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Conab e FAO promovem seminário sobre perda de alimentos

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Na próxima semana, nos dias 28 e 29, Brasília sediará o Seminário Internacional sobre Perdas na Armazenagem e Transporte de Grãos, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O objetivo do evento, realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), é encontrar maneiras de reduzir a perda de grãos no período pós-colheita. 

A ação atende ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que tem como meta reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, no varejo e no consumido. Mas, há intenção também de reduzir a perda de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós colheita.

O seminário é aberto à participação de pesquisadores e público interessado no tema, mas com vagas limitadas. Para participar é necessário preencher o formulário de cadastro e enviar até esta sexta-feira (23). Caso haja vagas remanescentes, serão reabertas no dia do evento.

Acesse o formulário de inscrição

Serviço:Seminário Internacional sobre Perdas na Armazenagem e Transporte de Grãos
Data: 28 e 29 de novembro
Local: Auditório da Conab Matriz – Brasília – DF

Mais informações para a imprensa:Gerência de Imprensa
(61) 3312-6338/6344/6393/2256/6364/6389
[email protected]

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Feira nos Emirados Árabes pode render US$ 20 milhões em novos negócios

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O Brasil participa pela segunda vez consecutiva com um pavilhão organizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio do Ministério das relações Exteriores (MRE) e da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB), da 9ª edição da SIAL Middle East, uma das principais feiras de alimentos e bebidas do Oriente Médio. A ferira começou na segunda-feira (10), na cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

O Pavilhão Brasil, conta 108 m2 e tem toda a estrutura e serviços de apoio para 14 empresas brasileiras selecionadas a participar do evento. Carne bovina, frutas amazônicas, produtos apícolas, uva, manga, café, biscoitos, balas e confeitos são alguns dos produtos promovidos no evento. O estande brasileiro foi inaugurado pelo vice primeiro-ministro dos Emirados Árabes, Sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, e pelo embaixador do Brasil em Abu Dhabi, Fernando Luís Lemos Igreja.

Pela primeira vez, o Brasil teve dois produtos selecionados a participar da SIAL Innovation, uma competição para alimentos premium, com a bebida de açaí, da ABN8 Trading e a Tapioca Express, da AE Negócios Internacionais. Esta última foi classificada como finalista e avaliada entre os oito melhores produtos da feira.

As estimativas para os primeiros dias do evento, segundo os expositores brasileiros, confirmam os números da edição passada de fechamento de negócios em torno de US$ 20 milhões.

Leia mais:  Conab e FAO promovem seminário sobre perda de alimentos

No ano passado, o evento reuniu mais de 20 mil visitantes de 90 nacionalidades, 950 expositores de 47 países e mais de 30 pavilhões nacionais. Os Emirados Árabes funcionam como um importante centro de distribuição para toda a região. Na última edição, de acordo com dados fornecidos pelos próprios expositores brasileiros presentes, a expectativa inicial em novos negócios para os 12 meses subsequentes à realização da feira foi estimada em mais de US$ 20 milhões.

Em outubro deste ano, o Mapa também participou da Agriscape, feira internacional voltado a investimentos agrícolas, em Abu Dhabi. Na oportunidade, foi apresentado um portfólio de projetos agrícolas brasileiros abertos a investidores estrangeiros. A missão feira pretende, paralelamente, também retomar os contatos feitos naquela ocasião.

 

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
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Sistema de poda e tutoramento aumenta produtividade do cacau

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Pesquisadores do Centro de Pesquisa do Cacau da Ceplac testam técnica de poda e tutoramento que aumenta o número de plantas por hectare e, consequentemente, a produtividade. Os pesquisadores obtiveram resultados favoráveis com o uso da técnica no cacaueiro, também conhecido como sistema candelabro pela aparência que a planta apresenta.

Este sistema de manejo, desenvolvido no semiárido da Bahia, permite o gerenciamento da planta buscando o equilíbrio entre a parte vegetativa e a parte frutífera da planta.

De acordo com os pesquisadores do centro, George Andrade Sodré e José Basílio Vieira Leite, este manejo tem se mostrado adequado para plantas de pequeno porte, com plantio com densidade acima de 1.600 plantas por hectare.

O cultivo candelabro, de acordo com os pesquisadores, apresenta potencial para a produção intensiva comercial de cacaueiros. Entretanto, necessita ser validado em áreas maiores e também precisa da realização de estudos de viabilidade econômica, definição de clores, mecanização da poda e outras práticas associadas ao uso do sistema.

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

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