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Economia

Comissão aprova Orçamento de 2019, que agora segue para o plenário do Congresso

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Orçamento de 2019 foi aprovado em comissão no Congresso e segue para plenário
Najara Araújo/Câmara dos Deputados
Orçamento de 2019 foi aprovado em comissão no Congresso e segue para plenário

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta quinta-feira (13) o Orçamento de 2019, que define as receitas e os gastos do governo federal, e agora segue para plenário no Congresso.

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A votação da matéria por deputados e senadores no Congresso
Nacional está prevista para ser realizada em sessão conjunta na semana que vem, e, informalmente, define a chegada do recesso parlamentar, que oficialmente é iniciado em 23 de dezembro.

O Orçamento
aprovado na comissão prevê que a União terá deficit primário de R$ 139 bilhões no primeiro ano da gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), rombo que equivale à meta fiscal estabelecida para o mesmo período.

De acordo com o presidente da comissão, Mário Negromonte Jr (PP-BA), a elaboração do projeto foi discutida já com a nova equipe econômica de Bolsonaro e, segundo ele, ajustes ainda poderão ser feitos.

O texto aprovado ontem traz algumas mudanças em relação ao projeto inicial, apresentado em agosto pela equipe econômica do governo Michel Temer (MDB). O original havia deixado em aberto rombo de R$ 258,2 bilhões para ser resolvido pela futura gestão. No projeto aprovado que segue para plenário, essa despesa foi reduzida para R$ 248,9 bilhões, ou seja, R$ 9,3 bilhões a menos.

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Segundo o relator, a redução do valor foi possível por conta de emendas apresentadas ao projeto, que ampliaram os investimentos previstos para 2019, 
abrindo espaço para a retirada de despesas, antes condicionadas à aprovação futura do Congresso.

A principal mudança, no entanto, está no Bolsa Família
. Enquanto a proposta original previa que metade do orçamento do programa social dependeria de aval do Congresso, agora esse valor foi reduzido para 19%. O Orçamento, portanto, garante que 81% das despesas estejam garantidas sem necessidade de votação posterior.

A concessão de benefícios fiscais, criticada pela equipe escolhida pelo presidente eleito, vai somar R$ 376 bilhões em 2019. A Consultoria de Orçamento da Câmara diz que esse valor representa 21% da arrecadação.

A versão final aprovada pela comissão prevê ainda R$ 600 milhões para o pagamento de reajuste salarial a agentes comunitários de saúde, aumento que havia sido vetado por Temer, mas teve o veto derrubado pelo Congresso.

Não haverá adiamento do reajuste de servidores federais, segundo o senador e relator do texto, Waldemir Moka (MDB-MS), pois o adiamento depende da aprovação de uma medida provisória e é questionado pela Justiça. Portanto, foram mantidos R$ 4,7 bilhões para o reajuste de servidores.

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Orçamento que será votado no Congresso prevê novos concursos


Orçamento de 2019 volta a prever realização de concursos , e aprovação será votada no Congresso
Arquivo/Agência Brasil
Orçamento de 2019 volta a prever realização de concursos , e aprovação será votada no Congresso

O Orçamento de 2019 projeta a criação de 2.095 cargos, após não serem realizados concursos e consequentemente a criação de novas vagas neste ano. Além disso, o governo diz que pode contratar até 40.632 servidores por concurso para ocupar cargos que já existem e estão vagos ou para substituir terceirizados.

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Somando os três poderes e a substituição de terceirizados, a previsão é de 4.354 vagas a serem criadas e 43.145 para serem preenchidas em concursos públicos no Brasil no próximo ano. As definições ainda dependem de aprovação no Congresso
, e a votação está prevista para a próxima semana.

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Economia

Presidente da Netflix: US$ 520 milhões em série será pechincha no futuro

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IstoÉ Dinheiro

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Emily Canto Nunes/iG São Paulo
Reed Hastings mostrou serenidade ao falar do aumento da concorrência no setor de streaming

The Crown ” é uma série de época que trata dos bastidores do início do reinado de Rainha Elizabeth II a frente do Reino Unido.

Uma das principais séries exclusivas da Netflix, a produção é também uma das mais caras da televisão americana, devido sua reconstituição de época e grandeza do roteiro, o custo total de uma temporada do seriado é de cerca de R$ 520 milhões (100 milhões de libras).

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O valor porém assusta analistas da Netflix, uma vez que a empresa tem atualmente US$ 12,3 bilhões em dívidas no longo prazo e descarta qualquer possibilidade de angariar renda de outras maneiras – como um plano de assinatura grátis com propagandas.

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Netflix/Divulgação
The Crown é uma das séries mais caras da Netflix


Quem não está preocupado com isto no momento é o presidente do serviço de streaming, Reed Hastings , que acalma os investidores com o que normalmente deveria significar problema para empresas: aumento da concorrência.

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Durante conferência da indústria de televisão RTS no Reino Unido, Hastings disse o mundo do streaming será “totalmente novo” em novembro com a chegada dos streamings da Disney e Apple. 

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Segundo ele, o arrefecimento na competição fará com que empresas explorem melhor conteúdos e talentos disponíveis, e completou dizendo que neste novo cenário, o dinheiro gasto com The Crown será uma pechincha para os novos padrões da indústria. “Parecerá uma pechincha”, disse.

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O executivo disse também que neste ano gastou 400 milhões de libras em produções no Reino Unido , e que a tendência é crescer. Quando questionado se o número poderia dobrar para 2020, ele disse que “provavelmente não”, mas que os investimentos terão um “grande aumento”.

Fonte: IG Economia
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Economia

Veja as contas que você pode ficar sem pagar para sair do vermelho

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Reprodução
Confira dicas sobre quais contas e dívidas devem ser priorizadas na hora do aperto

O endividamento faz parte da vida do brasileiro. Mais de 40% da população adulta tem pelo menos uma dívida que não consegue pagar e a inadimplência vive seu maior índice da história, atingindo 63,2 milhões de pessoas, de acordo com a Serasa Experian.

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Manter as contas em dia, especialmente em período de alto desemprego, não é tarefa simples. As pendências, contudo, podem criar uma “bola de neve” até que se tornem impagáveis e passem a afetar mais diretamente a vida do endividado, com a restrição ao nome , por exemplo.

Para começar a organizar as finanças em um momento de aperto, vale até mesmo saber quais contas e dívidas são mais “atrasáveis” .

Para isso, é importante levar em conta os juros , os serviços que podem ser cortados e ainda estar atento ao confisco de bens em caso de atraso de determinadas contas, além, claro, de buscar a educação financeira para regularizar a situação caso haja restrição ao nome e a partir disso construir uma situação estável dentro de cada realidade.

Fabrizio Gueratto, financista do canal 1Bilhão Educação Financeira, orienta que o primeiro passo para ter uma condição financeira estável é procurar se enxergar, entender o que acontece e quais as razões para o descontrole de gastos, recorrendo até mesmo a questões familiares e culturais que levam ao hábito de gastar mais do que se deve.

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Segundo ele, o caminho é colocar na ponta do lápis os ganhos, os gastos e as dívidas, construir um espelho financeiro e traçar pontos negativos de uma vida de endividamento, como atritos com a família, por exemplo, e pensar em como seria se livrar das pendências.

Cortar gastos supérfluos e se adequar a própria realidade são pontos de mudança. Para Gueratto, é preciso entender que gastar é prazeroso, sim, mas procurar desculpas para gastar mais do que seu rendimento permite vai trazer consequências. “Uma hora a conta chega”, lembra.

“Gastar dá prazer, mas a partir da educação financeira o brasileiro deve procurar ter prazer em guardar dinheiro”, afirma o financista, que cita três perguntas que cada um deve se fazer na hora de comprar: “Quero? Posso? Preciso?”. Segundo ele, entender a realidade e gastar dentro do possível sempre deve ser a regra, não a exceção.

Afinal, quais dívidas e contas devem ser prioridade?

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Marcelo Camargo/Agência Brasil
Contas essenciais, como as de luz, água e gás, devem sempre ser tratadas como prioridade


  1. Contas essenciais;
  2. Dívidas em relação a bens em alienação;
  3. Dívidas com cartões de crédito e cheque especial.

De acordo com Fabrizio Gueratto, além do básico e do que pode comprometer bens , a prioridade deve ser renegociar dívidas com juros altos, sobretudo com cartão de crédito e cheque especial. 

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Na hora de não pagar, portanto, opte por aquelas que  não envolvam corte imediato de serviços, não coloquem bens em risco e tenham os juros mais baixos. Tributos costumam ter os juros mais baixos.

Por outro lado, atrasar serviços não essenciais , de entretenimento, por exemplo,  pode ser mais vantajoso do que ficar sem pagar a luz.  

Embora tenham juros mais baixos que outras dívidas, as contas essenciais , tais como as de luz, água e gás, estão sujeitas a interrupção do serviço em curtos períodos de tempo após atraso.

Então, elas  devem ser priorizadas , já que o corte seria feito pouco após o atraso no pagamento e esses serviços são vitais e os bloqueios afetariam direta e rapidamente a vida do endividado.

Dívidas em relação a bens em alienação também devem estar sempre no radar, já que não acertar as contas também afetaria a qualidade de vida do endividado diretamente.

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Segundo Gueratto, compras parceladas e a cultura de comprar sempre algo a mais no dia a dia pesa no fim do mês e acaba comprometendo o orçamento de muitos brasileiros a curto, médio e longo prazo.


Para ele, em casos mais extremos, o ideal é fazer um cartão pré-pago, procurar condições melhores e cortar gastos, já que os juros do cartão de crédito são abusivos.

Fonte: IG Economia
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