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Economia

Concurso do Censo: mais de 620 mil candidatos farão prova no domingo

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Concurso do Censo: mais de 620 mil candidatos farão prova no domingo
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Concurso do Censo: mais de 620 mil candidatos farão prova no domingo

Mais de 620 mil candidatos confirmaram inscrição e devem fazer prova no próximo domingo (10) para concorrer às 206.891 vagas temporárias do Censo 2022, informa o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

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O processo seletivo oferece 183.021 vagas para recenseador, 18.420 para agente censitário supervisor (ACS) e 5.450 para agente censitário municipal (ACM). As oportunidades estão distribuídas em 5.297 municípios do país.

Dos 621.228 inscritos confirmados, 349.437 são candidatos a recenseador e 271.791 candidatos a ACM/ACS.

A concorrência varia de acordo com o número de vagas disponíveis e a quantidade de candidatos em cada munícipio. 

No domingo, a prova para recenseador será aplicada às 9h (horário de Brasília) e terá três horas de duração. Os candidatos farão uma prova objetiva, com 50 questões, divididas em 10 de Língua Portuguesa, 10 de Matemática, 5 sobre Ética no Serviço Público e 25 de Conhecimentos Técnicos.

Já os candidatos a ACM e ACS farão prova às 14h30 (horário de Brasília), e ela terá duração de três horas e trinta minutos. Serão 60 questões, sendo 10 de Língua Portuguesa, 10 de Raciocínio Lógico Quantitativo, 5 de Ética no Serviço Público, 15 de Noções de Administração/Situações Gerenciais e 20 de Conhecimentos Técnicos.

O IBGE disponibilizou uma apostila de conhecimentos técnicos para que o candidato tenha acesso às informações necessárias para responder às questões sobre a operação censitária. A apostila e o Código de Ética do IBGE estão disponíveis no site da Fundação Getúlio Vagas (FGV), organizadora do concurso.

Os gabaritos preliminares serão divulgados no dia 11 de abril, também no site da FGV. O resultado final está previsto para 20 de maio.

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No dia da prova, é necessário levar o comprovante de inscrição, um documento de identidade original com foto e caneta esferográfica de cor preta ou azul, fabricada em material transparente.

Os inscritos também deverão seguir os protocolos sanitários contra a Covid-19 estabelecidos por cada município e informados no cartão de confirmação da inscrição. Quem descumprir as orientações será eliminado do processo seletivo.

1,1 milhão de inscritos

As inscrições para esse processo seletivo do Censo foram realizadas de 15 de dezembro a 21 de janeiro. Ao todo, o IBGE somou 1,1 milhão de inscritos.

A taxa foi de R$ 57,50 para recenseador e R$ 60,50 para agente censitário. Inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea puderam solicitar isenção.

Os recenseadores atuam diretamente na coleta das informações, entrevistando os moradores dos domicílios. Já o ACM gerencia o trabalho do posto de coleta, enquanto o ACS, subordinado ao ACM, tem como principal função orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo.

Para se tornar recenseador, o candidato precisa ter o ensino fundamental completo. O profissional pode simular a remuneração  neste link. Já ACS e ACM precisam ter o ensino médio completo, e os salários são de R$ 1.700 e R$ 2.100, respectivamente.

As vagas de agente censitário tiveram inscrição única. Ao candidato com melhor classificação na prova, será oferecida a vaga de ACM. Os demais terão direito às vagas de ACS, de acordo com a ordem de classificação.

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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