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Economia

Duas empresas brasileiras desistem de se unir para enfrentar Uber e 99

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Duas empresas brasileiras desistem de se unir para enfrentar Uber e 99
Redação 1Bilhão

Duas empresas brasileiras desistem de se unir para enfrentar Uber e 99

Uber e 99 são as duas empresas de mobilidade mais forte do Brasil – e quando você leva em conta que a 99 é da chinesa Didi Chuxing, do mundo. Não são, porém, um monopólio firme e impossível de competir, existem até alternativas “caseiras”, como é o caso do aplicativo de cooperativa em Araraquara, que tem chamado a atenção por permitir um repasse maior ao motorista.

É um mercado, em outras palavras, aberto. E duas empresas brasileiras, Cosan (CSAN3) e Porto Seguro (PSSA3) tinham celebrado um contrato para atuar na área de Mobitech, no final de 2021. Agora, a Cosan encerra a parceria, citando ter adotado uma diretriz mais conservadora em relação aos investimentos, tendo em vista o “agravamento da conjuntura macroeconômica, níveis mais altos de inflação, escalada das taxas de juros e aumento do custo de capital”.

A Cosan, originalmente uma empresa de combustíveis, vinha em uma forte movimentação de diversificação e atuar na área de mobilidade parecia, no mínimo, interessante – que tipo de tecnologia poderia ser utilizada para facilitar a vida dos motoristas e dar mais previsibilidade de ganhos em uma época de preços de combustível cada vez mais elevados? Agora, dificilmente saberemos.

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A Porto, por sua vez, ressalta que continua no mercado de mobilidade através da expansão da sua assinatura de veículos, o “Carro Fácil” – na qual ela investiu mais de R$ 600 milhões. Esse novo momento da indústria de automóveis tem sido disruptivo, com as empresas de aluguel de carro, como a Localiza, partindo na frente para atingir esse público. Até as montadoras estão se movimentando nessa direção.

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Movimentos como os realizados por Cosan e Porto mostram que há muito espaço para novas competidoras e novas tecnologias no mercado de mobilidade. Esse não é o último capítulo dessa história – para acompanhar essa e outras histórias do mercado, entre nos nossos grupos de WhatsApp e receba notícias do mercado em tempo real , além de materiais, relatórios e outras informações que vão te ajudar a investir melhor e guardar mais dinheiro.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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