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“Deixar de ir seria covardia”, diz Gleisi sobre posse de Maduro na Venezuela

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Para Gleisi Hoffmann, a “atitude belicista” de Donald Trump, dos EUA, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”
Reprodução/Wikipedia
Para Gleisi Hoffmann, a “atitude belicista” de Donald Trump, dos EUA, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada federal eleita Gleisi Hoffmann, rebateu as críticas sobre sua presença em Caracas
para acompanhar a cerimônia de posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato como presidente da Venezuela.

Segundo Gleisi Hoffmann
,  deixar de ir a posse de Maduro “seria covardia”. “Nenhuma surpresa as críticas dos que ignoram as razões por eu ter aceitado o convite pra posse na Venezuela. Deixar de ir seria covardia, concessão a direita. A esquerda pode ter críticas ao governo Maduro, mas o destino da Venezuela está nas mãos do seu povo e de mais ninguém”, escreveu a petista em sua conta no Twitter. 

Pelas redes sociais, a deputada eleita ressaltou que a Venezuela tem uma das maiores reservas de petróleo no mundo e que este ano é a vez do país venezuelano presidir a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

Para a presidente do PT
, a “atitude belicista” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “pode internacionalizar o conflito venezuelano”. “EUA querem criar condições para isso. Nossa região será um novo Oriente Médio?”, questionou Gleisi.

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posse de Maduro
ocorreu na quinta-feira (10) e não contou com a presença de nenhum representante oficial do governo brasileiro. Em nota divulgada pelo PT, Gleisi explicou seu gesto afirmando que seu partido “reconhece o voto popular” que reelegeu Nicolás Maduro
“conforme as regras constitucionais vigentes, enfrentando candidaturas legítimas da oposição democrática”.

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O entendimento da petista contraria o de oposicionistas do governo chavista na Venezuela , que alegaram ter havido fraude e uso do aparato do Estado por parte de Maduro para se garantir no poder por mais um mandato, que vai até 2025.


A reeleição do presidente não foi reconhecida por diversos países, dentre eles os Estados Unidos, o Canadá e os 13 integrantes do Grupo Lima, que inclui o Brasil. A presidente nacional do PT também disse que seu gesto visa manifestar que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) “tem forte oposição no Brasil”. Gleisi Hoffmann
condenou o que chamou de “posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela” e diz que essa postura “contraria nossa tradição diplomática”.

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Bolsonaro vai lançar páginas em redes sociais para difundir notícias positivas

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Governo Federal
Bolsonaro


BRASÍLIA – Em meio aos últimos desgastes envolvendo o presidenteJair Bolsonaro, como a indicação de seu filho Eduardo Bolsonaro à Embaixada do Brasil em Washington, o governo deve lançar nesta quinta-feira páginas em redes sociais para divulgar notícias consideradas positivas sobre suas ações.

A motivação é o discurso repetido pelo presidente de que a gestão é vítima de notícias mentirosas e, por isso, precisa se defender. O objetivo é apontado pela Presidência como “divulgar informações positivas e conquistas do governo”.

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 O nome do projeto é SecomVC e está na aba da Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República, a Secom, que confirmou a “previsão de lançamento” em conjunto com a apresentação oficial do portal único do governo federal, o gov.br.

As respectivas páginas no Twitter, no Facebook, no Instagram já estão no ar, mas até o fim da tarde desta quarta-feira ainda não havia nenhum publicação e poucos seguidores. Um deles, no Twitter, é o secretário de Comunicação, Fabio Wajngarten. Também haverá um canal no YouTube.

Postura reativa
O lema dos canais deve ser a oferta de “notícia de verdade para quem mais importa: você”. A foto de uma mulher sorridente olhando para o celular ilustra a identidade visual adotada pelo Palácio do Planalto. Apoiadores de Bolsonaro têm cobrado nas redes sociais uma postura mais reativa da Secom para “desmentir fake news”. “Não dá pra gente trabalhar brigando todo dia como se tivesse em campanha”, reclamou um dos seguidores, citando o perfil no Twitter.

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Nesta quarta, o governo editou um decreto, gestado nos últimos meses, modificando a estrutura regimental da Secretaria de Governo (Segov) da Presidência, a qual a Secom é submetida. O ato criou dentro da estrutura da secretaria o Departamento de Conteúdo e Gestão de Canais Digitais, substituto do antigo Gabinete Digital. O órgão é responsável por “coordenar o planejamento, a produção, a edição e a publicação de conteúdos para canais próprios de comunicação digital nos portais e nas redes mantidos pela Secretaria Especial de Comunicação Social”.

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 Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministro Luiz Eduardo Ramos, da Segov, e Paulo Guedes, da Economia, o texto estabelece ainda as atribuições do porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros. A ele, caberá “pronunciar-se” e “manifestar-se” como representante do presidente e realizar outras atividades correlatas delegadas pelo ministro Ramos.

Fonte: IG Nacional
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PSDB rejeita pedidos de expulsão de Aécio Neves e impõe derrota a Doria

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Divulgação/PSDB na Câmara
PSDB rejeitou dois pedidos de expulsão de Aécio Neves

A Executiva Nacional do PSDB rejeitou nesta quarta-feira (21)  dois pedidos de expulsão da legenda do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). Em reunião a portas fechadas, a cúpula do partido acompanhou o parecer do relator Celso Sabino (PSDB-PA), contrário ao afastamento do tucano. Sabino considerou os requerimentos “ineptos” para a saída do mineiro.

A decisão impõe uma primeira derrota ao governador de São Paulo, João Doria, que nesta terça-feira (20) voltou a pedir que Aécio Neves faça sua defesa longe da sigla .

“A meu ver, o deputado Aécio Neves tem todo o direito a formular sua defesa, na plenitude, confiante na sua inocência, confiante também na Justiça, mas pode fazê-lo fora do PSDB”, disse Doria, ao ser questionado sobre o futuro do deputado.

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Aécio Neves é investigado em inquéritos da Lava Jato. Acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça, ele virou réu em um processo da Lava Jato em abril do ano passado. O deputado é acusado de receber propina no valor de R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista, do grupo J&F. Ele nega ter cometido irregularidades.

Fonte: IG Nacional
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