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Nacional

Comissão da Câmara cobra Inep para reaplicar Enem a estudantes impedidos

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Reprodução: iG Minas Gerais

Candidatos do Enem

A Comissão Externa de Acompanhamento do Ministério da Educação na Câmara (Comex-MEC) enviou, nesta segunda-feira (18), um ofício ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) cobrando que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) reaplicado para estudantes impedidos de fazer a prova devido à lotação de salas .

“A distribuição dos candidatos por sala é de responsabilidade do INEP, que havia se comprometido a assegurar espaço suficiente para que todos os 5,7 milhões de inscritos fazerem a prova com segurança “, diz o documento enviado pela Câmara que pede resposta imediata do órgão.

Além da cobrança , o ofício pede informações ao órgão sobre o número de estudantes impedidos de fazer a prova por esse motivo e as cidades onde moram; quantos solicitaram reaplicação; como o Inep garante que o problema não voltará a ocorrer no próximo domingo, entre outros pontos.

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No último domingo, estudantes em todo país relataram ter sido impedidos de fazer a prova sob o argumento de que sua sala já estaria lotada. O limite de lotação teria sido imposto para garantir o distanciamento social para diminuir os riscos de contágio pela Covid-19 durante a prova.

“Alguns candidatos foram orientados a ligar para o Inep e solicitar a remarcação do exame, porém não receberam nenhum documento que assegurasse a reaplicação e explicasse o procedimento, o que gerou bastante insegurança nos estudantes”, cita o documento.

O Enem registrou uma abstenção recorde de 51,5% no último domingo. Em coletiva de imprensa, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou que os relatos de estudantes impedidos de fazer a prova estão sendo apurados.

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Nacional

“O Brasil é muito maior que Lula e Bolsonaro”, diz Doria

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Doria criticou
Reprodução: ACidade ON

Doria criticou “extremos” Lula e Bolsonaro

O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB) , se pronunciou sobre a anulação das condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato após despacho do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) . O tucano criticou a possível polarização do cenário.

“Bolsonaristas radicais propagam a ideia de que ser contrário ao presidente é ser favorável a Lula, e vice-versa. A polarização favorece os extremistas, que destroem o país. O Brasil é muito maior do que Lula e Bolsonaro”, disse, no Twitter.

Doria deve ser um dos candidatos à presidência em 2022. Além dele, diversos potenciais presidenciáveis, como Ciro Gomes e Guilherme Boulos, repercutiram a elegibilidade de Lula.

O presidente Jair também se manifestou. Segundo ele,  o ministro Edson Fachin “tem ligação com o PT”.

“Fachin sempre teve ligação com o PT. [É uma decisão que] Não me estranha, mas todo mundo foi surpreendido”, disse Bolsonaro em entrevista à CNN Brasil em frente Palácio da Alvorada.

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Nacional

Eduardo Bolsonaro nega participação em invasão do Congresso dos EUA

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal  Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) , filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou nesta segunda-feira (8) ter participado de uma “reunião secreta” nos Estados Unidos que teria sido convocada para discutir a  invasão do Capitólio pelos apoiadores de Donald Trump, que ocorreu no dia seguinte.

“Eu queria ser tão poderoso como falam que eu sou”, disse o deputado. A acusação de que o filho do presidente da República teria participado do planejamento do ato foi reportado no site americano de jornalismo investigativo  Proof

Segundo Eduardo Bolsonaro, ele estava em Washington tentando agendar uma reunião com Jared Kushner, o genro de Trump. No Twitter, ele explicou que, como Kushner estava em viagem devido a uma missão no Oriente Médio, ele teria sugerido a Eduardo que se reunisse com sua mulher, Ivanka, para tratar das iniciativas conservadoras que o deputado lidera no País. 

Em janeiro, Eduardo criticou a invasão, dizendo que “não serviu de nada” “Foi um movimento desorganizado. Foi lamentável. Ninguém desejava que isso ocorresse”, disse.

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