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Economia

Dólar fecha em R$ 5,42, em queda nesta segunda-feira

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Apesar de queda hoje, dólar acumula alta mensal

Nesta segunda-feira (29), o dólar fechou em R$ 5,42, tendo queda de 0,73%. No entanto, no mês de junho, houve alta acumulada do dólar em 1,6%.

O principal índice da Bolsa brasileira, Ibovespa, fechou em alta de 2,03%, a 95.735,35 pontos. 

O movimento tem a ver com a recuperação econômica na zona do euro e movimentos positivos na retomada nos Estados Unidos. No entanto, o cenário ainda é instável devido à Covid-19.

No Brasil, o fim de semana foi calmo no cenário político, o que também ajudou para a queda diária do dólar nesta segunda-feira. Mas no acumulado de 2020, o dólar tem alta aproximada de 35% por conta do cenário de baixos juros no Brasil e instabilidades econômicas e políticas.

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Economia

Nascidos em maio podem sacar a primeira parcela de auxílio emergencial

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Cerca de 400 mil beneficiários do auxílio emergencial, contemplados no terceiro lote do benefício, podem sacar  os recursos da primeira parcela. O saque está liberado para os nascidos em maio.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas.

O calendário de saque segue o seguinte cronograma: segunda-feira (6) foi a vez dos nascidos em janeiro; terça-feira (7), nascidos em fevereiro, quarta-feira (8), nascidos em março; na quinta-feira (9), nascidos em abril; na sexta-feira (10), nascidos em maio; no sábado (11), nascidos em junho; na segunda (13), nascidos em julho; na terça-feira (14), nascidos em agosto; na quarta-feira (15), nascidos em setembro; na quinta-feira (16), nascidos em outubro; na sexta-feira (17), nascidos em novembro; e no sábado (18), nascidos em dezembro. No total, o saque será liberado para cerca de 4,8 milhões de pessoas.

 

 

 

Fonte:AgênciaBrasil

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Cidades

Com a crise, 40% dos bares e restaurantes fecham as portas em MT

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A crise causada pela pandemia do coronavírus causou impactos na economia. No Brasil,  analistas fazem projeções de grave recessão, jamais vista nos últimos 120 anos. Em meio ao cenário de incertezas, alguns segmentos foram diretamente afetados.

Os setores de festas, eventos, bares e restaurantes figuram entre os mais prejudicados. No Distrito Federal, cerca de 3 mil estabelecimentos fecharam permanentemente até o mês de junho. No Maranhão, cerca de 30% dos empreendimentos não retornarão às suas atividades após o fim da pandemia. Em Mato Grosso, a situação é preocupante.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), cerca de 40% das empresas foram fechadas no estado com a pandemia. Dos 20 mil estabelecimentos do estado, 8 mil encerraram as atividades. A estimativa é que os que sobrevivem à crise já demitiram ou demitirão pelo menos um de seus funcionários, o que deve resultar em cerca de 10 mil desempregados.

Em Tangará da Serra, diversos estabelecimentos não resistiram à crise. No município, um dos primeiros a fechar as portas foi a lanchonete O Cupim, que encerrou as atividades no início da pandemia. Em maio, a choperia Stein Bier, fechou as portas, após 10 anos de trabalho. Mais recente, a Space Pizzaria, deixou o prédio no Centro da cidade, e na tentativa de sobreviver ao período, o proprietário optou em atender em casa, na modalidade delivery. Na Avenida Brasil, diversos prédios encontram-se com placa de ‘aluga-se’.

Representações do setor, como a Abrasel, reclamam que o segmento não consegue amplo acesso a financiamentos oferecidos pelos governos e instituições financeiras. Grande parte das ajudas anunciadas até agora são mais fortemente direcionadas ao grande empresariado brasileiro, o que representa mais entraves para o pequeno, aquele que precisa pegar valores como R$ 10 mil ou R$ 20 mil.

 

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