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Saúde

Covid-19: Peru é o sétimo país a ultrapassar marca de 400 mil casos confirmados

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Peru
Divulgação

País se aproxima das 19 mil mortes causadas pelo novo coronavírus

Nesta quarta-feira (29), o Peru se tornou o sétimo país a ultrapassar a marca de 400 mil casos confirmados de Covid-19. Além disso, foram registradas 204 novas mortes, o que elevou o total para 18.816. Segundo informações da agência de notícias France Presse, este é o segundo maior registro de óbitos diários desde o início da pandemia, perdendo apenas para os 206 do dia 11/06.

Ao todo, foram 5.678 novos contágios nas últimas 24 horas, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o que elevou o total para 400.683. Com isso, o Peru fica atrás apenas de EUA, Brasil, Índia, Rússia, África do Sul e México em números totais.

“Temos um aumento dos números, mas é lento e, felizmente, por enquanto, não temos algo que se caracterize como um surto”, declarou à imprensa a ministra da Saúde, Pilar Mazzetti. Tal crescimento ocorre desde o último dia 1º, quando as autoridades suspenderam as medidas de isolamento social, que vigoraram por três meses em 18 das 25 regiões peruanas.

Em números totais de fatalidades causadas pela Covid-19 , o Peru ocupa a nona posição no ranking. Os EUA seguem liderando, com mais de 150 mil mortes , seguidos de Brasil , Reino Unido, México, Itália, Índia, França e Espanha.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

O que aconteceu na noite em que 7 bebês nasceram mortos no mesmo hospital

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BBC News Brasil

Zimbábue
@DMagombeyi/BBC

Registros em hospital confirmam mortes na maternidade do Hospital Central de Harare

Um dos principais hospitais do Zimbábue teve sete casos de bebês natimortos em um só noite por causa de atrasos no atendimento ligados à falta de pessoal, segundo relatos de médicos dados à BBC.

O caso ocorreu no Hospital Central de Harare, capital do país, na última segunda-feira (27).

Enfermeiros estão em greve nacional por causa da falta de EPIs (equipamento de proteção individual) para lidar com a crise de coronavírus — o que afetou o atendimento, em particular nas maternidades.

Um dos médicos disse que que as mortes de segunda-feira são apenas “a ponta do iceberg” e que o sistema de saúde do Zimbábue enfrenta diversos outros problemas. Recentemente um escândalo de corrupção foi revelado, em que contratos multimilionários foram fechados para compra de material superfaturado. O ministro da Saúde do Zimbábue foi demitido por causa dessas acusações.

Assim como os enfermeiros, os médicos chegaram a ameaçar com uma greve alegando más condições de trabalho, mas o governo do Zimbábue fez um apelo para que eles reconsiderassem a decisão.

* Advertência: alguns leitores podem ficar perturbados com uma imagem que publicamos mais abaixo no texto.

Se repete todos os dias

As mortes no Hospital Central de Harare foram reportadas pela primeira vez pelo doutor Peter Magombeyi, que as publicou no Twitter na terça-feira: “Roubaram nosso futuro, incluindo nossos bebês não nascidos. Por favor parem com os saques.”

Dois médicos com conhecimento direto sobre a situação do hospital de Harare confirmaram para a BBC que na segunda-feira à noite foram realizadas oito cesarianas. Sete dos bebês nasceram mortos.

“Houve uma intervenção muito, muito tardia”, disse um médico, sob condição de anonimato. Os médicos do hospital foram proibidos de falar com a imprensa.

Manifestacao de enfermeiros

EPA
Os enfermeiros querem equipamentos de proteção pessoal e melhores salários

“Duas das mães tiveram rompimentos no útero e precisavam de cirurgias imediatas. As outras operações ocorreram devido a um trabalho de parto obstruído, mas não foram realizadas a tempo, e, por isso, os bebês morreram, presos no pélvis das suas mães”, disse o médico.

Ele descreveu cenas horríveis nos principais hospitais de Harare, que funcionam com poucos médicos e enfermeiros, devido à greve .

Muitas das clínicas menores da capital também foram afetadas ou fechadas pelas greves, o que levou muitas mulheres grávidas a procurarem o Hospital Central de Harare, lotando a maternidade.

“Estes não são incidentes isolados. Isso se repete todos os dias e tudo que podemos fazer é vê-los morrer. Isso é uma tortura para as famílias e para os médicos mais jovens”, disse um outro médico.

Graves carências

Os médicos falaram que há uma séria escassez de equipamentos de proteção pessoal, assim como medicamentos para tratar eclampsia e material para tratar hemorragias durante os nascimentos.

“Temos uma estrutura de enfermagem mínima, composta, na maioria, de profissionais mais graduadas, que não podem fazer greve. Mas elas não dão conta do número de pacientes”, disse o médico que falou em anonimato.

“Os médicos tentam, mas estão muito cansados. E os médicos mais jovens não têm experiência em identificar complicações [de parto]”, diz.

Corpos de bebes no Hospital Central de Harare, em lencois verdes

@DMagombeyi
Um médico publicou no Twitter esta foto de corpos de bebês embalados em lençóis verdes

Em uma nota oficial, a Sociedade de Obstetras e Ginecologistas do Zimbábue descreveu a situação nos hospitais como “grave” e “mais que horrível”.

“Nossas mulheres estão sofrendo e acreditamos que todas as partes interessadas — o governo, os médicos, a sociedade civil e as pessoas — devem atuar para salvar as mães e os seus bebês , que não têm voz”, disse a associação.

O Zimbábue enfrenta problemas econômicos e hiperinflação. Nesta semana estão previstos protestos contra o Zanu-PF, o partido que governa o país desde a independência, em 1980.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Aeroporto de Berlim testa Covid-19 em passageiros voluntários

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Aeroporto de Berlim faz testes voluntários de Covid-19
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Aeroporto de Berlim faz testes voluntários de Covid-19

A partir desta quarta-feira, 29, passageiros que transitarem pelo aeroporto de Berlim-Tegel vindo de regiões de alto risco poderão passar por uma testagem voluntária do novo coronavírus (Sars-Cov-2). As informações são do Hospital Universitário La Charité, que abriu um centro de exames no local.

O centro é voltado para aqueles que não apresentam quaisquer sintomas ao aterrissar. Em caso de resultado negativo, os viajantes estarão isentos da quarentena

Os que suspeitam de algo devem se apresentar ao posto de saúde mais próximo.  “O aeroporto não é o lugar certo”, informa La Charité.

O Ministério da Saúde alemão anunciou na segunda-feira, 27, que tem planos para que os testes de Covid-19 tornem-se obrigatórios quando a legalidade dessa medida for verificada. Para isso, outro centro está sendo preparado em Schonefeld, aeroporto comercial de Berlim. 

A imprensa local informou que a medida pode começar a ser aplicada na próxima semana.

Fonte: IG SAÚDE

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