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Política Nacional

Derrotado ao Senado deve ser candidato do PT para a prefeitura de São Paulo

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Jilmar Tatto arrow-options
Vitor Sorano/iG
Jilmar Tatto foi secretário de Transportes de São Paulo em duas oportunidades em que o PT esteve na prefeitura


O PT começa a se movimentar na escolha de seu candidato para as eleições de 2020 em São Paulo. Com Fernando Haddad já em campanha para novamente tentar a Presidência da República em 2022, o o partido deve apostar em um outro nome e o ex-secretário de Transportes Jilmar Tatto é o favorito a ser lançado.

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Ex-deputado estadual e federal pelo PT , Jilmar Tatto, 54, foi um dos candidatos derrotados do partido ao Senado por São Paulo no ano passado. Nas eleições que elegeram Major Olímpio (PSL) e Mara Gabrilli (PSDB), Tatto terminou na sétima colocação, com 6% dos votos.

Deputado federal eleito nas eleições de 2006 e 2010, Jilmar Tatto foi um grande aliado do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva na articulação com o Congresso. Em 2010, último ano do mandato do petista na presidência, foi líder da bancada do PT.

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O PT tenta retomar a prefeitura de São Paulo após quatro anos. Fernando Haddad foi eleito em 2012, mas não conseguiu a reeleição em 2016, sendo derrotado por João Doria (PSDB). Além do candidato do Partido dos Trabalhadores, outros nomes já são cotados para a eleição, como o atual prefeito Bruno Covas (PSDB), a deputada federal Joice Hasselmann (PSL), o apresentador de televisão José Luiz Daqtena (sem partido) e o deputado federal Celso Russomano (Republicanos).

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Projeto de lei propõe multa de R$ 5 mil para quem divulgar fake news

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Deputados tomando posse na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) arrow-options
Divulgação
Multa por divulgar desinformação seria mais dura para funcionários públicos

Um projeto de lei que está pronto para ser votado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) propõe multar em R$ 5 mil aqueles que divulgarem fake news . O projeto é de autoria do deputado estadual Edmir Chedid (DEM) e todo o dinheiro arrecadado seria repassado para um Fundo Social de Combate à Informação Falsa.


Em casos do compartilhamento de notícias falsas por servidores públicos, a proposta determina que a multa seja aplicada em dobro. Além disso, ainda há um agravante. Se o funcionário estadual usar a estrutura pública para disseminar desinformação, a multa seria quatro vezes maior, chegando a R$ 20 mil.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bruno Covas recebe alta médica e deixa hospital após 23 dias

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Reprodução / TV Globo
O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) em entrevista no Hospital Sírio Libanês.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), teve alta médica nesta quinta-feira (14), após 23 dias de internação no Hospital Sírio Libanês.

Ao G1, o médico David Uip, responsável pelo tratamento do prefeito, disse que a orientação é que Covas repouse em casa, na medida do possível, e que retome na segunda-feira (18) para a prefeitura. A aparição pública de Covas, no entanto, será limitada devido às condições de saúde. “Mas será rotina normal”, disse o médico.

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O prefeito chegou ao hospital em 23 de outubro com erisipela , um tipo de infecção na perna, que evoluiu para uma trombose venosa profunda, que acontece quando coágulos são formados. Os coágulos subiram para o pulmão, gerando uma embolia . Um dos coágulos foi encontrado no coração de Covas, mas exames recentes mostram redução.

Um câncer na cárdia, área localizada entre o esôfago e o estômago, foi encontrado pelos médicos durante exames para localizar os coágulos. Covas foi submetido a duas sessões de quimioterapia. A última delas acabou na tarde desta quarta (13) e cada sessão durou 30 horas. 


O médico informou, ainda, que o prefeito reagiu bem às sessões de quimioterapia , sem efeitos colaterais. 

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Fonte: IG Política
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