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Dengue cai 94% no período de 10 anos em Tangará da Serra

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Reconhecimento da gravidade, conscientização popular e êxito nos trabalhos do poder público. A combinação destes três fatores resultou no encolhimento da dengue em Tangará da Serra num ótimo índice de 94% no espaço de 10 anos.

Os números da dengue no período compreendido entre 2008 e o primeiro mês de 2019 constam no ‘1º Boletim Epidemiológico das Doenças Transmitidas pelo Vetor Aedes Aegypti’, divulgado no último dia 08 pela Vigilância Epidemiológica de Tangará da Serra. Neste período, foram registrados um total de 5.592 casos confirmados, com cinco óbitos.

Mutirões realizados foram fundamentais para a redução dos casos

O grande destaque, porém, é o decênio 2009-2018, em que os números mostram a derrocada da dengue no município. Em 2009, a cidade se viu em polvorosa com um ‘boom’ da dengue e altos índices de infestação do mosquito transmissor aedes aegypti. Foi o início de uma fase obscura na saúde pública do município, que registrou óbitos provocados pela doença.

Naquele ano foram notificados 2.183 casos de dengue, sendo 1.966 confirmados, 15 deles classificados como ‘graves’. A partir de 2010, começaram a cair os casos notificados, mas em 2012 e 2013 a doença voltou a recrudescer, com respectivos 902 e 1.116 registros.

O ano de 2014 foi o de menor incidência, com apenas 23 casos registrados. Em 2018, o ano fechou com 117 casos confirmados, representando uma queda de 94% em relação ao ano de 2009, quando do recorde da doença.

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Em 2019, dados parciais indicam 10 notificações, com três casos confirmados, sendo dois deles em janeiro. Em 2009 – o ano do ‘boom’ da dengue – foram registrados 36 casos em janeiro, número 1.800% superior ao deste ano. Da mesma forma, comparando com o ano passado, o mês de janeiro de 2018 – com 15 casos confirmados – foi 750% superior aos 02 casos confirmados em janeiro último.


Abaixo, tabelas e gráficos da dengue no período de 2008 a 2018.

DENGUE, ESTATÍSTICA 2008 A 2018

 

DENGUE, ESTATÍSTICAS 2009 E 2018 – CASOS NOTIFICADOS

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Em meio a polêmicas, SINFRA inicia fechamento de cruzamentos na Avenida Brasil

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A Secretaria Municipal de Infraestrutura (SINFRA) deu início na última semana à execução de um plano estratégico que visa a redução dos índices de acidentes de trânsito na Avenida Brasil, em Tangará da Serra. Ao todo, são cinco as intervenções em cruzamentos que percorrem a extensão da principal via de tráfego da cidade.

As intervenções ocorrem nos cruzamentos da Avenida Brasil com as ruas 6, 4, 6 A, São João e Tapirapuã.

De acordo com a SINFRA, as intervenções ocorrerão nos cruzamentos da Avenida Brasil com as ruas Manoel Dionísio Sobrinho (06), Olívio de Lima (04), 6-A, São João e Tapirapuã. “O fechamento desses cruzamentos faz parte de uma série de ações que estamos promovendo com o objetivo de promover a redução no índice de ocorrências de trânsito. Existem estudos que comprovam que esses trechos oferecem risco para aqueles que trafegam nesses cruzamentos e, exatamente por isso, estamos executando essas alterações”, informou o titular da SINFRA, José Bernadino.

O secretário defende as mudanças apesar da polêmica gerada desde o início das obras e diz que os efeitos positivos das mudanças serão sentidas pela população, ao mesmo tempo em que não descarta novas intervenções. “A cidade está crescendo e as alterações precisam ocorrer de forma pontual e constante. Vamos observar se haverá melhorias, se teremos necessidade de fechar mais pontos, enfim, quais as mudanças que serão necessárias para garantir segurança no trânsito”, disse.

Polêmica

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Nas redes sociais, as intervenções na Avenida Brasil foram intensas desde a semana passada, quando os trabalhos tiveram início. Em um grupo de WhatsApp, várias manifestações – contrárias e favoráveis – foram postadas.

“Isso é andar para traz em termo de trânsito, tem que fazer uma audiência pública para não afetar o comércio. O que fizeram com estacionamento de ambos os lados agora vão destruir”, opinou um usuário do aplicativo.

Em outro post, um usuário lembrou da necessidades de áreas verdes e melhor fluência no trânsito. “Em tempos que precisamos de mais áreas verdes, vias alternativas de acesso, mais conectividade entre os setores da cidade, mais fluência e menos obstáculos no trânsito e recebemos contornos sendo fechados, semáforos só pra pedestres e pouquíssimo utilizados, grama sendo arrancada e cedendo espaço para calçadas e cada vez mais dependência da Avenida Brasil para nos deslocarmos”.

Alterações geram polêmicas, com opiniões contrárias e favoráveis.

Outro usuário vê problemas futuros na rotatória de confluência com a Avenida Mauá e outros contornos. “Vai ficar intransitável na rotatória da Mauá, no contorno do posto Delcas serão formadas filas de mais de um quarteirão, haverá a espera de dois tempos ou mais nos semáforos que já existem”.

Outra manifestação menciona as reclamações persistentes. “O povo reclama que não tem lugar pra estacionar… aí fazem mais lugar e reclamam também, porque ficou apertado e tem de andar mais devagar…”

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Um usuário confrontou as opiniões contrários. “Me desculpem, pessoal, mas reclamações e críticas antes de ver o resultado não levam a lugar algum (…). Os estacionamentos duplos, quantas críticas… Hoje tem o apoio da população, imaginem se a prefeitura desiste de fazer as obras a cada crítica”

Também pelo WhatsApp, o secretário Bernadino ensaiou uma justificativa, citando a primeira etapa do estacionamento alternativo, em janeiro último. “Foi feito um período experimental, onde o investimento foi apenas a pintura no solo. Teve apoio do Comércio e melhora nas vagas, após isso licitamos a obra. As ruas São Paulo, 12 e 10, quando fechadas, também causaram polêmica. O aumento das vagas de estacionamento só se tornou possível em razão das mesmas estarem fechadas”.

Sobre acidentes de trânsito na Avenida Brasil, a SINFRA não apresentou estatísticas oficiais sobre tais ocorrências.


(*) Com informações de Assessoria de Imprensa

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Colisão em poste na região central resulta em escoriações

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Um acidente de trânsito deixou uma pessoa com ferimentos leves e por pouco não resultou em ocorrência de maior gravidade na tarde desta sexta-feira (05), na região central de Tangará da Serra.

Ao conduzir seu veículo pela rua Júlio Martinez Benevides (11), uma mulher deparou-se com outro carro que cruzou a rua Francisco Ferreira Ramos (20) sem respeitar a sinalização. Para evitar o choque, a condutora desviou do outro veículo, mas acabou colidindo contra um poste da rede de energia.


Populares chamaram o Corpo de Bombeiros, que se deslocou até o local para o atendimento. Encaminhada à UPA local, a condutora apresentava apenas escoriações, mas estava visivelmente transtorna em razão do susto.

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