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Deputada do PSL faz ‘vaquinha’ para pagar indenização de R$ 40 mil a Jean Wyllys

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Carla Zambelli conta com ajuda de seguidores para pagar indenização a Jean Wyllys
Reprodução/Facebook
Carla Zambelli conta com ajuda de seguidores para pagar indenização a Jean Wyllys

A deputada federal eleita por São Paulo, Carla Zambelli (PSL), está promovendo uma ‘vaquinha’ virtual para conseguir o valor de R$ 40 mil que foi condenada a pagar de indenização a Jean Wyllys após vincular o deputado a pedofilia com uma postagem que relacionava o político a uma declaração jamais dita por ele.

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Por meio do site Vakinha,  Carla Zambelli
espera conseguir todo o valor do processo de Jean Wyllys e, de quebra, ainda ultrapassar os R$ 40 mil para usar o dinheiro como doação à Associação Amigos Pela Cura da AME.

O curioso é que na divulgação da campanha de arrecadação
, a deputada eleita voltou a provocar Wyllys, propondo, como desafio, que o mesmo realize um exame toxicológico e doe todo o valor da indenização para a mesma instituição.

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“O que passar do valor da sua “indenização”, vou doar para crianças com Atrofia Muscular Espinal. Espero que você tenha a hombridade de fazer o mesmo com o que receberá. Quem sabe pelo menos uma vez possamos nos orgulhar de uma boa atitude sua”, escreveu a futura deputada
no Twitter.

Também pela rede social, o deputado ironizou o pedido de ajuda financeira para a parlamentar. “Tem gente que me detesta e está contribuindo com uma vaquinha que servirá para me dar dinheiro? Freud explica!”, escreveu.

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Até as 17h desta sexta-feira (11), a futura parlamentar já tinha arrecadado R$ 24.725,34, ou 61% do objetivo de R$ 40 mil.

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Fundadora da Associação Brasil nas Ruas, Carla Zambelli
se notabilizou por ser uma grande crítica do PT e dos partidos de esquerda. Ela conseguiu 76.306 votos, se elegendo deputada federal por São Paulo na 57ª posição das eleições. Assim, vai trabalhar na Câmara como Jean Wyllys, eleito para o seu terceiro mandato consecutivo pelo Rio de Janeiro.

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Bolsonaro vai lançar páginas em redes sociais para difundir notícias positivas

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Governo Federal
Bolsonaro


BRASÍLIA – Em meio aos últimos desgastes envolvendo o presidenteJair Bolsonaro, como a indicação de seu filho Eduardo Bolsonaro à Embaixada do Brasil em Washington, o governo deve lançar nesta quinta-feira páginas em redes sociais para divulgar notícias consideradas positivas sobre suas ações.

A motivação é o discurso repetido pelo presidente de que a gestão é vítima de notícias mentirosas e, por isso, precisa se defender. O objetivo é apontado pela Presidência como “divulgar informações positivas e conquistas do governo”.

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 O nome do projeto é SecomVC e está na aba da Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República, a Secom, que confirmou a “previsão de lançamento” em conjunto com a apresentação oficial do portal único do governo federal, o gov.br.

As respectivas páginas no Twitter, no Facebook, no Instagram já estão no ar, mas até o fim da tarde desta quarta-feira ainda não havia nenhum publicação e poucos seguidores. Um deles, no Twitter, é o secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten. Também haverá um canal no YouTube.

Postura reativa
O lema dos canais deve ser a oferta de “notícia de verdade para quem mais importa: você”. A foto de uma mulher sorridente olhando para o celular ilustra a identidade visual adotada pelo Palácio do Planalto. Apoiadores de Bolsonaro têm cobrado nas redes sociais uma postura mais reativa da Secom para “desmentir fake news”. “Não dá pra gente trabalhar brigando todo dia como se tivesse em campanha”, reclamou um dos seguidores, citando o perfil no Twitter.

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Nesta quarta, o governo editou um decreto, gestado nos últimos meses, modificando a estrutura regimental da Secretaria de Governo (Segov) da Presidência, a qual a Secom é submetida. O ato criou dentro da estrutura da secretaria o Departamento de Conteúdo e Gestão de Canais Digitais, substituto do antigo Gabinete Digital. O órgão é responsável por “coordenar o planejamento, a produção, a edição e a publicação de conteúdos para canais próprios de comunicação digital nos portais e nas redes mantidos pela Secretaria Especial de Comunicação Social”.

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 Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministro Luiz Eduardo Ramos, da Segov, e Paulo Guedes, da Economia, o texto estabelece ainda as atribuições do porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros. A ele, caberá “pronunciar-se” e “manifestar-se” como representante do presidente e realizar outras atividades correlatas delegadas pelo ministro Ramos.

Fonte: IG Nacional
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PSDB rejeita pedidos de expulsão de Aécio Neves e impõe derrota a Doria

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Divulgação/PSDB na Câmara
PSDB rejeitou dois pedidos de expulsão de Aécio Neves

A Executiva Nacional do PSDB rejeitou nesta quarta-feira (21)  dois pedidos de expulsão da legenda do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). Em reunião a portas fechadas, a cúpula do partido acompanhou o parecer do relator Celso Sabino (PSDB-PA), contrário ao afastamento do tucano. Sabino considerou os requerimentos “ineptos” para a saída do mineiro.

A decisão impõe uma primeira derrota ao governador de São Paulo, João Doria, que nesta terça-feira (20) voltou a pedir que Aécio Neves faça sua defesa longe da sigla .

“A meu ver, o deputado Aécio Neves tem todo o direito a formular sua defesa, na plenitude, confiante na sua inocência, confiante também na Justiça, mas pode fazê-lo fora do PSDB”, disse Doria, ao ser questionado sobre o futuro do deputado.

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Aécio Neves é investigado em inquéritos da Lava Jato. Acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça, ele virou réu em um processo da Lava Jato em abril do ano passado. O deputado é acusado de receber propina no valor de R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista, do grupo J&F. Ele nega ter cometido irregularidades.

Fonte: IG Nacional
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