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Saúde

Com a saída de médicos cubanos, Tangará da Serra remaneja atendimento nas unidades de saúde

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 A Secretaria de Saúde, adotou um sistema de remanejamento para atender a demanda da Saúde Pública, em Tangará da Serra, deixada pelos médicos cubanos que atuavam na cidade, para não gerar um colapso no sistema, que possuía a maior quantidade de profissionais do Programa no Estado, com 23 estrangeiros, na saúde pública local.

Secretário de Saúde, Itamar Bonfim.

De acordo com  informações repassadas pelo Secretário Itamar Martins Bonfim, deste total, 15 eram médicos cubanos. “Temos ainda um mexicano e 7 brasileiros que permanecem trabalhando normalmente, mas, para suprir a falta dos 15 profissionais de Cuba, desenvolvemos um remanejamento para manter o funcionamento das unidades dentro da normalidade e não prejudique a população, para isso, realocamos alguns profissionais concursados, para atenderem a Atenção Básica, a partir desta segunda-feira”. salienta Bonfim.


Em junho de 2017, a Secretaria de Saúde, anunciou a chegada de mais cinco médicos cubanos em Tangará, cadastrados ao Programa Mais Médicos.

Confira a lista de profissionais e Unidades de Saúde atendidas pelo Programa Mais Médicos: 

Eli Ambrósio do Nascimento – USF Vila Nazaré, segunda, quarta e sexta das 13h às 17h e USF Jardim Shangri-lá, terça e quinta das 13h às 17h.

Erik Lawrence Valezi Jordani – USF Jardim dos Ipês, segunda, quarta e sexta das 7h às 13h e USF Altos da Boa Vista, terça e quinta das 07h às 11h.

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Rodineia Maciel Dutra – USF Santa Izabel – Jardim Paraíso, de segunda à sexta das 7h às 11h.

Gabriel Chaubah Barreira – USF Vila Esmeralda, segunda, quarta e sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h (período integral) e terça e quinta das 7h às 11 (meio período) e USF Jardim Europa (Clínica da Família), terça e quinta das 13h às 17h.

José Antonio Yabar Sanchez – Clínica da Família, segunda à sexta das 7h às 11h.

Heloisa Campos de Araújo – USF Vila Araputanga e encaminhados da USF Santa Lúcia, segunda a sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Alessandra Camargo dos Santos – USF Jardim Tangará I e II, segunda a sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Cleydinilce Trindade Camargo – USF Cohab I e II, segunda a sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Luiz Fernando Venturoli Custodio – USF Morada do Sol e Barcelona, segunda a sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Marcia Cristina de Souza – USF Jardim Presidente, segunda, quarta e quinta e USF Vila Alta, terça e sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Flávio Camargo de Arruda – USF Altos do Tarumã, segunda, terça, quinta e sexta e USF Cohab na quarta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

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Jerry da Silva Mota – USF Centro da Família, segunda, terça, quinta e sexta e USF Progresso na quarta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

Yoleisvis Lopes Rodrigues – USF Vila Goiânia, segunda, terça, quarta e sexta das 7h às 11h e das 13h às 17h.

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Saúde

Saúde lança campanha para conter avanço do HIV entre homens jovens

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Pare, pense e use camisinha. Esse é o slogan da campanha de combate ao HIV lançada hoje (22) pelo Ministério da Saúde. O foco, este ano, são homens jovens, com idade entre 15 e 34 anos. Dados da pasta revelam que 73% das novas infecções contabilizadas no país são registradas entre pessoas do sexo masculino. Do total de novas infecções entre os homens, 75% são na faixa etária de 15 a 39 anos.

De acordo com o secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, blocos carnavalescos contarão, este ano, com “homens-camisinha” que vão circular entre os foliões para destacar a importância do uso do preservativo. Ao todo, 129 milhões de unidades serão distribuídas, sendo 12 milhões já com nova embalagem, que faz alusão a equipamentos eletrônicos, de uso comum entre os jovens. Ações de prevenção serão realizadas em Salvador, Recife, Olinda e no Rio de Janeiro.


“Não importa a orientação sexual. É o comportamento de risco que pode, muitas vezes, fazer do nosso maior e melhor carnaval uma memória triste”, avaliou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Vamos fazer um grande carnaval. Vamos fazer um grande ano. E vamos fazer um ano de consciência em relação à sua responsabilidade com o seu corpo e com o corpo das pessoas quer você ama.”

Hit do carnaval

Em 2019, o embaixador da campanha é o cantor Gabriel Diniz, intérprete da música Jenifer, que promete ser o hit dos blocos carnavalescos no Brasil. As peças publicitárias, segundo o governo federal, serão veiculadas na TV, na internet, no rádio, em veículos impressos, aeroportos e outdoors até 5 de março.

“Tenho certeza que a Jenifer pode até fazer umas paradas, mas a Jenifer pede sempre para usar a camisinha”, brincou o ministro, ao citar trechos da música.

Números

Atualmente, cerca de 866 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 694 mil foram diagnosticadas, enquanto 172 mil não sabem que são soropositivas. Um em cada cinco novos casos de infecção ocorre entre homens de 15 a 24 anos.

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O uso da camisinha nessa faixa etária, segundo o ministério, vem caindo. Em 2004, o índice era de 58,4% entre os que têm parceiros eventuais e, em 2013, passou para 56,6%. Já entre os que têm parceiros fixos, a queda foi ainda maior – de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.

Jovens de 15 a 24 anos também são os que menos se tratam após o diagnóstico. Os números mostram que 44% dos 22 mil brasileiros diagnosticados com HIV nessa faixa etária não estão em tratamento antirretroviral.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC
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Saúde

Com alta de 3,4% em contratações, saúde suplementar emprega 114,1 mil

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O emprego formal no setor de saúde privada terminou 2018 com 114,1 mil vagas em todo o país. As contratações cresceram 3,4% na comparação com 2017. O resultado faz parte do Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, divulgado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).

“Mesmo com a economia crescendo 1% [em 2018], o mercado formal no setor de saúde privada cresceu mais de 3%. Isso mostra que é um setor da economia que tem ganho mais expressão nos últimos anos”, comparou o superintendente executivo da entidade, Luiz Augusto Carneiro.


Segundo ele, uma das causas para o crescimento do setor é a mudança do perfil demográfico da população, que está envelhecendo rápido, o que eleva os gastos individuais com saúde. “Isso gera mais oferta de serviços e mais emprego formal”. Essa é uma tendência que se observa em vários países. Nos Estados Unidos, a saúde suplementar é um dos setores que mais empregam.

Desde 2013, a faixa acima dos 59 anos é a que mais cresce; a de 0 a 18 anos já começa a ter crescimento negativo. “Estamos passando por um período de envelhecimento muito rápido da população. Há uma concentração cada vez maior de pessoas idosas com planos de saúde, que demandam mais serviços de saúde, que são mais complexos e mais caros, o que exige ajuste dos prestadores de saúde a essa necessidade.”

Cadeia produtiva

O superintendente do Iess destacou que 47 milhões de brasileiros têm alguma cobertura privada de saúde. “Isso viabiliza você ter uma cadeia produtiva, com hospitais, clínicas, médicos, laboratórios, e todos esses prestadores de serviços de saúde consomem materiais, equipamentos, medicamentos”. Ao todo, 65% dos beneficiários de planos de saúde estão em planos coletivos empresariais. O setor de saúde suplementar emprega 3,5 milhões de pessoas, ou o correspondente a 8,1% da força de trabalho brasileira.

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Regiões

O relatório mostra que todas as regiões tiveram aumento nas contratações em 2018, com destaque para o Sudeste, com 62,868 mil postos. “É no Sudeste que está [concentrado] o Produto Interno Bruto [soma de todos os bens e serviços produzidos no país]. Há correlação forte”. O Nordeste detém o segundo lugar em vagas formais geradas (19,268 mil), mas foi a Região Centro-Oeste que mais sobressaiu porque o saldo de contratações foi mais que o dobro do ano anterior, ao passar de 7,5 mil postos, em 2017, para 16,4 mil, no ano seguinte.

Edição: Talita Cavalcante

Fonte: EBC
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