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Economia

Conta de luz deve ficar na bandeira verde “por muito tempo”, diz ONS

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Conta de luz volta à bandeira vermelha
Divulgação
Conta de luz volta à bandeira vermelha

A bandeira tarifária da conta de luz deve permanecer na cor verde “por muito tempo”, segundo uma declaração do diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Eduardo Barata, feita na quinta-feira (6).  

A bandeira verde, que sinaliza que a conta de luz
está sem custo adicional, está em vigor desde dezembro deste ano
. Antes disso, a tarifa havia ficado, desde o mês de maio, entre as cores vermelha e amarela, quando há taxas extras na conta.


De acordo com Barata, a expectativa é de que a bandeira permaneça no patamar verde nos próximos meses, que marcam o início de 2019. “Estamos terminando este ano com condições muito melhores do que terminamos o ano passado. Então nossa expectativa é muito positiva mesmo”, afirmou.

A saída das cobranças adicionais são motivadas pelo volume de chuva nas principais bacias do País, que está maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. “[Além das chuvas], está entrando [aumento] na [capacidade de] transmissão de energia, as coisas estão caminhando bem”, disse Barata.

Na semana passada (30), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que, apesar de os reservatórios ainda apresentarem níveis reduzidos, a expectativa é de que a estação chuvosa continue aumentando o nível de produção de energia pelas hidrelétricas e recuperando o fator de risco hidrológico (GSF). São essas variáveis que determinam a cor da bandeira tarifária a ser aplicada na conta.

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O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de  energia elétrica
. A adoção de cada bandeira, nas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2) está relacionada aos custos da geração. Na bandeira amarela, o adicional nas contas de luz é de R$ 1 a cada 100 kWh utilizados; já no patamar 1, de R$ 3 e, no patamar 2, de R$ 5.

Saiba como economizar na conta de luz


Mesmo com a bandeira verde em vigor, é importante economizar na conta de luz
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Mesmo com a bandeira verde em vigor, é importante economizar na conta de luz

Apesar da boa expectativa do diretor geral doONS, a Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica

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Entre as recomendações da agência para economizar na conta de luz
estão banhos mais rápidos ara quem usa chuveiro elétrico e optar por temperatura morna ou fria e a diminuição do uso de ar-condicionado. Outra sugestão é que o consumidor fique atento ao tempo em que a porta da geladeira fica aberta e que nunca coloque alimentos quentes em seu interior.

*Com informações da Agência Brasil

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Economia

Governança corporativa como sistema de gestão; entenda

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Os princípios e práticas de boa Governança Corporativa aplicam-se a qualquer tipo de organização, independente do porte, natureza jurídica ou tipo de controle (3º setor, cooperativas, sociedades limitadas e sociedades anônimas).

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Governança corporativa é primordial para todas as empresas
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Governança corporativa é primordial para todas as empresas

Governança Corporativa
é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle.

As boas práticas de Governança Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização.

Desta forma, Transparência passa ser a palavra de ordem. Mais do que a obrigação de informar é o desejo de disponibilizar as partes interessadas, e aqui incluem-se os “agentes” acionistas, funcionários, investidores, bancos, clientes, fornecedores e etc.

Informações claras e objetivas que resultem em um clima de confiança, tanto internamente quanto nas relações da empresa com terceiros devem ser absoluta prioridade, portanto, não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando também demais fatores (Inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial.

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Sendo assim, normalmente os objetivos da Governança Corporativa são: Posicionar a empresa entre as “boas empresas” para se investir, envolver gestores e colaboradores na busca contínua dos processos que lhes são afetos, provocar a mudança de “Cultura”, onde todos entendam a real necessidade de Transparência
, da ética de da busca por tudo que é virtuoso.

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Governança Corporativa – Transparência, Princípios Éticos e Reputação

Os princípios éticos correspondem ao ambiente institucional informal estabelecido por “regras” que permitam a condução dos negócios de forma legal, transparente e com objetivos claros a serem atingidos. A reputação da empresa juntos aos “agentes” não se consolida apenas pela imagem que ela transmite aos mesmos, mas sim por um esforço coletivo (e aqui representa gastos/custos com a implantação) e uma apresentação clarificada do seu modelo de gestão. Desta forma, a reputação pode ser construída com palavras ou com ações, enquanto as palavras custam menos, as ações costumam ter mais impacto.

A Transparência na condução dos negócios implica em adoção de “gestão profissional” através da delegação (integral/parcial) criteriosa da gestão (sobretudo a gestão executiva) pelo controlador a profissionais experientes, motivados e intimamente comprometidos com as metas e resultados a serem alcançados, devendo ainda contribuir para a melhoria da imagem e do desempenho (fontes de fornecimento, escoamento da produção e margens de resultado) da organização, favorecendo sua longevidade, função social e, enfim, gerando maior valor aos acionistas.

Governança Corporativa como referência e modelo de Organização para empresas em crescimento

Você investiria seu dinheiro em uma empresa sem um modelo Transparente de gestão
?

Você confiaria em uma empresa que não apresenta de forma clara sua metas e objetivos a serem alcançados?

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Como citado, a Governança Corporativa
é sinônimo de Transparência.  A implantação deste modelo de gestão implica em investimentos/custos elevados. Ressaltei no início que todas as empresas deveriam buscar este modelo, mas de acordo com a limitação financeira de cada uma, pelo menos devem buscar exemplos positivos de gestão que pavimentem o crescimento de sua empresa de forma sustentável e confiável, pois quando chegar o momento de consolidação de mercado e participação relevante no mesmo através do seu próprio crescimento, a Cultura da empresa já estará alinhada com as melhores práticas de Administração.

Fonte: IG Economia
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Economia

Doria vai buscar comprador para fábrica da Ford no interior paulista

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Valter Campanato/Agência Brasil
“Até o final deste ano os empregos [na fábrica da Ford] estão assegurados”, anunciou o governador João Doria (PSDB)

Após o anúncio do fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se reuniu nesta quinta-feira (21) com o CEO da Ford América do Sul, Lyle Watters. Após o encontro, Doria afirmou que, na semana que vem, o governo vai buscar um comprador para a fábrica para manter os empregos.

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“Foi uma reunião longa e dura”, disse Doria à imprensa. “[Decidimos] que governo de São Paulo vai buscar comprador para essa fábrica da Ford
para a preservação dos empregos, ainda que com uma nova marca assumindo o parque industrial”, acrescentou.

Segundo Doria, não há preocupação imediata dos funcionários da montadora porque o fechamento da fábrica acontecerá de forma gradual, ao longo de 2019. “[A operação] Vai continuar normalmente. Até o final deste ano os empregos estão assegurados, mas vamos, de forma célere, buscar um potencial comprador para essas instalações”,  disse o governador.

O tucano ainda garantiu que a fábrica de Taubaté, onde há 1,6 mil trabalhadores, e as sedes de Tatuí e Barueri, com 270 e 170 funcionários, respectivamente, não serão afetadas. O centro administrativo da montadora em São Bernardo do Campo
também será mantido, segundo anunciado pela Ford e confirmado por Doria.

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A reunião aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Também estiveram presentes o vice-presidente de Assuntos Governamentais, Comunicação e Estratégia da Ford na América do Sul, Rogelio Golfarb; o vice-governador e secretário de governo, Rodrigo Garcia; o secretário da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles
; o assessor da secretaria da Fazenda e Planejamento, Gustavo Ley; e o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB).

Sindicatos de fora


Sindicalistas criticaram o governo paulista e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião
Roberto Parizzoti/CUT
Sindicalistas criticaram o governo paulista e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião

Nenhum representante de sindicato dos trabalhadores foi convidado ao encontro. Em vídeo divulgado no site do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente Wagner Santana criticou o governo e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião.

“Ficamos sabendo, através da imprensa, que ocorrerá uma reunião com o governador, o presidente da empresa e também o prefeito da cidade. Solicitamos que a gente pudesse, como trabalhadores, os mais afetados por essa decisão, participar dessa reunião. Recebemos o retorno do gabinete do governador dizendo que eles não nos queriam”, disse o sindicalista.

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João Doria
confirmou que o governo não convidou os sindicalistas para participar da reunião. “Não foi feito convite porque não era o momento para ter o sindicato participando da reunião. Primeiro, precisávamos ter o diagnóstico. Saímos de uma reunião de forma positiva. Agora, temos um cenário melhor, mais tranquilizador. Oportunamente eles serão convidados”, afirmou.

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A decisão da Ford


A Ford vai encerrar as atividades em São Bernardo do Campo e deixará o mercado de caminhões na América do Sul
Divulgação/Ford
A Ford vai encerrar as atividades em São Bernardo do Campo e deixará o mercado de caminhões na América do Sul

A Ford anunciou, na última terça-feira (19), que vai encerrar as atividades na fábrica de São Bernardo do Campo e que deixará o mercado de caminhões
na América do Sul. No Brasil, deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta, assim que terminarem os estoques. A planta de São Bernardo será desativada ao longo de 2019.

Além da fábrica no interior paulista, a Ford tem outras duas em Camaçari (BA) e Taubaté (SP), e um campo de provas em Tatuí (SP). Em São Bernardo do Campo há 2.800 empregados, segundo o sindicato da categoria. “Sabemos que essa decisão terá um impacto significativo sobre os nossos funcionários e, por isso, trabalharemos com todos os nossos parceiros nos próximos passos”, disse Lyle Watters, CEO da Ford América do Sul.

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Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a decisão da Ford
afetará cerca de 4 mil trabalhadores diretos e terceirizados. Após uma assembleia realizada na terça-feira (19), os trabalhadores decidiram entrar em greve. Uma nova assembleia foi marcada para próxima terça-feira (26).


*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IG Economia
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