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Saúde

Distrito Federal tem sete mortes por dengue neste ano

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Sete pessoas morreram de dengue este ano no Distrito Federal (DF). De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do DF, além das mortes, 5.759 casos da doença foram notificados desde janeiro, sendo 4.971 considerados casos prováveis de dengue. O levantamento aponta ainda que ocorreram cinco casos graves e 78 com sinais de alarme para a doença.

No mesmo período do ano passado, até a 12ª semana epidemiológica, foram registrados uma morte causada pela doença e 603 casos prováveis.

De acordo com o boletim, todas as regiões de saúde têm expressivo incremento do número de casos na última semana, entretanto, houve desaceleração em relação ao aumento verificado anteriormente. São Sebastião é a região administrativa com o maior número de registros da doença, seguida de Planaltina e Ceilândia.

“Observa-se no mês de março que houve desaceleração no incremento nas sete regiões administrativas destacadas no informativo anterior, muito expressiva em São Sebastião, Brazlândia e na Cidade Estrutural. Por outro lado, as regiões administrativas da Fercal, Recanto das Emas, Sobradinho II e Candangolândia têm dados que sugerem transmissão persistente com aceleração”, diz o boletim.

Segundo a Secretaria de Saúde, a desaceleração nos registros está atribuída às ações de combate ao Aedes aegypti. Em caso de identificação de focos do mosquito, os moradores podem acionar a Vigilância Ambiental pelo telefone 160 para que as equipes intensifiquem o trabalho no local.

Edição: Juliana Andrade

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Saúde

Mundo ultrapassa marca de 17 milhões de casos de Covid-19

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coronavírus
Divulgação

Mundo chega a nova marca de número de casos da Covid-19


Último relatório da  Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira (31), informou que o mundo ultrapassou a marca de 17 milhões de casos da Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus. O planeta bateu recorde diário de casos registrados nas últimas 24 horas: foram 292.527.


Com esse recorde, o total de casos passou a ser de 17.106.007, segundo a instituição. O número de mortes está atualmente em 668.910, sendo que 6.812 foram registradas no último dia.

Essas informações foram apuradas até às 5h, horário de Brasília, de hoje. A organização informa que a taxa de letalidade global do novo coronavírus é de 5,9%.

Tanto no ranking de novos óbitos da Covid-19 como de novos casos, o Brasil aparece em primeiro lugar. A OMS levou em conta os dados do último dia 29, em que o País contabilizou 1.595 novos óbitos e 69.074 casos.

Seguem-se nas duas listas os EUA, com 1.414 novos óbitos e 65.406 novos casos; e a Índia, com 779 mortes e 55.078 casos.

A grande maioria dos casos da Covid-19 estão distribuídos pelas Américas. São 9.152.173 casos apenas neste continente, o que corresponde a 53,50% da totalidade. Em seguida vem a Europa (3.333.300 – 19,48%); Leste Mediterrâneo (1.533.357 – 8,96%); Continente Africano (770.421 – 4,50%); Sudeste Asiático (2.009.963 – 11,75%); Região do Oeste Pacífico (306.052 – 1,78%); e Outros (741 – 0,00%)

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz assina contrato para produção da vacina de Oxford com AstraZeneca

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vacina
Tomaz Silva/Agência Brasil

A próxima etapa do acordo é formalizar a encomenda da tecnologia


O Ministério da Saúde e a AstraZeneca avançaram hoje (31) com os processos burocráticos que tornará possível produzir a vacina de Oxford no Brasil . A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou contrato com o laboratório britânico que baseia o acordo entre a parceria.


Caso a vacina de Oxford se mostre segura e eficaz contra a Covid-19 , a AstraZeneca vai transferir a tecnologia para que seja possível produzir 100 milhões de doses da vacina no País. A produção da vacina ficará a cargo da Bio-Manguinhos.

O Governo Federal injetará R$ 522,1 milhões na produção da vacina. Também serão direcionados R$ 1,3 bilhão às despesas para a Encomenda Tecnológica.

Em nota, a diretora de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Camile Giaretta, informou que o firmamento do contrato é um passo importante no acordo. “Essa ação do governo federal significa um avanço para o desenvolvimento de tecnologia nacional e de proteção da população brasileira”, afirmou.

A nota afirma que, segundo o acordo, a produção no Brasil deve começar em dezembro de 2020 e “garante total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente”.

A próxima etapa do acordo é formalizar a encomenda da tecnologia, que deve acontecer ainda na primeira quinzena do mês de agosto. Do total de doses, 30 milhões serão disponibilizadas entre dezembro e janeiro, enquanto o restante será disponibilizada de janeiro a junho de 2021.

“A Fiocruz recebeu informações técnicas fornecidas pela AstraZeneca necessárias para a definição dos principais equipamentos para o início da produção industrial. Com sua larga experiência em produção de vacinas, a instituição também colocará à disposição sua capacidade técnica a serviço dos esforços mundiais para a aceleração do escalonamento industrial da vacina junto a outros parceiros”, afirmou a nota.

Também participam do comitê de acompanhamento técnico-científico o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, além de instituições como Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ) e Universidade Federal de Goiás (UFG).

A distribuição da vacina ficará a cargo do Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o Sistema Único de Saúde (SUS).

“O acordo com a AstraZeneca permitirá, além da incorporação tecnológica desta vacina, o domínio de uma plataforma para desenvolvimento de vacinas para prevenção de outras enfermidades, como a malária”, afirma o comunicado do Ministério da Saúde.

“A assinatura deste acordo é mais um passo decisivo para a produção de uma vacina contra a Covid-19 no Brasil, contribuindo para a soberania nacional ao garantir ao país competência tecnológica e fortalecimento do SUS no combate à pandemia”, finaliza a nota.

Fonte: IG SAÚDE

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