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“Deixar de ir seria covardia”, diz Gleisi sobre posse de Maduro na Venezuela

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Para Gleisi Hoffmann, a “atitude belicista” de Donald Trump, dos EUA, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”
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Para Gleisi Hoffmann, a “atitude belicista” de Donald Trump, dos EUA, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal eleita Gleisi Hoffmann, rebateu as críticas sobre sua presença em Caracas para acompanhar a cerimônia de posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato como presidente da Venezuela.

Segundo Gleisi Hoffmann ,  deixar de ir a posse de Maduro “seria covardia”. “Nenhuma surpresa as críticas dos que ignoram as razões por eu ter aceitado o convite pra posse na Venezuela. Deixar de ir seria covardia, concessão a direita. A esquerda pode ter críticas ao governo Maduro, mas o destino da Venezuela está nas mãos do seu povo e de mais ninguém”, escreveu a petista em sua conta no Twitter. 

Pelas redes sociais, a deputada eleita ressaltou que a Venezuela tem uma das maiores reservas de petróleo no mundo e que este ano é a vez do país venezuelano presidir a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

Para a presidente do PT , a “atitude belicista” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”. “EUA querem criar condições para isso. Nossa região será um novo Oriente Médio?”, questionou Gleisi.

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posse de Maduro ocorreu na quinta-feira (10) e não contou com a presença de nenhum representante oficial do governo brasileiro. Em nota divulgada pelo PT, Gleisi explicou seu gesto afirmando que seu partido “reconhece o voto popular” que reelegeu Nicolás Maduro “conforme as regras constitucionais vigentes, enfrentando candidaturas legítimas da oposição democrática”.

O entendimento da petista contraria o de oposicionistas do governo chavista na Venezuela , que alegaram ter havido fraude e uso do aparato do Estado por parte de Maduro para se garantir no poder por mais um mandato, que vai até 2025.

A reeleição do presidente não foi reconhecida por diversos países, dentre eles os Estados Unidos, o Canadá e os 13 integrantes do Grupo Lima, que inclui o Brasil. A presidente nacional do PT também disse que seu gesto visa manifestar que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) “tem forte oposição no Brasil”. Gleisi Hoffmann condenou o que chamou de “posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela” e diz que essa postura “contraria nossa tradição diplomática”.

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Instabilidade no site do Sisu gera reclamações e onda de memes na internet

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Estudantes relataram por meio das redes sociais que as notas de corte do Sisu 2019 já estão disponíveis
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Estudantes relataram por meio das redes sociais que as notas de corte do Sisu 2019 já estão disponíveis

A s inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu 2019), que oferece vagas nas universidades públicas do país, começaram nesta terça-feira (22) e já deixou muito estudante frustrado com a instabilidade do site do programa. Além da dificuldade de acesso, a página também “adiantou” a prévia das notas de corte parciais de cada curso, que deveria ser divulgada apenas a partir das 0h de quarta-feira (23).

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), houve “lentidão” no site devido ao grande número de acessos e que a situação está em “normalização”. Sobre a divulgação antecipada das notas de corte do Sisu 2019 , o órgão afirmou que está apurando o ocorrido.

Pelas redes sociais, estudantes comentaram a instabilidade do sistema e a divulgação antecipada das notas de cortes. Entre esperançosos e estressados com a inscrição, o que não faltou foram memes sobre a situação.

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A esperança é a última que morre:


 E tem gente apelando para qualquer navegador:

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Alguns pediram com educação para a galera liberar o site: 




 Mas outros já não estavam tão calmos e…





Realmente fica difícil acessar o site assim:


Mas o negócio é ter paciência:



Ou chorar:


Ou realmente perder a calma:


E enquanto alguns não conseguem acessar o site, outros já sofrem por antecedência:




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De acordo com o MEC , no período da manhã, mais de 309 mil candidatos já se inscreveram no Sisu. Isso representou uma média de duas mil inscrições por minuto, conforme balanço divulgado pela equipe de monitoramento. Na ocasião, cerca de 40 mil candidatos estavam acessando o sistema e cada um deles pode se inscrever em dois cursos.

Durante o período de inscrição, o site atualiza as notas de cortes do curso e dá a possibilidade do estudante alterar sua opção para ter mais chances de entrar em uma faculdade. Assim, é necessário ao candidato manter o monitoramento da sua posição.

Para auxiliar neste processo, o MEC disponibilizou este ano um simulador que permite ao candidato comparar informações e, a partir da sua nota, verificar em qual universidade pode vir a ser aprovado e em quais cursos. O MEC também vai atualizar os ranqueamentos ao longo do dia e divulgá-los pelas redes sociais.

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O Sisu 2019 oferece neste ano 235.461 vagas, distribuídas em 129 instituições de educação superior espalhadas por todo o país. A inscrição é feita exclusivamente pela internet, devendo o candidato acessar a página eletrônica do Sisu com o número de inscrição e senha do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Sisu é considerado o segundo maior programa de inscrições em universidade do mundo.

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Queiroz confirma Flávio Bolsonaro e diz que indicou parente de miliciano à Alerj

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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz provocou desgaste à imagem da família do presidente
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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz provocou desgaste à imagem da família do presidente

O ex-policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) enquanto deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), confirmou que passou por ele a contratação de parentes de um ex-capitão do Bope suspeito de ligação com a milícia .

A versão  corrobora com o que foi dito mais cedo nesta terça-feira (22) pelo filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com nota divulgada pela defesa de Fabrício Queiroz , a mãe e a esposa de Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como chefe da milícia denominada ‘Escritório do Crime’, foram indicadas para o gabinete de Flávio porque Queiroz “se solidarizou” com a situação de Nóbrega, que estava “injustamente preso”.

“Vale frisar que o Sr. Fabrício solicitou a nomeação da esposa e mãe do Sr. Adriano para exercerem atividade de assessoria no gabinete em que trabalhava, uma vez que se solidarizou com a família que passava por grande dificuldade, pois à época ele estava injustamente preso, em razão de um auto de resistência que foi, posteriormente, tipificado como homicídio, caso este que já foi julgado e todos os envolvidos devidamente inocentados”, diz a nota.

De acordo com o ex-segurança e ex-motorista da família Bolsonaro, ele conheceu o ex-capitão Adriano no 18º Batalhão de Polícia Militar, em Jacarepaguá, onde trabalharam juntos. 

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Adriano está foragido após ter sido um dos alvos da Operação Intocáveis, deflagrada nesta manhã pelo Ministério Público e Polícia Civil visando combater a grilagem de terras praticada por milícia  na zona oeste do Rio de Janeiro.

Ao responsabilizar seu ex-assessor pela contratação de Raimunda Veras Magalhães (mãe de Adriano) e Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega (esposa do mesmo), Flávio Bolsonaro se disse “vítima de campanha difamatória” e frisou que “aqueles que cometem erros devem responder por seus atos”.

As duas parentes do suspeito de envolvimento com a milícia trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro enquanto deputado estadual até novembro de 2018, quando foram exoneradas. Ambas ocupavam cargos com salário de R$ 6.490,35.

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Além da participação direta em mais esse episódio rendeu polêmica para o filho mais velho do presidente, Fabrício Queiroz também já motivou desgaste para a imagem da família Bolsonaro após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações atípicas em contas do ex-assessor. Entre essas transações, que totalizaram R$ 1,2 milhão, constava depósito de R$ 24 mil à hoje primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

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