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Carros e Motos

Como pode a picape leve Fiat Strada custar mais de R$ 73 mil?

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Você não leu errado. A Fiat Strada, picape mais vendida do Brasil e veterana dos anos 1990, custa mais de R$ 73 mil na versão Freedom cabine dupla, equipada com motor 1.4 flex. Para ser mais preciso, o preço sugerido desta configuração é de R$ 73.290. Vale a compra? É o que você vai descobrir no vídeo desta semana.

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Sem mudanças visuais desde a última reestilização, feita em 2013, a Fiat Strada
preserva o estilo herdado do extinto Palio e quase não chama a atenção. Alguns olhares curiosos surgem somente ao abrir a terceira porta da cabine ou quando o alarme de apito bastante alto é acionado. Este, pelo menos, é um item de série do veículo, assim como as rodas de liga leve de 14 polegadas, calçadas em pneus de perfil 175/70.

Equipamentos da Fiat Strada Freedom 1.4


Fiat Strada Freedom Cabine Dupla tem interior familiar a muitos brasileiros, pois traz visual do finado Palio
Divulgação

Fiat Strada Freedom Cabine Dupla tem interior familiar a muitos brasileiros, pois traz visual do finado Palio

A lista de equipamentos de fábrica da picape compacta
inclui capota marítima, direção hidráulica, ar-condicionado, volante multifuncional com regulagem de altura da coluna de direção, sensor de estacionamento traseiro e rádio com conexão bluetooth e duas entradas USB. O único opcional do modelo é uma central multimídia com tela sensível ao toque de 6,2 polegadas, que integra câmera de ré, por R$ 2.890.

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Não espere da Strada Freedom recursos como acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, luz de iluminação diurna (DRL), tampouco retrovisores elétricos ou chave do tipo canivete. Pelo preço elevado, seria bem-vindo um melhor nível de acabamento do painel todo de plástico rígido e, na unidade avaliada, com rebarbas aparentes.

Em termos de espaço, a picape veterana até acomoda quatro adultos no habitáculo, mas com pouco conforto para quem vai no banco de trás. Se um terceiro ocupante resolver ir no meio, não terá encosto de cabeça nem cinto de segurança. Falando em segurança, a Strada conta apenas com os obrigatórios airbags frontais. Já a caçamba tem capacidade para 680 litros e é valente para o trabalho, a grande virtude do modelo.

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Apesar das críticas em relação a acabamento e aparência, a ergonomia oferecida no interior da Fiat Strada Freedom 1.4 cabine dupla
é muito boa. O motorista encontra com facilidade a posição ideal de dirigir e o banco macio possibilita ao condutor guiar por muitos quilômetros sem se cansar rapidamente.

O desempenho satisfatório do conjunto é outra grata a surpresa, embora os números não sejam surpreendentes. Com 88 cv e 12,5 kgfm, o motor 1.4 flex permite boas acelerações e retomadas de velocidade quando a caçamba está vazia. A estabilidade em altas velocidades também agrada, assim como o comportamento da carroceria ao trafegar por vias esburacadas – vale lembrar que a Strada conta com feixe de molas na suspensão traseira.

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O câmbio manual de cinco marchas da picape Fiat vai para a lista de pontos negativos do modelo, em função dos engates longos e pouco precisos, assim como os índices de consumo de combustível. Com etanol, a Fiat Strada
Freedom CD faz 7,4 km/l na cidade e 8,5 km/l na estrada, de acordo com o Inmetro.

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F-150 Lightning será a primeira picape elétrica Pace Car da Nascar

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F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana
Divulgação/Ford

F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana

A Ford anunciou nesta quarta-feira que o Pace car da etapa da Nascar em Martinsville será um carro  elétrico. A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da montadora de Detroit a comandar uma prova da categoria.

Fazendo oposição ao motor V8 de 5.8L que equipa os modelos da Nascar e geram entre 550 e 670 cv, dependendo da configuração, a F-150 Lightning possui dois motores elétricos que combinam para 563 cv e 107 kgfm de torque, e o Vice Presidente de veículos elétricos da marca, Darren Palmer, espera que os torcedores da Ford fiquem impressionados com a picape:

“Mal podemos esperar aos nossos fãs do que a F-150 Lightning é capaz. Fazendo 0 a 100 km/h em 5 segundos, acredito que vamos chamar alguma atenção na pista.”

A versão elétrica da F-150 vem sendo um grande sucesso para a montadora, tendo sido realizados quase duzentos mil pedidos de reserva desde que o modelo foi revelado, em maio de 2021. A montadora até revelou que irá aumentar a produção da F-150 Lightning de 40 mil unidades por ano para 150 mil até o meio de 2023.

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“A resposta dos consumidores à picape Lightning foi tão positiva que decidimos trazer o modelo para um evento da Nascar. Sabemos que quem estará presente adora caminhonetes e estamos confiantes que vão gostar ainda mais quando assistirem a F-150 Lightning liderando o pelotão”, disse Jeannee Kirkaldy  Gerente de Marketing de competições da Ford Performance .

A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da Ford a servir como Pace Car em uma prova da Nascar. O primeiro foi o Focus EV, de 141cv que comandou a etapa de Richmond, em abril de 2012, mais recentemente o Mustang Mach-E comandou a prova de Talladega no ano passado.

A etapa de Martinsville da Nascar Cup Serie s acontecerá no sábado (9) às 20h30 e será transmitida para o Brasil no canal Bandsports na TV fechada.

Fonte: IG CARROS

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Conheça os padrões de conectores para carregar um carro elétrico

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento
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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento

Ao dirigir um carro elétrico, o motorista sempre ficará atento à autonomia do veículo e à localização dos eletropostos pelo trajeto já que achá-los pode não ser tarefa tão simples, ainda mais com pouca autonomia no carro. Mas além dessas preocupações, ao chegar aos pontos de carregamento surge mais uma: O conector do posto é compatível com meu carro?

Antes de apresentar os tipos de plugues disponíveis, é necessário entender primeiro o tipo de corrente elétrica que cada estação de recarga fornece. Correntes elétricas são o movimento de elétrons através de um material condutor, que se movem a fim de equilibrar a diferença de potencial elétrico entre as extremidades.

Existem dois tipos de correntes elétricas: Correntes alternadas e correntes contínuas . Basicamente, o que define o tipo de corrente é a movimentação das partículas, na corrente contínua os elétrons se movem apenas em um sentido, enquanto na corrente alternada, o movimento é variável.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos
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Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos

Existem os carregadores AC e DC (Corrente Alternada e Corrente Contínua, em inglês). O tipo mais comum é o AC, de corrente alternada. Esse tipo de corrente é mais fácil de ser transportado pela rede elétrica, por isso é o utilizado nas residências e na maioria dos eletropostos.

Ao conectar um carregador AC no seu carro elétrico o tempo de recarga será longo, pois a corrente alternada é convertida em corrente contínua dentro do próprio carro, que é o tipo utilizado pelas baterias.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos , e ao ser conectado no veículo a energia vai diretamente para as baterias, reduzindo assim o tempo gasto para recarregar o veículo.

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos, cada continente tem um formato. Sobre cada um deles, a reportagem de iG Carros conversou com Tiago Garcia, youtuber e dono do canal “Meu Carro Elétrico”.

1 – J1772 e CCS1

O Padrão J1772 é regulamentado pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e busca simplificar os conectores de carregamento  de elétricos. Esse padrão é utilizado na América do Norte e Japão. A partir deste modelo nasceu o padrão CCS1 de carregamento em corrente contínua (DC), ambos são muito similares, mas o padrão para recarga rápida possui dois conectores extras, específicos para a corrente contínua.

2 – CHAdeMO

Apesar do padrão de recarga em corrente alternada japonês ser o mesmo do norte-americano, o sistema de carga rápida é diferente. O modelo é fabricado desde 2009 e foi pioneiro na eletrificação dos modelos japoneses, é utilizado somente no mercado asiático e alguns veículos como os modelos da Tesla que são importados vem com o adaptador.

3 – Mennekes e CCS2

O padrão europeu é o mais comum de ser encontrado no Brasil , já que muitos veículos elétricos disponíveis aqui são importados do Velho Continente. O padrão tem esse nome devido à empresa que o fabrica. Assim como no modelo norte-americano , a entrada de carregamento rápido é apenas uma adaptação da entrada comum, o que facilita na hora de realizar a recarga rápida.

4 – GB/T

O maior mercado de carros elétricos do mundo tem seu próprio padrão de carregamento. Além da China o padrão GB/T é utilizado também na Índia. É o modelo encontrado nos carros elétricos vendidos pela JAC no Brasil, mas a marca disponibiliza o adaptador que converte o europeu dos eletropostos para o chinês encontrado no veículo. Mas vale atenção: apesar de ter o mesmo nome para as versões de corrente contínua e alternada, os encaixes não são os mesmos.

5 – Tesla

O último padrão disponível é o desenvolvido pela fabricante estadunidense Tesla. O modelo da empresa de Elon Musk não diferencia corrente alternada de corrente contínua, o que fará a diferença da velocidade é o ponto de recarga. Os modelos da Tesla disponíveis no Brasil podem enfrentar dificuldades ao utilizar os postos de carga, por serem importados independentemente, o padrão encontrado no carro será o do país de origem do carro.

No Brasil o padrão mais comum é o mesmo utilizado na Europa, tanto para recargas de corrente alternada quanto de corrente contínua. Um padrão global de carregadores elétricos poderia facilitar a vida das montadoras que importam seus veículos elétricos ao redor do mundo e também dos compradores, que não precisariam ter mais dúvidas.

Fonte: IG CARROS

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