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Economia

Duas em cada três operações bancárias são feitas via internet e telefone

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35% das transações bancárias são realizadas pelo celular
Getty Images

35% das transações bancárias são realizadas pelo celular

A maior parte da população brasileira faz transações bancárias pelo celular, de acordo com informações do Relatório de Cidadania Financeira, divulgado nesta terça-feira (7) pelo Banco Central (BC).

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De acordo com os dados, duas em cada três transações bancárias
são feitas remotamente, ou seja, através de meios em que o cliente não precisa comparecer à instituição financeira – o que inclui aplicativos de celular
, internet banking e call centers. Portanto, mais da metade (66%) das operações realizadas no País são feitas através de alguma tecnologia.

Segundo o Banco Central, as operações através desses métodos cresceram 21% entre 2015 e 2017.

Entre os serviços realizados via internet ou telefone, o aplicativo de celular é o meio mais utilizado, sendo responsável por 35% do total de transações efetuadas no ano passado. Esse número corresponde a quase 25 bilhões de operações feitas através do telefone móvel.

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Atrás dos aplicativos de smartphones, a internet banking
aparece em segundo lugar, registrando 20 bilhões de transações. Aqui, os clientes utilizam o site da instituição financeira desejada ou até mesmo aplicativos desenvolvidos pelos bancos para cada tipo de computador para realizar os serviços que desejam.

Para o BC, os meios digitais são uma ótima forma de efetuar transações financeiras, já que são mais inclusivas à população. “O uso de instrumentos eletrônicos pode contribuir para aumentar a inclusão financeira dos cidadãos [uma vez que a tendência é que tenham custos mais baixos] e para maior eficiência e segurança no mercado de pagamentos de varejo brasileiro”, diz o relatório, que também destaca que o acesso e uso de serviços financeiros via plataformas on-line é o esperado, cada vez mais, para o futuro.

Maioria das transações bancárias são feitas remotamente, mas atendimento preferencial também cresceu


Mesmo com a maioria das transações bancárias realizadas via internet, atendimento presencial cresceu 7%
Marcos Correa/PR – 12.5.2017

Mesmo com a maioria das transações bancárias realizadas via internet, atendimento presencial cresceu 7%

Mesmo em menor número, o atendimento presencial também cresceu em 2017, de acordo com o relatório. Nesse ano, os 257.570 postos de atendimento espalhados por todo o Brasil (que incluem agências bancárias, correspondentes bancários e caixas eletrônicos) receberam 7% transações a mais do que em 2016, quando o número de pessoas que realiza operações foi presencialmente havia caído 5%.

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O BC enfatiza, no entanto, que mesmo com a digitalização crescente e cada vez mais presente nas transações bancárias, é preciso ”levar em consideração a parcela da população que ainda está fora dele. Dados apontam que a utilização de canais presenciais, especialmente os correspondentes bancários, para pagamentos de boletos e realização de transferências ainda é grande.”

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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