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Cidades

Denise, Alto Paraguai e Jangada, aparecem em lista nacional de municípios insustentáveis

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Um levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) revelou que 16 dos 141 municípios de Mato Grosso aparecem entre as cidades brasileiras “insustentáveis”.

Na prática, são municípios onde a receita gerada localmente não é suficiente nem para custear a estrutura administrativa da Prefeitura e a Câmara de Vereadores. Integram o ranking, as seguintes cidades: Alto Paraguai, Denise, Jangada, São Pedro da Cipa, Nova Guarita, Nova Brasilândia, Nova Santa Helena, Figueirópolis D’Oeste, Salto do Céu, Vale do São Domingos, Glória D’Oeste, Indiavaí, Planalto da Serra, Luciara, Serra Nova Dourada e Araguainha.

Os dados são relativos ao ano de 2018 e foram divulgados no último mês. Em todo o País, 1.856 cidades aparecem na lista. Conforme o levantamento, esses municípios brasileiros gastaram em média R$ 4,5 milhões naquele ano. Em contrapartida, geraram apenas R$ 3 milhões de receita local.

O menor de MT

Dentro os municípios mato-grossenses listados pelo Índice de Gestão Fiscal Firjan, o que detém a menor população é Araguainha, com 956 moradores.

Em entrevista recente, o prefeito Silvio José de Moraes Filho afirmou que a arrecadação própria do munícipio gira em torno de R$ 820 mil, sendo quase a totalidade consumida para custeio e gastos com folha. Esse foi, inclusive, um dos indicadores avaliados pela Firjan e apontado como o segundo principal problema das cidades brasileiras: a alta rigidez do orçamento por conta dos gastos com pessoal.

O indicador mostra que 821 prefeituras brasileiras estão fora da lei por comprometer em 2018 mais de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) com a folha de salário do funcionalismo público. Outras 1.814 gastaram mais de 54% da receita com esse tipo de despesa e já ultrapassaram o limite de alerta definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Conforme o prefeito de Araguainha, quase 20% da população da cidade (184 pessoas) são servidores efetivos da Prefeitura. Além disso, há outros 42 contratados.

Se aquilo que se arrecada é quase insuficiente para manter as obrigações, há ainda uma série de dívidas acumuladas pela Prefeitura. “Existem processos precatórios, judiciais e dívidas (trabalhistas e ações já transitadas em julgado e que estamos pagando). Fora isso, existe também nossa dívida previdenciária, que acredito ser a maior dívida do Estado: R$ 7,2 milhões”, revelou o prefeito de Araguainha, na ocasião.

Veja um resumo dos dados analisados pela Firjan:

– Foram avaliadas as contas de 5.337 municípios, onde vive 97,8% da população brasileira

– O mapa da gestão fiscal dos municípios brasileiros mostra um país em estado de alerta: 3.944 cidades (73,9%) foram avaliadas com gestão fiscal difícil ou crítica

– O IFGF é composto por quatro indicadores:

IFGF Autonomia – 34,8% das prefeituras não se sustentam: não geram receitas suficientes para financiar sua estrutura administrativa

IFGF Gastos com Pessoal – 49,4% das cidades em situação crítica: gastam mais de 54% da receita com pessoal

IFGF Liquidez – 21% das prefeituras no “cheque especial”: terminaram 2018 sem recursos em caixa para cobrir as despesas postergadas para o ano seguinte

IFGF Investimentos – 47% dos municípios com nível crítico: investem em média apenas 3% da receita

Veja as cidades mato-grossenses que aparecem na lista e a população de cada uma delas:

Alto Paraguai – 11.238

Denise – 9.377

Jangada – 8.366

São Pedro da Cipa – 4.674

Nova Guarita – 4.578

Nova Brasilândia – 3.928

Nova Santa Helena – 3.699

Figueirópolis D’Oeste – 3.537

Salto de Céu – 3.437

Vale de São Domingos – 3.128

Glória D’Oeste – 3.045

Indiavaí – 2.725

Planalto da Serra – 2.676

Luciara – 2.099

Serra Nova Dourada – 1.622

Araguainha – 956

Fonte:Mídia News

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Cidades

Coronavírus avança, e Tangará da Serra confirma 4 casos da doença

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O novo coronavírus avança pelo interior de Mato Grosso com a confirmação de mais 4 casos da doença em Tangará da Serra.

O último boletim divulgado no final da tarde desta sexta-feira (03), pela SES, mostrou que Mato Grosso tem 44 casos confirmados da doença. Deste total, 13 estão hospitalizados e outros 31 pacientes estão em isolamento social,  por tratamento domiciliar. Os dois novos casos, confirmados pelo prefeito Fábio Martins Junqueira, durante uma transmissão ao vivo no perfil pessoal dele, em rede social, são considerados locais, de pessoas que se infectaram com vírus Sars-Cov2, não viajaram a nenhum país com registro da doença, mas tiveram contato com outro paciente infectado.

Ainda de acordo com o boletim, o maior número de casos confirmados está em Cuiabá, com 25, seguido de 6 em Rondonópolis, Várzea Grande e Tangará da Serra se igualam com 4 casos, mais 3 em Sinop e 1 em Nova Monte Verde. O primeiro paciente diagnosticado com o novo coronavírus em Mato Grosso, morreu na manhã desta sexta-feira (3), em Lucas do Rio Verde. Ele era hipertenso e diabético e estava internado com síndrome respiratória aguda.

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Cidades

Cristãos se unem em oração contra o coronavírus em Tangará da Serra; VÍDEO

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Unidos em oração, para invocar o fim da pandemia do coronavírus, na última quarta-feira (01) por volta das 19h00, Cristãos se reuniram na Praça da Bíblia, no Centro, para a quarentena da adoração em Tangará da Serra.

Cristãos se unem em oração contra o coronavírus. Foto: RS Imagens

A corrente de intercessão foi convocada pelas redes sociais, clamou pela cura dos enfermos, pelo controle da propagação do vírus, em prol da recuperação da economia mundial, pela eliminação do medo e o pânico, diante da ameaça, e sobretudo, para implorar por misericórdia pela humanidade.

A campanha destacou a necessidade de orar por todos os locais afetados pelo coronavírus, convidando os fiéis à oração, propagando a esperança, diante do risco causado pela doença que afetou o mundo.

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