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Água

Com reservatório quase seco, Tangará só tem água prevista para mais 30 dias

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Para evitar uma crise hídrica, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAMAE) adotou o racionamento de água para os próximos dois meses em Tangará da Serra.

Foto: Remílson Santos

O município possui conforme a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, 101.764 habitantes, população que tem convivido com o racionando água desde a última segunda-feira (16), devido estiagem, já que não chove no estado desde maio. Crise de abastecimento de água que levou o Samae, a lançar um Plano Estratégico Racional de Distribuição de Água Tratada no Período de Seca, com alternância de fornecimento nas regiões abastecidas pela ETA Queima-Pé. Confira o planejamento por bairros.

 

Segundo o diretor do Samae, Wesley Lopes Torres, com a estratégia a cidade ainda tem condições de distribuir água para população, mas por pouco tempo. “Sabemos que assusta a estimativa de fornecimento previsto para o mês de outubro, mas precisamos alertar os consumidores sobre a necessidade de economizar água. O cidadão pode criticar é um direito dele, desde que também faça sua parte, economizando”, alerta.

O volume de distribuição também foi reduzido de 340 litros por segundo, para 250 litros por segundo. Nesta sexta-feira (20), será realizada uma nova análise para projeção do racionamento. “Precisamos esclarecer que não é porque está chegando água em casa, que o cidadão pode desperdiçar lavando a calçada, por exemplo. Estamos intercalando o fornecimento do produto, e em algumas regiões mais altas, mesmo com o nosso planejamento, a água pode chegar somente à noite, por depender da pressurização, da tubulação residencial e nível de reservatório, é necessário haver esse entendimento”, enfatiza.


As medidas emergenciais foram adotadas para amenizar as dificuldades e as medidas preventivas, devem ser cumpridas pela comunidade com o propósito de evitar o risco de um novo desabastecimento de água, a exemplo da crise hídrica enfrentada em 2016.

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Água

Projeto que previa desconto na conta de água dos tangaraenses é retirado da Câmara

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ilustrativa

O vereador Wilson Verta (PSDB) decidiu retirar da pauta da Câmara Municipal de Tangará da Serra o projeto de lei 21/2019, de sua autoria, que estabelecia desconto sobre o valor da tarifa de água dos tangaraenses em dias de falta de fornecimento.

O projeto que, apesar de apoio popular maciço, possuía o chamado vício de iniciativa, pois deveria partir apenas do Poder Executivo e não do Poder Legislativo, como aconteceu, era defendido pela maioria dos vereadores, porém, foi retirado da pauta.

Na proposta, o vereador justifica que o Samae “submete constantemente as famílias do nosso município nesses dias de seca” ao transtorno de ficar sem água, “o que é mais injusto na hora de pagar a tarifa mensal a população não tem o devido desconto dos dias de falta de água. Com esse período de racionamento de água, o consumidor não é abastecido, mas paga a fatura cheia do fim do mês “, justifica Verta.

Ainda segundo o vereador, se o “Samae é amparado legalmente a cobrar multa e juros por atraso no pagamento da fatura mensal, é justo e racional, aquele consumidor que teve um, dois ou mais dias de suspiro serviço de água, que o mesmo tenha o desconto proporcional”.

Na proposta, o vereador propõe desconto de 1/30 avos sobre o valor da tarifa mínima mensal, isto é, desconto de 1 real para cada 30 reais cobrados na fatura pelo Samae.


O projeto, retirado de votação, poderá voltar à pauta a qualquer momento. Verta argumenta que, assim como cidades como Brasília, Tangará da Serra também deveria oferecer descontos. “Se nessas cidades não houve vício de iniciativa por que em Tangará há”, comentou. (Fonte: Tangará em Foco)

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Água

Chuva registrada não foi suficiente para o fim do racionamento

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Foto: TVCA

Moradores de Tangará da Serra continuam com problemas de abastecimento de água. Segundo eles, os bairros como Jardim Nazaré e Jardim São Luiz estão sem receber água tratada. Nesta sexta-feira (4), a cidade completou 19 dias de racionamento de água.

De acordo com o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), o racionamento começou desde o dia 16 de setembro. O fornecimento é dividido por setores, que estão sendo abastecidos alternadamente.

Os moradores do Bairro Jardim São Luiz disseram que a água não está subindo para a caixa das residências e eles estão tendo que improvisar para conseguir água.

Lairce Barbosa, de 62 anos, explica que há duas semanas a rotina dela está sendo estocar água em baldes para conseguir fazer as demandas domésticas de casa e as necessidades pessoais que precisam do uso de água.

“A gente dá descarga usando balde com água e para tomar banho também e lavar a louça a gente pega água no tanque (de lavar roupas), porque a água não chega no chuveiro e nem na pia da cozinha. Uso a água da lavagem de roupa para limpar a casa e a área externa. Há 15 dias venho com essa luta e não é só eu”, contou a dona de casa.

O Rio Queima-Pé que abastece a cidade está quase assoreado. Essa situação se deve à falta de chuva forte há mais de 150 dias na cidade.

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De acordo com o diretor do Samae, Wesley Lopes Torres, o racionamento foi decretado no dia 13 de setembro e começou a ser praticado a partir do dia 16.

O racionamento de forma alternada é uma situação que a empresa nunca tinha sido feita, mas foi o método utilizado para achar o ponto de equilíbrio para continuar a distribuição de água.

Ainda segundo o diretor, na primeira semana do racionamento teve dificuldades com o abastecimento. Equipes do serviço de abastecimento vai fazer uma manobra técnica para melhorar o abastecimento no Bairro Jardim São Luiz, por conta de várias reclamações recebidas.

Questionado sobre caminhões-pipa, o diretor explicou que as casas estão recebendo água pelo cavalete e que não está sendo necessário o envio de caminhões. E afirmou que nesta terça-feira a equipe irá fazer uma operação para melhorar o abastecimento no bairro.

Wesley ainda afirmou que a conta de água não tende a aumentar porque o consumo é medido pela água que passa pelo hidrômetro. A forma de cobrança é por volume de consumo e não por dia. (Fonte: G1)

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