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Corpo de menina desaparecida em São Paulo é encontrado; vizinho é preso

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Redes sociais / Reprodução

Emanuelle desapareceu de praça nas proximidades de casa na última sexta

Após quatro dias de busca, o corpo da menina Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, foi encontrado na cidade de Chavantes, interior de São Paulo, na noite desta segunda-feira (13).

Emanuelle desapareceu enquanto brincava em uma praça perto de casa, no bairro de Três Cantos, também na cidade de Chavantes. Após mobilização da cidade em buscas, um vizinho da família, Agnaldo Guilherme Assunção, confessou que matou a menina a facadas e enterrou o corpo em uma área de matagal.


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Segundo Agnaldo, ele tomou a decisão de matar a menina após uma briga com familiares dela, levou Emanuelle de bicicleta até o matagal afirmando que eles colheriam mangas para presentear a mãe da garota e a matou.

O homem foi preso de forma preventiva para que não fosse linchado pela população. O corpo de Emanuelle foi retirado da área de difícil acesso com ajuda de um trator e levado para o Instituto Médico Legal.

Fonte: IG Nacional
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Mercados do Rio colocam limite em compras de garrafas de água

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Fernando Frazão/Agência Brasil

Procura de água mineral aumentou no Rio de Janeiro

A procura de água mineral tem crescido cada vez mais no Rio de Janeiro, após o líquido fornecido pela Cedae começar a apresentar cheiro, cor e gosto de terra. Nesta quinta-feira, supermercados na Zona Sul da capital começaram a colocar limite na quantidades de garrafas que cada cliente pode comprar. Na rede Zona Sul, cada pessoa pode levar apenas três packs, o equivalente a 18 garrafas, sendo que cada pet custa R$ 2,09, já no Hortifrutti, o limite é de dois packs, com o litro e meio a R$ 2,59.

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O produtor audiovisual Rafael Quintas, de 33 anos, que que foi a dois supermercados na mesma rua até encontrar água sem gás, tem uma preocupação ainda maior: a esposa grávida de sete meses, que já passou mal por conta da água. Morador de Laranjeiras, ele gastou R$ 25 em dois packs, que ele acredita que devam durar cerca de uma semana.– Nunca me senti tão terceiro mundo. Acho que está difícil de estocar. É uma coisa natural da demanda – critica o produtor sobre o limite máximo imposto para compra por cliente.

A jornalista Lilian Calandrini, de 51 anos, já costuma beber apenas água mineral. Mesmo vindo no Horrifrutti do bairro quase que diariamente, ela ficou sabendo do limite de garrafas por pessoa apenas hoje. Segundo ela, na sua casa a água não tem apresentado nem cor nem cheiro, mas ainda assim ela se preocupa:

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“Uma amiga bióloga aconselhou a filtrar a água duas, três vezes antes de cozinhar. Agora vou ter que começar a fazer porque foi o que ela aconselhou”, explica.

Um funcionário do Hortifrutti disse que os clientes costumam comprar um fardo e voltar no dia seguinte para mais. Mesmo assim, ele questiona a decisão:

“Eu não acho lógico. Às vezes, a família é grande. Uma família de 10 filhos, como vai usar só dois fardos de água por dia?”, pergunta. “Você querendo levar, o dinheiro é seu. Ninguém pode colocar limite, o dinheiro é seu e pronto”.


No hortifrutti Hortivida, ao lado do Zona Sul, não há limite para a compra, mas cada garrafa de um litro e meio está sendo vendida por R$ 3,99. Já a de 500ml, custa R$ 1,50. Segundo uma funcionária, ainda assim, a procura é grande.

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“Principalmente quando esgota ali”, diz, apontando em direção ao Zona Sul.

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Governador do Distrito Federal veta criação de praça Marielle Franco

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Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Há nomes ou ruas com o nome de Marielle no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Paris

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), vetou nesta quarta (22) a criação da praça Marielle Franco, homenagem à ex-vereadora do PSOL que foi assassinada em março de 2018, junto de seu motorista Anderson Gomes.


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Segundo o governador, não há interesse público em homenagear a vereadora criando uma praça com seu nome do Distrito Federal . Marielle, no entanto, já teve praças ou ruas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Paris batizadas com seu nome. 

O caso do assassinato de Marielle continua sendo investigado, mesmo após quase 700 dias da morte da ex-vereadora e de seu motorista. No dia 14 de março deste ano o crime completa dois anos.

Fonte: IG Nacional
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