ficar refém de grandes estúdios, aliás, sequer parece ser mais uma opção. Isso porque os próprios grandes estúdios estão apostando em serviços de streaming , a fim de entregar seus conteúdos diretamente aos consumidores. Isso, é claro, tiraria esses títulos das demais plataformas, deixando as pessoas diante de mais opções e mais segmentação. 

É o caso, por exemplo, da Disney que, em novembro passado, lançou o Disney+ em alguns países como EUA e Canadá. O serviço de streaming inclui títulos de casas da empresa como Marvel, Star Wars, Pixar, National Geographic e a própria Disney. A novidade desembarca aqui no Brasil em novembro de 2020, e ainda não teve seu preço revelado. 

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De um lado, as empresas de streaming estão passando a produzir conteúdo. Do outro, as produtoras de conteúdo estão criando seus próprios serviços de streaming. Esses dois movimentos geraram o que ficou conhecido como guerra do streaming , que transformou o mercado e deixou os conteúdos cada vez mais segmentados entre as plataformas, fazendo com que clientes assinem mais de um serviço ou recorram à pirataria. 

Liderança da Netflix

Ainda de acordo com a pesquisa Do Opinion Box, 75% dos brasileiros que assinam serviços de streaming gastam menos de R$50 por mês. Isso significa que a maioria das pessoas tem contas em, no máximo, duas plataformas diferentes. E a Netflix , é claro, tende a ser uma delas. 

O relatório apontou que 84% dos consumidores consideram comprar uma assinatura da Netflix. Dentre aqueles que já são clientes de algum serviço de streaming, 72% tem conta na Netflix.

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Mas Felipe Schepers, COO do Opinion Box, acredita que este cenário pode mudar em breve. Com a inserção de novas plataforma no mercado, a tendência é que a Netflix perca espaço. “Com certeza o cenário está mais competitivo e agressivo do que há 12 meses”, diz. “Com tudo isso, a Netflix deve, sim, perder espaço, e a empresa já percebeu isso, tanto que vem investindo cada vez mais em campanhas offline. Seus últimos lançamentos originais, como O Irlandês e Dois Papas, tiveram muita mídia em aeroportos, pontos de ônibus, jornais e revistas”, acrescenta. 

Já Alan acredita que, em um futuro próximo, a Netflix continue sendo a campeã de mercado no Brasil. Para ele, as demais plataformas deveriam focar no ponto fraco da Netflix. Em sua pesquisa de mestrado, a maior parte dos entrevistados apontou como um problema a baixa variedade de conteúdos que não sejam originais no catálogo da Netflix.

Streaming ameaça a TV por assinatura?

Hoje, a Netflix já beira os 15 milhões de assinantes no Brasil. O número quase encosta na quantidade de assinantes de TV paga no país, que é de pouco mais de 17 milhões. E essa ascensão dos serviços de streaming levanta um questionamento: a TV por assinatura está ameaçada?

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Para Alan e Felipe, não. De acordo com a pesquisa realizada por Alan, a maioria dos entrevistados não cancelaram seus pacotes de TV por assinatura depois de assinarem a Netflix. “Eu sou um caso, migrei para o streaming e deixei a TV por assinatura . Mas não é uma tendência real”, afirma o pesquisador. 

Na visão de Felipe, as empresas de TV paga precisam se adaptar ao novo mercado, mas há espaço para todos. “Assim como há espaço para mais de um serviço de streaming, há espaço para TV por assinatura. Os serviços precisam se reinventar e atender as demandas do novo consumidor, mas tem espaço para todos pois são públicos diferentes, com necessidades diferentes”, explica.

Fonte: IG Tecnologia
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