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Saúde

Distrito Federal tem sete mortes por dengue neste ano

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Sete pessoas morreram de dengue este ano no Distrito Federal (DF). De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do DF, além das mortes, 5.759 casos da doença foram notificados desde janeiro, sendo 4.971 considerados casos prováveis de dengue. O levantamento aponta ainda que ocorreram cinco casos graves e 78 com sinais de alarme para a doença.

No mesmo período do ano passado, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados uma morte causada pela doença e 603 casos prováveis.

De acordo com o boletim, todas as regiões de saúde têm expressivo incremento do número de casos na última semana, entretanto, houve desaceleração em relação ao aumento verificado anteriormente. São Sebastião é a região administrativa com o maior número de registros da doença, seguida de Planaltina e Ceilândia.

“Observa-se no mês de março que houve desaceleração no incremento nas sete regiões administrativas destacadas no informativo anterior, muito expressiva em São Sebastião, Brazlândia e na Cidade Estrutural. Por outro lado, as regiões administrativas da Fercal, Recanto das Emas, Sobradinho II e Candangolândia têm dados que sugerem transmissão persistente com aceleração”, diz o boletim.

Segundo a Secretaria de Saúde, a desaceleração nos registros está atribuída às ações de combate ao Aedes aegypti. Em caso de identificação de focos do mosquito, os moradores podem acionar a Vigilância Ambiental pelo telefone 160 para que as equipes intensifiquem o trabalho no local.

Edição: Juliana Andrade

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Saúde

Ressaca de cerveja é diferente? Veja como “sofrer menos” neste carnaval

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Sol forte, festas de rua e carnaval. Para muita gente, essa combinação pede automaticamente uma cerveja gelada que, combinada aos exageros típicos dos muitos dias de folia, pode resultar numa ressaca indesejada. Mas existe diferença entre a ressaca causada pela cerveja e outras bebidas alcoólicas?

Leia mais: Como curtir o carnaval com as crianças?

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Getty Images

A cerveja do carnaval muitas vezes combina com ressaca

De acordo com o médico Leopoldo de Freitas Araújo, clínico geral da Cia. da Consulta, a forma como cada pessoa sente os efeitos do álcool – e consequentemente a ressaca – depende de muitos fatores além do tipo de bebida escolhido. “O nível de tolerância depende da genética, do hábito de beber, estado de saúde e pode até variar entre homem e mulher”, explica. 

A diferença de interação alcoólica da cerveja quando comparada a outras bebidas se deve a alguns ingredientes específicos do preparo. “Ela é rica em carboidratos, que ajudam o corpo a processar o álcool . Além disso, muitas cervejas têm lúpulo, que em teoria pode reduzir um pouco da inflamação da bebedeira”, explica o profissional. 

Antes de comemorar, porém, é importante saber que “por outro lado, algumas pessoas têm problemas com o trigo, que é base para o malte da cerveja: nesse caso, a ressaca se soma à intolerância alimentar e se torna ainda pior”, reforça Leopoldo. 

E como reduzir os efeitos da ressaca? 

Independentemente da bebida consumida, então, o clínico geral explica que os efeitos da ressaca estão relacionados aos esforços do corpo para eliminar o álcool – uma substância nociva – de dentro de nós. “A ressaca é o corpo se recuperando do estresse. Isso significa inflamação, desidratação, perda de sais minerais e dificuldade de manter a taxa de açúcar no sangue”, explica ele.

Para amenizar esses efeitos, a melhor alternativa é ajudar o corpo evitando uma sobrecarga ainda maior. “Uma dica é consumir cerveja bem devagar. Três a quatro latinhas a cada duas horas seria o máximo de quantidade segura para a maioria das pessoas, mas você pode ser mais sensível que isso”, sugere o profissional. 

Além disso, não esqueça de se manter hidratado com bebidas não-alcoólicas entre uma dose e outra (e não apenas depois da festa), alimente-se bem antes do consumo da bebida e evite beber em dias consecutivos. Não se cura uma ressaca com outra. “É importante deixar o corpo se recuperar”, diz o médico. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Saiba o que levar na bolsa não passar mal nos bloquinhos de carnaval

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O clima de carnaval chega trazendo muita folia, mas também exige que tomemos alguns cuidados. Muitas pessoas costumam passar mal nos famosos bloquinhos, seja por conta do calor excessivo ou da aglomeração. Por isso, confira o que levar na bolsa para não ter problemas durante o carnaval.

Leia mais: Assédio, briga ou acidente: Como reagir a uma emergência no Carnaval?

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Reprodução/Pinterest/altoastral.com.br

No período de carnaval, muitas pessoas passam mal por conta do calor e aglomeração de pessoas

A depender da bolsa, ou mesmo fora dela, uma coisa é certa: a garrafinha de água é essencial. Tanto o farmacêutico homeopata Jamar Tejada quanto a mestre em saúde Luciane de Carvalho e o nefrologista Bruno Biluca dizem que o principal nessas festas é estar bem hidratado.

“O excesso de pessoas e altas temperaturas favorecem a desidratação, insolação, crises de hipoglicemia e queda de pressão”, como declara Luciane. Ela lembra que como há perda de eletrólitos com a transpiração, talvez só a água não resolva.

Por isso, melhor ainda do que levar a garrafinha com água é levá-la com soluções isotônicas , pois essas possuem carboidrato, sódio e potássio, assim como a água de coco.

O outro item essencial é levar ao menos uma barrinha de cereais . A falta de glicose no sangue pode ser um dos fatores para as pessoas passarem mal, principalmente quando somadas à falta de hidratação, segundo Jamar.

Com esse mesmo propósito, ele indica também suquinhos de frutas mais doces, que vendem em menores tamanhos, cabendo na bolsa e ajudando bastante na hora de fazer a glicose subir.

Uma dica que ele dá para quem esquecer de levar e tiver que comprar algo na rua é dar prioridade aos alimentos ricos em carboidratos, como sanduíches, por exemplo. As frituras não são indicadas pois podem dar uma sensação de estômago pesado e moleza, que favorecem o mal estar.

Leia mais: Como preparar o fígado para beber no carnaval?

E se eu desmaiar?

Antes de tudo, sem pânico. “O desmaio nada mais é que uma defesa do nosso organismo, que assim como um gerador sobrecarregado, desliga-se repentinamente”, afirma Jamar.

Ele diz que essa é uma defesa imediata do nosso corpo quando falta oxigênio no cérebro. Quando está muito calor, nossa pressão pode descer muito e as temperaturas altas do nosso corpo pedem que ele perca calor rapidamente. Se isso não acontece, vem o desmaio.

Além do calor , a falta de glicose e de hidratação são decisivas para o desmaio ocorrer. Por isso a importância de levar água e comidas ricas em glicose para as festas.

Os sintomas que antecedem o desmaio são: sudorese, palidez, calor, náusea, visão turva e palpitações. Se a pessoa já está sentindo tudo isso, deve deitar-se imediatamente, para que não se machuque com a queda.

É indicado também, de acordo com o médico Bruno, levantar as pernas da pessoa para melhorar o fluxo sanguíneo, enquanto a cabeça se mantenha virada para o lado. Isso evita problemas no caso de vômito. Entretanto, enquanto isso, deve-se buscar ajuda!

Dica extra: leve camisinha!

O farmacêutico Jamar lembra que as festas de carnaval são caracterizadas por muita liberação sexual, e que, na dúvida, é melhor levar uma camisinha na bolsa.

Se o folião pretende beber e não sabe bem em que vai dar a festa, não custa nada se prevenir, não é?

Leia mais: Pela primeira vez como Rainha de Bateria, Iza dá detalhes sobre o Carnaval

Com essas recomendações sobre o que levar na bolsa para os bloquinhos de carnaval, sabendo o que fazer no caso de desmaios e urgências, você pode curtir a festa sem preocupações.

Fonte: IG Saúde
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