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Doria anuncia quinto ministro de Temer em sua equipe de governo em São Paulo

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Governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anuncio novos futuros secretários, entre eles o quinto ministro do governo Michel Temer a integrar a equipe
Divulgação/Assessoria de Imprensa de João Doria
Governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anuncio novos futuros secretários, entre eles o quinto ministro do governo Michel Temer a integrar a equipe

O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira (6) o nome de mais quatro futuros integrantes do primeiro escalão de seu futuro governo, entre eles o quinto ministro do governo do presidente Michel Temer (MDB) a integrar a equipe, o ministro do Turismo e futuro secretário do Turismo, Vinicius Lummertz.

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Antes dele, João Doria
já havia anunciado o atual ministro das Cidades, Alexandre Baldy (PP), para a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, o atual ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), para a Secretaria da Casa Civil, o atual ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, para a Secretaria da Cultura e o atual ministro da Educação, Rossieli Soares, para a pasta de mesmo tema.

O quinto escolhido de Doria que integrava o governo Temer
, Vinicius Lummertz, por sua vez, nasceu em Rio do Sul, Santa Catarina, tem 58 anos, é é formado em Ciências Políticas pela Universidade American de Paris. Antes de se tornar ministro, ele foi presidente da Embratur de 2015 a 2018 e secretário nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo de 2012 a 2015.

Na semana passada, o presidente  Michel Temer utilizou-se do fato de tantos ministros de seu governo
estarem sendo escolhidos por Doria e outros eleitos para vangloriar-se. Naquela ocasião, Temer fez questão de “mencionar o excepcional trabalho feito pelos nossos ministros. Por todos aqueles que passaram pelo nosso governo. E, aliás, tão bem sucedido foi que, a essa altura, já contei, mais de nove dos nossos ministros já foram aproveitados, seja no governo federal, seja nos governos estaduais, e fora os ministros, aqueles que auxiliaram nossos ministros. Todos estão sendo aproveitados. Gente do governo, aproveitado no próximo governo”, afirmou.

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Além do atual ministro do Turismo, o governador eleito de São Paulo
também anunciou a opção por Patricia Ellem para a Secretaria de Desenvolvimento Econômica, pasta estadual que engloba ciência, tecnologia e trabalho. Co-fundadora do Movimento Agora, Patricia tem 40 anos e é formada em Administração de Empresas pela Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). A escolhida deverá dividir-se entre a nova função e a presidência da Optum no Brasil, empresa de tecnologia em saúde do grupo United Health, que já ocupa.

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Governador eleito de São Paulo, João Doria, nomeia atual ministro do Turismo do governo de Michel Temer para secretaria estadual
Divulgação/Asssesoria de Imprensa de João Doria
Governador eleito de São Paulo, João Doria, nomeia atual ministro do Turismo do governo de Michel Temer para secretaria estadual

Para a Secretaria de Desenvolvimento Social, Doria escolheu outra administradora formada pela FEA-USP: Élia Parnes, de 52 anos. Ela atuou por mais de 20 anos na União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social (Unibes) e implantou o primeiro Centro Dia do Idoso na capital paulista, além de unidades de Serviço de Assistência Social a Famílias e Instituições de Longa Permanência para Idosos no município de São Paulo.

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Já para a presidêndia da DesenvolveSP, o nome anunciado hoje foi de Milton Luiz de Melo Santos, de 67 anos. Ela já comandou a agência antes e hoje é presidente da Associação Viva o Centro, na capital paulista. Antes, ele foi funcionário do Banco Central (BC) por 37 anos, tendo ocupado diversos cargos antes de ocupar o de secretário executivo e chefe de gabinete na gestão do ex-presidente do BC, Henrique Meirelles (MDB), sobre quem Doria já falou que estuda chamar no seu governo
.

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Por último, o quinto nome anunciado hoje foi o do futuro presidente do Memorial da América Latina que será Jorge Damião, de 61 anos, que foi secretário de Esportes na gestão de Doria à frente da Prefeitura de São Paulo. Ele é formado em Administração, com Pós-Graduação em Gestão Pública pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e Pós-Graduação em Gestão do Esporte pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da FEA-USP.

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Com os anúncios de hoje, a equipe de João Doria
que assumirá o governo em 1º de janeiro de 2019 já conta com 16 secretários confirmados. Além disso, também já foi anunciado que o vice-governador eleito, Rodrigo Garcia, assumirá a secretaria de governo (que será extinta como pasta), e outros nomes do segundo escalão, como o do novo comandante da Polícia Militar e o chefe da Polícia Civil, além dos futuros presidentes da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

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Lula é investigado em novo inquérito por invasão do MTST ao tríplex do Guarujá

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Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira
Ricardo Stuckert
Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agora é investigado em mais um inquérito. A Polícia Federal apura se ele influenciou o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) a invadir o tríplex do Guarujá, que é atribuído a ele. As informações são do jornal Folha de S.Paulo
.

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Em abril do ano passado, cerca de 30 manifestantes do MTST invadiram o apartamento para protestar contra a prisão de Lula
. Quem coordenou a ocupação foi Guilherme Boulos (PSOL). “Se o tríplex é dele, então o povo está autorizado a ficar lá. Se não é, precisam explicar por que ele está preso”, afirmou Boulos na época.

Em um discurso antes de ser preso, no dia 7 de abril do ano passado, o ex-presidente afirmou que foi condenado “por um desgraçado de um apartamento” que não pertence a ele e afirmou que já havia pedido que Boulos “mandar o pessoal dele ocupar”.

Agora, a PF investiga se a fala do petista influenciou o MTST
a invadir o tríplex e se houve esbulho processório, ou seja, quando se invade “terreno ou edifício alheio”. A pena é de até seis meses e multa. O ex-presidente será ouvido na próxima terça-feira.

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Nessa quinta-feira, a defesa reiterou um pedido ao STF para que a ação penal sobre o sítio de Atibaia saia da Justiça Federal do Paraná. O pedido já havia sido feito em maio do ano passado e refeito quando ele foi condenado. Agora, a defesa pede “urgência e prioridade” para a questão. 

O principal argumento é de que o STF já havia decidido retirar do Paraná os trechos da delação da Odebrecht sobre o sítio, em abril. A decisão, no entanto, não proibiu a Justiça do estado de usar as informações. A defesa do petista quer que o caso prossiga em Brasília ou em São Paulo, onde os fatos investigados na ação ocorreram.

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Lula
foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, ligado à Operação Lava Jato. A primeira instância considerou que o ex-presidente recebeu propina quando estava reformando o imóvel. 


Fonte: IG Nacional
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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro repassava 60% do salário para Fabrício Queiroz

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Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP
Reprodução/SBT
Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Agostinho Moraes da Silva, afirmou que repassava cerca de 60% de seu salário para Fabrício Queiroz, outro ex-assessor do agora senador. O depoimento foi dado aos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro que investigam movimentações financeiras suspeitas feitas por Queiroz, conforme identificou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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A testemunha, primeira ouvida no caso, afirmou que todos os meses repassava R$ 4 mil dos R$ 6 mil que recebia como seu salário na Alerj  para Fabrício Queiroz
. Agostinho disse que este dinheiro era aplicado em compras e vendas de veículos mediadas pelo “amigo” Queiroz e que os rendimentos, ao final de meses, eram maiores do que o que ganharia se aplicasse em fundos de investimentos de banco.

O ex-assessor apontou que recebia um lucro mensal de 18% das mãos de Queiroz. Na época, ambos trabalhavam no gabinete de Flávio Bolsonaro
na Alerj. Os repasses nunca foram declarados à Receita Federal.

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O caso Queiroz nasceu graças a uma investigação iniciada com a Operação Lava Jato
no Rio de Janeiro, que analisa a ação de deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Alerj) em contratos.

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Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável por identificar movimentações financeiras, Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Nantes Bolsonaro (PSL), recebia sistematicamente transferências bancárias e depósitos feitos por oito funcionários que trabalharam ou ainda trabalham no gabinete do deputado na Alerj. Os valores suspeitos giram em torno de R$ 1,2 milhão. O Ministério Público quer esclarecer essas movimentações.

Entre as movimentações financeiras atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de um cheque de R$ 24 mil pago à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie no mesmo valor dos depósitos suspeitos feitos nas respectivas vésperas.

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Em meio à polêmica, o próprio Flávio Bolsonaro e os familiares de Fabrício Queiroz
, entre eles sua esposa, Marcia Aguiar Queiroz, e suas duas filhas, Evelyn Queiroz e a própria Nathalia Queiroz, também foram convidados pelo Ministério Público a prestarem depoimento, mas não compareceram.

Fonte: IG Nacional
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