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Política Nacional

Contrariando decisão de Fachin, ministros do STF querem julgar suspeição de Moro

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Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF
Nelson Jr./SCO/STF

Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem julgar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos envolvendo o ex-presidente Lula mesmo após  decisão do ministro Edson Fachin ter anulado as condenações do petista ter classificado a 13ª Vara Federal de Curitiba “incompetente”.

Na avaliação dos ministros, a decisão de Fachin não prejudica o julgamento de Moro. Integrantes da 2ª Turma do STF, onde a ação contra Moro tramita, pretendem manter a análise da suposta parcialidade do ex-juiz nos processos que envolvem Lula.

Com a anulação desta segunda (8), Lula deixou de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ganhou novamente todos os seus direitos políticos, podendo inclusive se candidatar para cargos públicos.

Em seu despacho, Fachin considerou que todos os habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente questionando a conduta da Justiça ficaram prejudicados. Isso quer dizer que todos perdem a razão de ser e devem ser arquivados. Entre eles está a ação que levanta a suspeição de Sergio Moro

A previsão é que ela seja pautada ainda no primeiro semestre. Os ministros da 2ª Turma vão ter a palavra final sobre a pertinência de que ela ainda seja analisada.

Lula foi condenado em 2017 e preso em 2018 por causa do tríplex. A defesa dele sempre questionou a conduta de Moro, afirmando que ele se conduziu de forma parcial nos processos que envolvem o ex-presidente.

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Política Nacional

Estados e municípios também serão investigados por CPI da Covid, diz Senador

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Alvaro Dias, Senador do Podemos-RR
Antonio Cruz/Agência Brasil

Alvaro Dias, Senador do Podemos-RR

O senador Alvaro Dias (Podemos-RR) disse que não só o governo federal, mas estados e municípios também serão investigados pela CPI da Covid — cuja abertura foi  ordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

“Quando se fala que estados e municípios não serão investigados, mostra-se não conhecer CPI. Os fatos são conexos. Os recursos saíram do governo federal: se foram desviados, haverá sim investigação envolvendo estados e municípios. Nosso partido protocolou requerimento para deixar isso claro, vamos sim procurar investigar o desvio de recursos por estados e municípios também”, disse à CNN Brasil.

 Alvaro Dias não se manifestou contrário à abertura da CPI, mas afirmou que o Planalto deve articular para que senadores retirem assinaturas para que o quórum mínimo não seja atingido.

“Todo momento é bom para combater a corrupção. Há fato determinado indicando a existência de corrupção, de omissão. Há vidas perdidas em razão dessa irresponsabilidade. A corrupção com recursos da saúde é um crime hediondo, mais do que roubo é um assassinato. Há pessoas morrendo já que os recursos foram desviados.”

“Não me arrisco a apostar que ela vá começar, porque o governo vai agir para retirar assinaturas. Depois, quando começa, você não sabe quando termina”, conclui.

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Política Nacional

Mandetta diz que Senado faz seu papel ao instaurar CPI da Covid

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Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde. Ele criticou as decisões do governo Bolsonaro no combate à pandemia e diz que apoia a instauração da CPI
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde. Ele criticou as decisões do governo Bolsonaro no combate à pandemia e diz que apoia a instauração da CPI

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse nesta sexta-feira (9) que aprova a abertura da CPI da Covid,  após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

“Seria natural que o presidente do Senado instaurasse em algum momento. A crise da pandemia teria que ser analisada em algum momento. Acredito que eles (senadores) vão fazer o papel que cabe a eles,” disse à CNN Brasil .

O ex-ministro disse que o governo federal tomou muitas “decisões equivocadas” na gestão da crise sanitária. Ele afirmou, também, que o Brasil demorará para controlar a doença.

“Precisa entender por que não tomamos algumas decisões de forma coletiva. A CPI vai acabar desnudando o nosso comportamento como sociedade, como a indução de fake news. Não tinha por que termos tomado decisões tão equivocadas como foram tomadas nessa pandemia (…) Nós ainda temos um caminho muito longo para termos um controle eficaz dessa doença.” 

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