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Mato Grosso

Diagnóstico e tratamento precoce do câncer de próstata garantem 95% de cura

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A saúde do homem é uma das ações que integram a Política de Prevenção e de Atendimento realizada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e voltadas, neste mês de novembro, especialmente para o combate ao câncer de próstata. Estimativa do Inca (Instituto Nacional do Câncer) aponta que, apenas neste ano, devem surgir 682.220 novos casos da doença entre os homens em todo o país, sendo que em Mato Grosso são previstos 1.100 novos casos.

Contudo, o câncer de próstata diagnosticado precocemente representa 95% de chance de cura, ressalta o oncologista e mastologista do Hospital Estadual Santa Casa, Wilson Garcia Pereira.

Para obter esse percentual de cura, é preciso que o tratamento da doença seja iniciado no prazo máximo de até 60 dias, a partir do diagnóstico precoce. O câncer de próstata se desenvolve até o tamanho de um centímetro dentro do prazo de 15 anos; a doença é silenciosa e os sintomas vão surgir somente na fase avançada, com o surgimento de retenção de urina; jato urinário fraco; dores pélvicas, sangramento na urina e dificuldade para urinar.

O Inca ainda estima que, no Brasil, em 2019, mais de 14 mil homens correm o risco de morte em razão da doença e por não ter procurado o tratamento precocemente. Em torno de 20% da incidência irá a óbito – evidência que demonstra a demora, por parte do homem, em buscar o diagnóstico e o tratamento da doença.

Tratamento pelo SUS

Na Rede Pública de Saúde, o homem pode ter acesso à consulta com um clínico geral, com o urologista ou mesmo com o médico de saúde da família, que pode ser encontrado no PSF (Programa de Saúde da Família), existente em unidades de saúde dos municípios. Nessa fase, o médico pode indicar o exame de rastreio, de sangue e o de toque retal, que é feito por médico urologista ou pelo médico de família.

Na fase do tratamento, o paciente é atendido por um especialista em oncologia ou em mastologia, esses profissionais podem indicar a cirurgia para a retirada do câncer e tratamentos a base de radioterapia, com alto índice de cura, além da hormonioterapia. Esses tratamentos também são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que a regulação do paciente é iniciada sempre pela rede de Saúde do município onde reside.

“Os tratamentos são altamente eficazes, ou seja, têm alto índice de cura, são menos mutilantes e impedem a incapacidade profissional e social”, enfatiza o especialista.

Prevenção

O câncer de próstata é a doença mais comum nos homens e acomete, sobretudo, da fase idosa, acima de 65 anos. Entretanto, o INCA recomenda que o cuidado com a próstata comece a partir dos 40 anos de idade. A biópsia do tumor é o que vai indicar se é câncer ou não e isso somente pode ser descoberto pelo exame de toque no reto.

O oncologista Wilson Pereira ainda informa que 35% dos casos de câncer de próstata estão ligados à rotina alimentar equivocada, por meio de consumo de alimentos gordurosos em conservas e processados, que são pobres em fibras e com alto índice de calorias e de gordura. O excesso de bebida alcóolica e de cigarro contribui para o surgimento da doença.

“A qualidade alimentar e física é fundamental para evitar o câncer de próstata e outras doenças, e assegura melhores condições de vida para o homem”, conclui o médico.

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Mato Grosso

Quarta-feira (01): Mato Grosso registra 17.401 casos e 665 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (01.07), 17.401 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 665 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

As 36 mortes mais recentes envolveram residentes de Várzea Grande, Tangará da Serra, Cuiabá, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Cáceres, Sinop, Barra do Garças, Rondonópolis, Araputanga, Poxoréu, Primavera do Leste, Cláudia, Campinápolis, Sorriso, Juruena e Nova Monte Verde. 

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (4.190), Várzea Grande (1.379), Rondonópolis (1.287), Sorriso (726), Primavera do Leste (659), Tangará da Serra (633), Lucas do Rio Verde (617), Nova Mutum (465), Sinop (441), Pontes e Lacerda (436), Campo Verde (357), Confresa (319), Cáceres (296), Barra do Garças (239), Colíder (217), Campo Novo do Parecis (217), Querência (210), Sapezal (181), Jaciara (161), Alta Floresta (158) e Nossa Senhora do Livramento (157).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria. 

Nas últimas 24 horas, surgiram 1.100 novas confirmações no Estado. A área técnica ainda esclareceu que foram corrigidas três ocorrências de duplicidade no sistema. Além disso, um caso anteriormente notificado em Várzea Grande foi reposicionado para Nobres, município de residência do paciente.

Dos 17.401 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 9.523 estão em isolamento domiciliar e 6.543 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 223 internações em UTI e 265 em enfermaria. Isto é, a taxa de ocupação está em 92,9% para UTIs e em 39,9% para enfermarias.
Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 51% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49% masculino; além disso, 4.691 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. 

O documento ainda aponta que um total de 19.679 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.391 amostras em análise laboratorial.
Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Nesta quarta-feira (01), o Governo Federal confirmou 1.448.753 casos da Covid-19 no Brasil e 60.632 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 59.594 óbitos e 1.402.041 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. 

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

MT inicia fase ostensiva de enfrentamento a incêndios florestais

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O Governo de Mato Grosso, por meio do Corpo de Bombeiro Militar (CBMMT), lançou na manhã desta quarta-feira (01.07) ação de resposta aos incêndios florestais de 2020. Hoje também tem início o período proibitivo de uso do fogo para manejo e limpeza de áreas na zona rural. Em área urbana, o uso do fogo é proibido o ano todo. 

Para atender todo o Estado durante o período crítico de incêndios florestais em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiro Militar, por meio do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), irá colocar em campo, inicialmente, 39 instrumentos de respostas temporários, entre Bases Descentralizadas de Bombeiro Militar, Brigadas Municipais Mistas, equipes de intervenção e apoio operacional, além de contar com o suporte do Centro Integrado de Operações Aéreas.

“Nossas equipes vão a campo para fazer o enfrentamento de possíveis incêndios que ocorram além de continuar o trabalho de fiscalização. A partir de primeiro de julho qualquer uso do fogo é uma infração ambiental e nossas equipes vão estar em campo realizando a lavratura dos autos e também o combate aos incêndios”, destaca o Tenente Coronel BM Flávio Gledson, comandante do BEA, lembrando que desde o final do ano passado foram realizadas alterações na legislação mato-grossense para permitir que esses profissionais também tenham poder de fiscalização.

O secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), coronel BM Paulo Barroso, explica que a fase resposta integra o grande planejamento feito pelo Governo de Mato Grosso para o enfrentamento aos incêndios florestais.

“Então, a temporada de incêndios florestais engloba as fases de preparação, prevenção, resposta e responsabilização e hoje, todos os comandos estão realizando o lançamento da etapa de resposta”, explica o coronel.

Para este ano, o Governo de Mato Grosso vai investir R$ 22 milhões para combate ao desmatamento e exploração florestal ilegais, além dos incêndios florestais, por meio de recursos próprios e do programa REM Mato Grosso (REDD+ para Pioneiros).

“Este é o maior investimento já feito nos últimos dez anos para repressão dos crimes contra flora e combate aos incêndios florestais. Todos os órgãos envolvidos em ações da defesa do meio ambiente estão indo a campo com a orientação de tolerância zero às infrações”, enfatiza o secretário adjunto Executivo da Sema, Alex Marega.

Responsável pelo Comando Regional I e diretor operacional adjunto, o coronel BM Wendell, explica que a corporação trabalha em parceria com diversas instituições, como Sema, Ibama e Forças Armadas para realizar a cobertura de todo o Estado.

Antecipação

A decisão de antecipar o período proibitivo do uso do fogo, que segue até o dia 30 de setembro, leva em consideração fatores climáticos e riscos que a poluição do ar traz à saúde humana, especialmente em um momento que o mundo enfrenta uma pandemia de uma síndrome respiratória, a Covid-19.

Além disso, de acordo com monitoramento realizado pelo INPE, entre 01 de janeiro e 28 de maio, Mato Grosso registrou um aumento de 11,83% dos focos de calor em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o Brasil e os Estados da Amazônia legal registraram redução de 2,84% e 31,26% respectivamente.

Também foi verificado que 44% do estado de Mato Grosso apresenta a pluviosidade abaixo da média e 24% do território encontra-se na média dos últimos 30 anos para o mesmo período. A estiagem decrescente seca a vegetação mais fina tornando-a mais vulnerável ao fogo.

Fonte: GOV MT

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