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Economia

Contas digitais do iFood, Uber e Rappi: descubra como funcionam e se vale a pena

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Contas digitais do Ifood, uber e rappi: veja como funcionam e se vale a pena usar

As contas digitais e plataformas online estão se tornando cada vez mais usuais para a população. Isso porque as mesmas facilitam a vida dos seus clientes e oferecem uma série de benefícios.

Atualmente, já é possível abrir contas até mesmo em aplicativos de comida como, por exemplo, o iFood, Rappi e Uber Eats. No entanto, algumas pessoas ainda possuem receio em sair dos meios mais tradicionais, sejam instituições financeiras ou formas mais antigas de pagamento.

Por conta disso, selecionamos as três principais plataformas de entrega de comida para explicar como funcionam as suas contas digitais:

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1 – iFood Card

Em resumo, o iFood Card funciona como uma espécie de vale-presente do delivery, que oferece ao usuário a opção de presentear seus amigos ou a si mesmo com refeições e lanches.

Portanto, o cliente pode incluir um valor de sua escolha na carteira digital do iFood e pedir comida em qualquer restaurante disponível dentro da plataforma. Entretanto, vale destacar que esse serviço não permite fazer transações externas.

Por outro lado, empresas e restaurantes podem usufruir da conta digital do aplicativo, que inclui todos os serviços que já existem em outros bancos. Por exemplo, saques, transferências, pagamento de contas e até empréstimos.

2 – RappiPay

Em parceria com a Visa, nasceu o RappiPay, uma espécie de cartão pré-pago internacional que deixa os usuários fazerem saques em Banco24Horas. Além disso, com ele, é possível comprar em estabelecimentos que ainda não oferecem o sistema de pagamento por QR Code.

Confira a reportagem completa aqui

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Economia

Caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar greve

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Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação
Reprodução/Twitter

Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação

Diante da promessa de uma greve pelos caminhoneiros, com início marcado a partir do dia 1º de novembro, o governo resolveu agir para evitá-la. Em 28 de outubro, os ministros Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Tarcísio de Feitas, da Infraestrutura, devem se reunir com líderes da categoria e com o presidente da Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas, deputado Nereu Crispim (PSL-RS). A informação é do colunista Chico Alves do  UOL .

Até poucos dias atrás, o governo não acreditava em uma adesão significativa à paralisação . Porém, desde que foi marcada a greve, caminhoneiros têm demonstrado cada vez mais insatisfação, sobretudo, com a escalada nos preços do diesel. Inclusive, já há manifestações desde ontem em seis estados brasileiros , o que tem provocado um desabastecimento de combustíveis nos postos do país . Esses fatores têm preocupado o Palácio do Planalto.

Para compensar a alta do diesel, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na última quinta-feira (21) que o governo pagaria uma “ajuda” de R$ 400 para caminhoneiros autônomos . Mas a declaração repercutiu mal entre a categoria, que considerou o benefício uma espécie de “esmola”.

Na reunião, os líderes caminhoneiros devem negociar com os ministros o fim da paridade do preço do petróleo com o mercado internacional, a criação de uma tarifa fixa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a instituição do Piso Mínimo de Frete e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“Se eles não sabem como baixar o preço dos combustíveis, os caminhoneiros sabem”, afirmou deputado Nereu Crispim (PSL-RS) ao UOL .

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Economia

Após reunião, Guedes e Bolsonaro se entendem e ministro permanecerá no governo

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Paulo Guedes, Ministro da Economia
Edu Andrade/ Ascom ME

Paulo Guedes, Ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, continuará no governo federal pelo menos até os próximos meses. A confirmação aconteceu em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (22), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, na sede do Ministério da Economia. 

Até o começo desta sexta, havia especulação sobre a possibilidade de saída do ministro, após a debandada de sua equipe na última quinta-feira (21). Dois de seus principais secretários, Bruno Funchal (Orçamento) e Jeferson Bitencourt (Tesouro Nacional), deixaram a pasta. Outros dois secretários adjuntos também pediram demissão. 

A saída dos secretários aconteceu após desavenças sobre o pagamento do novo programa social do governo federal. A ala política quer o benefício em R$ 400 enquanto a equipe econômica diz que poderá gastar apenas R$ 300.

Uma das sugestões de apoiadores de Bolsonaro era usar os R$ 300 dentro do Orçamento do Bolsa Família e um auxílio temporário de R$ 100 até dezembro de 2022 contabilizado fora do teto de gastos. A proposta causou reboliço no mercado financeiro e culminou na demissão dos secretários de Paulo Guedes. 

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Na coletiva, Bolsonaro e Guedes fizeram um histórico sobre o Auxílio Brasil e valor dos combustíveis. O ministro da Economia lembrou que as negociações precisariam pesar entre os desejos políticos e a possibilidade de gasto da União em 2022. 

Mas logo Guedes fez questão de minimizar as saídas de Funchal e Bitencourt e afirmou ser ‘normal’ o pedido de demissão deles.

*Reportagem em atualização

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