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Crocodilo gigante já matou 300 pessoas e é conhecido como “demônio” na África

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Crocodilo Gustave é tão temido pelo povo do Burundi que a mitologia local o aponta como um
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Crocodilo Gustave é tão temido pelo povo do Burundi que a mitologia local o aponta como um “demônio”

Um crocodilo do Nilo gigante assusta, há décadas, a população que vive às margens do rio Ruzizi, no Burundi, região central da África. O animal é conhecido pelos moradores locais por matar humanos por “maldade”, ser à prova de balas e caçar animais de grande porte como hipopótamos. Algumas pessoas ainda acreditam que o réptil seja um “demônio”.

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Entre a realidade e a mitologia, o crocodilo
Gustave ganhou fama ao redor do mundo e foi tema de um documentário, além de inspiração para um filme de terror. Segundo as autoridades locais, o animal ataca na região há mais de 30 anos.

Pesquisadores acreditavam que o réptil já teria mais 100 anos, mas, como ele tem a dentição perfeita, estima-se que ele é bem mais jovem, provavelmente com menos de 60 anos. Existe a chance de mais de um crocodilo ter sido chamado de “Gustave”. No entanto, o tamanho da animal, que é maior da espécie já avistado no continente, afasta essa possibilidade. Segundo pesquisadores, Gustave teria cerca 7 metros de comprimento e pesaria quase uma tonelada. No entanto, não é possível saber as medidas exatas do animal.

Conheça mais sobre a lenda urbana real que assusta os aldeões do pequeno Burundi
:

Assassino de humanos e “demônio”


Não se sabe ao certo o tamanho do crocodilo Gustave, mas estima que ele tenha quase 7 metros de comprimento
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Não se sabe ao certo o tamanho do crocodilo Gustave, mas estima que ele tenha quase 7 metros de comprimento

De acordo com os moradores locais, Gustave
já matou mais de 300 humanos durante as últimas décadas. O que chama atenção, no entanto, é que o animal não come suas vítimas, apenas as arrasta para o rio, as afoga e despedaça os corpos. Essa parte lenda é corroborada pelas autoridades, que já encontraram vários cadáveres mutilados no rio Ruzizi e no lago Tanganyika, onde o animal também já foi avistado.

Pesquisadores não conseguem achar motivos para o comportamento do crocodilo. De acordo com cientistas, esse tipo de predador raramente ataca fora da água, a não ser quando ameaçado. No entanto, a maioria das testemunhas dos ataques diz que o réptil pegou as pessoas desprevinidas na beira da água sem qualquer provocação.

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Para o povo local, no entanto, o animal caça por “maldade”. A lenda de Gustave cresceu ao longo das décadas e parte da mitologia do Burundi prega que o animal é uma aparição demoníaca. 

Devorador de hipopótamos e à prova de balas


De acordo com locais, o
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De acordo com locais, o “Crocodilo Demônio” mata humanos por diversão e devora hipopótamos

Outro fato curioso, e também comprovado, sobre os hábitos de caça de Gustave é que ele costuma comer animais como hipopótamos e gnus, que raramente são presas de crocodilos por conta do tamanho. Pesquisadores acreditam que, por ser muito grande e, portanto, mais lento, Gustave precisa caçar animais maiores para se alimentar. O hipopótamo é conhecido por ser o mais perigoso animal da savana africana. No entanto, Gustave já matou dezenas de animais da espécie.

Em um vídeo do documentário Capturing the Killer Croc
, é possível ver Gustave se aproximando de hipopótamos. Normalmente agressivos, eles não atacam o crocodilo, e começam a se aglomerar. O réptil fica ao lado das possíveis presas, mas também não ataca. Assista:

O réptil
não é caçado apenas por pesquisadores, mas também pelo exército local. De acordo com oficiais, pelotões já abriram fogo contra o crocodilo, que não esboçou qualquer reação. Segundo cientistas, o animal é tão grande que as balas provavelmente não penetram em sua pele. Nas últimas vezes que foi visto, pesquisadores encontraram várias cicatrizes de bala no corpo do crocodilo, que já sobreviveu à rajadas de AK-47.

Soldados ainda relatam que já jogaram granadas na direção do animal e que já atiraram nele com um lançador de foguetes, o que foi finalmente suficiente para assustá-lo. De acordo com especialistas, no entanto, os oficiais provavelmente erraram a mira.

Fama inspirou filmes


Lenda de Gustave ganhou tanta fama que inspirou documentário e filme de terror
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Lenda de Gustave ganhou tanta fama que inspirou documentário e filme de terror

A fama de Gustave deixou a África e já inspirou produções cinematrográficas. Em 2004, o documentário  Capturing the Killer Croc
, o herptólogo Patrice Fey liderou uma equipe que tentava capturar o animal. Eles não tiveram sucesso, mas conseguiram algumas das únicas imagens em vídeo do réotil gigante.

Já em 2007, o filme de terror Primitivo
se inspirou na lenda de Gustave e em  Capturing the Killer Croc
para contar a história de uma equipe de televisão norte-americana que vai até o Burundi para reportar sobre um crocodilo
gigante devorador de humanos, que leva o mesmo nome da lenda local.

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Vídeo de cachorro de “carona” na moto viraliza na internet em Tangará da Serra

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Um vídeo de um cachorro de carona no colo do dono numa motocicleta viralizou nas redes sociais, nesta sexta-feira (05). A imagem divulgada por uma internauta foi gravada em Tangará da Serra.

O cão aparece todo esticado, na condição de passageiro, entre os braços do piloto, com as duas patas traseiras no colo do homem e se apoiando no guidão do veículo com as patas dianteiras.  O curioso, e se tornou um atrativo a mais para o flagrante inusitado é que em tempos de pandemia, o mascote estava de máscara, para se proteger do coronavírus.

A cena da dupla foi gravada na Avenida Ismael José do Nascimento, no Jardim Tanaka, uma das mais movimentadas da cidade. Enquanto os dois seguem o trecho, é possível ouvir uma mulher se divertindo ao se deparar com a cena e filmar o transporte do animal na moto.

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Gêmeos ganham os nomes de Corona e Covid

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Um casal de indianos resolveu batizar os gêmeos recém-nascidos como Corona (a menina) e Covid (o menino), na cidade de Raipur, na Índia.

As crianças nasceram nas primeiras horas do dia 27 de março, no Hospital Memorial Dr. BR Ambedkar, segundo o site indiado “Press Trust da Índia”. Os pais se chamam Preeti e Vinay Verma, residem no município de Chhattisgarh, e disseram que os nomes foram escolhidos para simbolizar o triunfo sobre as dificuldades.

A opção inusitada por chamá-los dessa forma acontece em meio a pandemia do novo coronavírus, que assola mais de 200 países no mundo, com mais de 1 milhão de infectados pela Covid-19 e quase 57 mil mortes, segundo o estudo da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.

“O parto aconteceu depois de enfrentar várias dificuldades e, portanto, eu e meu marido queríamos tornar o dia memorável. De fato, o vírus é perigoso e potencialmente fatal, mas seu surto fez as pessoas concentrarem a atenção no saneamento, na higiene e incorporarem outros bons hábitos. Assim, pensamos sobre esses nomes. Quando a equipe do hospital também começou a chamar os bebês de Corona e Covid, finalmente decidimos dar seus nomes em razão da pandemia”, disse a mãe.

O casal já tem uma filha de dois anos e lutou para chegar ao hospital a tempo do parto em meio ao bloqueio. Segundo ela, a ambulância acionada pelo marido para levá-la ao hospital chegou a ser parada pela polícia porque os carros estão proibidos de transitar por causa do bloqueio nacional.

“‘De repente, senti fortes dores de parto e, de alguma forma, meu marido arranjou uma ambulância. Como nenhum movimento veicular foi permitido nas estradas devido ao bloqueio, fomos parados pela polícia em vários lugares. Mas eles nos deixaram sair depois de perceber minha condição”, contou a mãe.

Os gêmeos nasceram por cesariana após complicações, e tanto a mãe quanto o bebê tiveram alta. A porta-voz do hospital administrado pelo governo, Shubhra Singh, confirmou a notícia ao canal “NDTV”, da ÍNdia. No entanto, os pais de Corona e Covid disseram que mais tarde podem mudar sua decisão e mudar seus nomes.

Atualmente, a Índia está envolvida em um bloqueio de 21 dias em uma tentativa de combater os casos crescentes de coronavírus. Os números mais recentes revelam que mais de 2.300 pessoas foram diagnosticadas com o Covid-19 em toda a Índia e 56 morreram.

 

 

 

 

Fonte:Extra

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