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Defesa apresenta novo pedido de liberdade para Queiroz

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Fabrício Queiroz
Reprodução/SBT

Fabrício Queiroz está preso desde o dia 18 de junho.

A defesa do ex-assessor do senador  Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Flávio Queiroz , apresentou um novo pedido para que ele seja posto em liberdade. O recurso, que ainda aguarda apreciação da 3ª Câmara Criminal, foi movido pelo advogado Paulo Emílio Catta Preta.

Queiroz está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, desde o dia 18 de junho. Ele foi encontrado e detido na casa do ex-advogado da família Bolsonaro, Frederick Wassef, em Atibaia.

Depois que Queiroz foi preso, a defesa do ex-assessor, pediu que a prisão preventiva fosse substituída pelo regime domiciliar sob a alegação de que Queiroz está se recuperando de um câncer.

O pedido ainda não tem data para ser apreciado pela 3ª Câmara Criminal, que foi a mesma que concedeu foro privilegiado para Flávio Bolsonaro no caso das “rachadinhas”. O recurso foi distribuído para Suimei Meira Cavalieri, desembargadora que votou contra a concessão de foro para Flávio.

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Novo coronavírus “jogou luz” sobre a desigualdade, diz Bruno Covas

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Bruno Covas%2C prefeito de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo

Bruno Covas, prefeito de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), disse em entrevista nesta quinta-feira (30) em entrevista à CNN Brasil que os dados da Prefeitura evidenciariam a  desigualdade na cidade em meio à pandemia da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“O coronavírus jogou luz sobre a desigualdade na cidade de São Paulo. É três vezes maior a incidência na classe D do que na classe A”, afirmou o prefeito tucano .

Covas também destacou a diferença de como a doença atinge diferentes etnias e não somente as classes econômicas. “A população negra e parda tem 60% mais chance de pegar o vírus na cidade de São Paulo do que a população branca”. disse.

O último inquérito sorológico realizado pela Prefeitura de São Paulo, divulgado nesta semana, revela que 11,1% dos moradores da capital contraíram o novo coronavírus. Esse percentual corresponde a mais de 1,3 milhão de pessoas em números absolutos.

De acordo com a pesquisa, 13,4% dos idosos da cidade foram contaminados. A prefeitura considera esse dado preocupante, já que na última edição do inquérito essa porcentagem era de 5%.

“Solicitei inclusive ao secretário Edson Aparecido que prepare um grupo de ações voltadas mais uma vez à população idosa, porque foi muito preocupante essa subida de pessoas que já estão contaminadas e imunizadas na cidade de São Paulo”, afirmou o prefeito, sem revelar no que consistem essas ações.

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Covid-19 pode estar entre doenças com testagem obrigatória na doação de sangue

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sangue
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Projeto de Lei 3938/20 inclui a Covid-19 entre as doenças que deverão ser obrigatoriamente testadas em amostras de banco de sangue

O Projeto de Lei 3938/20 inclui a Covid-19 entre as doenças que deverão ser obrigatoriamente testadas em amostras de banco de sangue.

O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 7.649/88, que hoje prevê a testagem obrigatória para Hepatite B, Sífilis, Doença de Chagas, Malária e Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids).

A lei atual permite que portaria do Ministério da Saúde inclua a obrigatoriedade de testes laboratoriais para outras doenças transmissíveis. Porém, o autor da proposta, deputado Paulo Bengtson (PTB-PA), alerta que, como a Covid-19 não é doença transmissível pelo sangue, não pode ser incluída por meio de portaria.

A proposta altera também esse ponto da lei para permitir a inclusão, por portaria do ministério, da testagem de outros doenças sempre que o órgão “necessitar de informações epidemiológicas sobre doenças diagnosticáveis pela análise de amostras do material coletado”.

Pesquisas científicas

O deputado cita pesquisa divulgada pelo Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio) em 13 de junho mostrando que 28% das pessoas que doaram sangue durante a pandemia da Covid-19 tiveram contato com o novo coronavírus. E argumenta que esse tipo de informação pode ser importante para o planejamento de ações de saúde pública, “uma vez que pode indicar a velocidade com que cresce o número de pessoas expostas à doença”.

A ideia do parlamentar, com a proposta, portanto, é permitir que seja monitorada a porcentagem de doadores que já possui anticorpos contra o novo coronavírus e permitir a utilização das amostras para pesquisas científicas.

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